Population Explorer: um mapa com dados da população de qualquer lugar do mundo

population

Quem somos e quantos somos? Já que vivemos na era do imediatismo (as fotos não são mais reveladas; as matérias não são mais esperadas para os jornais de amanhã, leem-se em tempo quase que real; cartas não são mais escritas, mandam-se mensagens instantâneas: e assim por diante).

Dessa forma, para que IBGE ou similar? O Population Explorer é um software on-line que pode estimar informações sobre a população qualquer região do mundo, usando como base o Landscan, um “banco de dados de alta precisão sobre populações produzido pelo Oak Ridge National Laboratory”, dos Estados Unidos. 

De acordo com os desenvolvedores, “a ferramenta é a primeira e única aplicação do tipo, e apresenta instantaneamente contagens de população e densidade em uma área flexível selecionada pelo usuário, permitindo criar e salvar cenários com base nesses dados.”

Atualmente, é possível usar a plataforma para saber quantas pessoas vivem em determinada região, quantas mulheres e homens vivem em uma dada área, qual a pirâmide etária de determinada população, quão densamente povoado é um território, entre outras aplicações, sendo de grande utilidade para autoridades municipais e governamentais de todo o mundo. 

Para ter acesso a estas aplicações, é necessário realizar o registro, no entanto, mesmo sem este, a ferramenta permite fazer várias buscas (como por exemplo, o cálculo de área e perímetro de um determinado polígono desenhado no mapa pelo usuário) e há, inclusive, tutoriais de como utilizar o Population Explorer em toda a sua potencialidade. Com as ferramentas no menu direito, é possível personalizar mapas, medir distâncias e selecionar regiões.

Acesse o Population Explorer e faça suas próprias buscas, aqui

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/873488/population-explorer-um-mapa-com-dados-da-populacao-de-qualquer-lugar-do-mundo?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil; Population Explorer

As 25 cidades mais bem preparadas para o futuro

cidade do amanha

Dentro da série “CIDADES e seus problemas cotidianos“, publicadas regularmente aqui nesse blog, iremos discutir hoje a questão daquela utopia que sonhamos para a nossa URBE: Quais as cidades mais bem preparadas para o amanhã?

Infelizmente, nessa relação, nenhuma cidade latino americana ou africana. Por que será?

Nos próximos 30 anos, 2/3 da população mundial viverão em áreas urbanas, portanto, para acomodar esse afluxo de pessoas que trocarão o campo pela cidade, é importante que os centros urbanos estejam preparados com melhorias na infraestrutura, inovações tecnológicas, políticas inclusivas, medidas de proteção ambiental e outras estratégias para garantir o bem estar de seus habitantes.

Um relatório da consultora AT Kearney elencou 128 cidades com base em como estão se preparando para o futuro. O estudo leva em consideração diferentes dados relacionados ao desempenho ambiental, receptividade em relação à indústria criativa e qualidade de vida.

A pontuação das cidades foi dividida em quatro categorias: bem-estar pessoal, economia, inovação e governo.

Veja, a seguir, as 25 cidades mais bem preparadas para o futuro.

1. San Francisco, EUA
2. Nova Iorque, EUA
3. Paris, França
4. Londres, Reino Unido
5. Boston, EUA
6. Melbourne, Austrália
7. Munique, Alemanha
8. Houston, EUA
9. Estocolmo, Suécia
10. Moscou, Rússia
11. Singapura
12. Zurique, Suíça
13. Sydney, Austrália
14. Genebra, Suíça
15. Chicago, EUA
16. Amsterdã, Países Baixos
17. Atlanta, EUA
18. Berlim, Alemanha
19. Washington D.C., EUA
20. Toronto, Canadá
21. Copenhague, Dinamarca
22. Düsseldorf, Alemanha
23. Tóquio, Japão
24. Vancouver, Canadá
25. Los Angeles, EUA

Leia o relatório completo da AT Kearney aqui

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/873071/as-25-cidades-mais-bem-preparadas-para-o-futuro-segundo-a-at-kearney?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil

Catálogo online disponibiliza imagens das primeiras décadas da fotografia – Europeana Photography

foto antiga

A matéria compartilhada hoje nos remota aos primórdios da fotografia. Nada digital! Mas toda uma bruma que envolvia desde a posição até a chegada do material revelado. Algo que poderia durar até meses entre o click e a sua visualização.

Uma plataforma lançada recentemente reúne imagens das primeiras décadas da fotografia. Intitulado Europeana Photography, o website disponibiliza imagens provenientes de arquivos fotográficos, agências e coleções de museus de toda a Europa, muitas das quais já estão em domínio público e podem ser baixadas e usadas livremente.

O catálogo online conta com uma ferramenta de busca que permite filtrar os resultados por palavras-chave, país, instituição e tipo de licença de uso. Dentre as obras disponíveis no site, estão fotografias de Julia Margaret Cameron, Eadweard Muybridge e Louis Daguerre, um dos responsáveis pelo advento do processo fotográfico.

O site apresenta fotografias de países de fora da Europa e uma rápida busca com a palavra “arquitetura” (em português) revela imagens antigas de São Paulo, Brasília e outras cidades brasileiras. Atualmente o Europeana Photography conta com mais de  2,2 milhões de imagens, o que faz deste um importante catálogo para pesquisadores e entusiastas da fotografia.

Europeana Photography pode ser explorado também em português, basta clicar aqui.

Fontehttp://www.archdaily.com.br/br/872397/catalogo-online-disponibiliza-imagens-das-primeiras-decadas-da-fotografia?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil; Ricardo Hage; 

 

Relatório do WWF alerta que governo prepara estímulo à mineração sem salvaguarda ambiental

acordo de paris

No dia em que se comemora o, caótico e em fase terminal de UTI, meio ambiente, reforçado com a posição do presidente dos EUA que oficializa a saída do que o seu antecessor assinou como sendo o Acordo de Paris (http://www.mma.gov.br/clima/convencao-das-nacoes-unidas/acordo-de-paris), nada melhor do que uma reflexão de como anda, aqui pelo Brasil, essa discussão.

O governo federal prepara um pacote para beneficiar o setor de mineração e aumentar em 50% a participação mineral no PIB brasileiro. O pacote, que ainda circula de forma reservada, foi batizado de Programa para a Revitalização da Indústria Mineral Brasileira e contará com instrumentos legais como medidas provisórias, decretos e projetos de lei. O problema é que o governo pretende ajudar o setor de mineração sem garantir segurança para o meio ambiente. O alerta consta em relatório divulgado nesta terça-feira pela WWF.

Os dois pontos que mais preocupam são o avanço das atividades de mineração em área protegidas e o provável estímulo à flexibilização das regras do licenciamento ambiental, em plena discussão no Congresso Nacional neste momento.

Uma área de 46 mil km2 entre os estados do Pará e do Amapá proibida à mineração desde 1984 pode ser aberta em breve à iniciativa privada como uma das medidas prevista pelo governo Temer. O governo pretende ainda liberar 2,5 milhões de km² para a participação do capital estrangeiro em mineração na faixa de fronteira com os países vizinhos, desde o Amapá até o Rio Grande do Sul.

Segundo o Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM), as faixas de fronteira atravessam 11 estados brasileiros, com uma área total de 15.719 km, e correspondem a 27% do território nacional. A concentração principal para a exploração mineral está na Amazônia. Algumas das áreas de maior interesse minerário são explicitamente citadas, como é o caso da região chamada de Cabeça de Cachorro, no estado do Amazonas, divisa com Colômbia e Venezuela. A região é marcada pela existência de diversos povos indígenas, de distintas famílias linguísticas, com centenas de aldeias e comunidades tradicionais.

Mas esta não é a única região com declarado interesse mineral. Todos os estados da região Amazônica possuem terras indígenas em conflito latente com possíveis projetos de mineração. Para além do debate necessário sobre a segurança nacional, a possível permissão irrestrita da mineração em zonas de fronteiras impactará, sobretudo, os povos indígenas e populações tradicionais da Amazônia.

“Desde as primeiras movimentações do novo governo, sinalizava-se que o golpe de Temer aceleraria o saque mineral, com projeção de maior abertura do território nacional para a exploração desenfreada dos nossos bens minerais, principalmente, quando se trata da Amazônia e da faixa de fronteira, onde estão os minerais mais estratégicos para o acúmulo de capital e revolução tecnológica. Uma das propostas do governo Temer é abrir as faixas de fronteira para qualquer projeto de mineração, de forma irrestrita”, destaca Maria Júlia Gomes Andrade, da coordenação nacional do MAM.

“O governo Temer não se diferencia da lógica de outros governos em relação à política mineral de gestões anteriores, nas quais também prevaleceu uma lógica produtivista da exploração mineral, com aparelhamento dos órgãos responsáveis por representantes das empresas, com insuficiente fiscalização e controle das atividades, e pouca governança do Estado. Mas o governo golpista demonstra um viés ainda mais acelerado e subordinado ao capital mineral. E com ainda menor abertura ao diálogo com o setor organizado da sociedade brasileira, seja movimentos ou sindicatos”, completa Maria Júlia Gomes Andrade.

Clique aqui para acessar o relatório

Sugestão de fontes:
WWF – Jaime Gesisky- especialista em Políticas Públicas do WWF – Assessoria de imprensa: Giovanna Leopoldi Giovanna@jbpresshouse.com (11)963122030

Movimento pela Soberania Popular na Mineração – Maria Júlia Gomes Andrade (31) 9 8511 7347

Coordenação Nacional do MAM – comunicacaomam@gmail.com – Jarbas Vieira – (61) 9 8336 4399

Coordenação Nacional do MAM – comunicacaomam@gmail.com – Flávia Quirino

Assessoria de Imprensa do MAM – (61) 98336 4399 – comunicacaomam@gmail.com

Ministério de Minas e Energia – Assessoria de Comunicação – (61) 2032-5620/5588
ascom@mme.gov.br

Fonte: http://midiaeamazonia.andi.org.br/pauta/relatorio-do-wwf-alerta-que-governo-prepara-estimulo-mineracao-sem-salvaguarda-ambiental?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Pauta%20%2020170523

10 países onde as pessoas estão mais satisfeitas com seus empregos

10 empregos

Temos, ao longo dessas publicações, envolvido os leitores com temas ligados à área urbana. Seja violência, acessibilidade, conforto, qualidade, entre outros indicadores. E, procurando dar continuidade, hoje compartilho uma matéria publicada pela Revista Forbes quando elenca os 10 países onde as pessoas estão mais satisfeitas com seus empregos. E você?

Reclamar do emprego é uma prática corriqueira que, em alguns momentos, passa a ideia de insatisfação com o trabalho atual. Entretanto, a Randstad, empresa holandesa de soluções em recursos humanos, divulgou com exclusividade a FORBES (www.forbes.com) um estudo que mostra um cenário diferente. De acordo com a Randstad WorkMonitor, pesquisa realizada no primeiro trimestre de 2017 sobre o nível de satisfação dos funcionários com as empresas nas quais trabalham, 74% dos brasileiros entrevistados estão satisfeitos com o atual emprego, posicionando o Brasil em 15º lugar no ranking dos 33 países em que o levantamento foi feito.

“Quando se fala em satisfação, temos que ter em mente que os números são uma visão geral. Não significa que o colaborador esteja 100% feliz com o seu emprego – em algum aspecto ele pode não estar”, explica Sócrates Melo, gerente regional da Randstad Professionals. Melo informa que a pesquisa levou em consideração os seguintes fatores para apontar a percepção dos colaboradores com os empregos atuais: motivação, remuneração e qualidade de vida.

O estudo também indica que 88% das demissões em todo o mundo são em virtude do relacionamento ruim com os gestores. “Há líderes despreparados para o cargo”, afirma o especialista ao explicar que a chegada ao cargo de gerência é, atualmente, rápida, muitas vezes sem a experiência necessária para a posição.

Além disso, outro fator de descontentamento é a exigência de resultados no curto prazo. No caso brasileiro, a crise econômica e a incerteza política estão levando as empresas a focarem em resultados em detrimento da promoção de políticas de desenvolvimento nos recursos humanos.

A seguir, veja os 10 países com maior índice de satisfação dos colaboradores em seus atuais empregos.

1. México: Satisfeitos: 85%; Neutros: 9%; Insatisfeitos: 5%

2. Estados Unidos: Satisfeitos: 84%; Neutros: 10%; Insatisfeitos: 6%

3. Índia: Satisfeitos: 82%; Neutros: 14%; Insatisfeitos: 4%

4. Noruega: Satisfeitos: 80%; Neutros: 15%; Insatisfeitos: 5%

5. Dinamarca: Satisfeitos: 79%; Neutros: 15%; Insatisfeitos: 5%

6. Suíça: Satisfeitos: 78%; Neutros: 14%; Insatisfeitos: 6%

7. Holanda: Satisfeitos: 77%; Neutros: 17%; Insatisfeitos: 5%

8. Portugal: Satisfeitos: 77%; Neutros: 13%; Insatisfeitos: 9%

9. Luxemburgo: Satisfeitos: 76%; Neutros: 15%; Insatisfeitos: 8%

10. Áustria: Satisfeitos: 76%; Neutros: 19%; Insatisfeitos: 4%

Tijolos feitos a partir de bactérias

Tijolo de bactéria

Na matéria de hoje, compartilho a real possibilidade de se fabricar tijolos e construir se sem impactar o meio ambiente, além da não emissão de CO2 e sem gasto de energia como é hoje.

Ideia futurista? não sei. O que sei é que não podemos mais extrair recursos para tais fins.

Uma start-up de biotecnologia desenvolveu um método para sintetizar tijolos a partir de nada além de bactérias e outros materiais abundantes na natureza. Tendo recentemente recebido o primeiro prêmio no Cradle to Cradle Product Innovation ChallengebioMason desenvolveu um método de cultivar materiais através do emprego de microrganismos. Argumentando que os quatro materiais tradicionais da construção – concreto, vidro, aço e madeira – apresentam níveis significantes de energia incorporada e dependem muito de recursos naturais não renováveis, a resposta vem na forma de cimentos biológicos altamente resistentes (como corais) que podem ser usados “sem impactos negativos no ambiente”.

Segundo bioMason, “a produção mundial de cimento em 2008 contabilizou 2,8 bilhões de toneladas, com quantidades equivalentes de CO2 liberadas na atmosfera.” A série de processos que necessitam de muita energia para acontecer, desde a extração dos materiais brutos, transporte, a queima de combustíveis nos fornos, contribuem para que “40% das emissões globais de dióxido de carbono estejam ligadas à indústria da construção.

“Bactérias proporcionam um ambiente adequado para formar, a partir da combinação de nutrientes, nitrogênio e cálcio, um cimento natural em temperaturas ambientes, levando menos de cinco dias para a produção do composto.” A bioMason criou um modelo viável para o mercado que envolve a evolução das produtoras de alvenaria. Os recursos necessários para o biocimento são baratos, globalmente abundantes, e podem ser adquiridos a partir de restos de bioprodutos. Além disso, ao invés de depender de combustíveis para aquecimento, o novo material “cresce” em temperaturas ambientes.

Saiba mais sobre o bioMason biobrick.

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/01-179466/tijolos-feitos-a-partir-de-bacterias

43 das 50 cidades mais violentas do mundo estão na América Latina. Por quê?

cidade

Essa pergunta, título da presente matéria, sempre me inquietou. Por que as cidades mais violentas do mundo, sem conflitos declarados, estão na América Latina? (veja no final da matéria a relação das 50+ ou, de repente, as 50-).

Ou, em outras palavras, por que quando se viaja para outros lugares não observamos tamanho conflito? Ou ainda, por que achamos ou transferimos para a “África” os piores lugares para se viver?

Com exceção daquelas cidades que enfrentam conflitos bélicos, as cidades mais violentas do mundo estão na América Latiba e Caribe, onde vive apenas 8% da população mundial, porém, onde se concentram 33% de todos os homicídios. O Instituto Igarapé, do Brasil, conta com seu Observatório de Homicídios e adverte que quatorze dos vinte países com as maiores taxas de homicídio se localizam na América Latina e Caribe. Paralelamente, o relatório anual do Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal (CCSPJP), do México, sobre as cidades mais perigosas do mundo, apresenta outro dado impressionante: 43 das 50 cidades mais perigosas do mundo estão em nosso continente. O que pode ser feito para mudar isso?

O instituto Insight Crime apresenta cinco dinâmicas criminais: aumento dos mercados locais de drogas; fragmentação do crime organizado; países que movimentam a droga se tornam centros de delinquência; o legado de guerras civis em grupos criminosos; e a corrupção e criminalização do governo fiscal. No entanto, as cidades têm algo a dizer sobre isso.

Robert Muggah, Diretor de Pesquisas do Instituto Igarapé, e Ilona Szabo de Carvalho, Diretora Executiva do mesmo instituto, apresentaram no Foro Econômico Mundial a ideia de que algumas cidades latino-americanas sofrem de “periferização”, isto é, são fragmentadas, segregadas e elitistas. A pobreza é reduzida, a economia crescer, porém, a violência aumenta. Por que? Muggah afirma que as cidades latino-americanas são “as mais desiguais do planeta”: aproximadamente 111 dos 588 milhões de habitantes vivem em bairros pobres. Embora as elites nacionais cresçam economicamente, grandes porcentagens da população não têm acesso à água potável, eletricidade e rede de esgoto.

Muggah afirma que as rápidas taxas de urbanização das América Latina estão repercutindo na segurança das cidades que mais crescem, não necessariamente nas mais populosas. Ele recomenda seguir o exemplo dos casos bem sucedidos onde os programas de segurança pública se baseiam em dados; onde os esforços se concentram em zonas urbanas específicas (50% dos homicídios nas cidades acontecem em menos de 2% das ruas); onde a coesão social e as condições sociais e econômicas são fortalecidas. Muggah aponta para a necessidade de que estas regiões contem com sistemas de transporte eficiente, melhorias na qualidade das habitações e que seja eliminada a prática de relocação de comunidades. 

No relatório anual do Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal (CCSPJP), as cidades mais perigosas do mundo são:

50. Durban, África do Sul (34,43 homicídios para cada 100.000 habitantes)

49. Curitiba, Brasil (34,92)

48. Cúcuta, Colômbia (37)

47. Vitória, Brasil (37,54)

46. Manaus, Brasil (38.25)

45. Macapá, Brasil (30,25)

44. Armenia, Colômbia (38,54)

43. Nelson Mandela Bay, África do Sul (39,19)

42. Goiânia e Aparecida de Goiânia, Brasil (39,48)

41. Ciudad Obregón, México (40,95)

40. Chihuahua, México (42,02)

39. Cuiabá, Brasil (42,61)

38. Teresina, Brasil (42,84)

37. Ciudad Juárez, México (43,63)

36. Detroit, Estados Unidos (44,60)

35. Fortaleza, Brasil (44,98)

34. New Orleans, Estados Unidos (45,17)

33. São Luís, Brasil (45,41)

32. Kingston, Jamaica (45,43)

31. Palmira, Colômbia (46,30)

30. Gran Barcelona, Venezuela (46,86)

29. João Pessoa, Brasil (47,57)

28. Recife, Brasil (47,89)

27. Mazatlán, México (48,75)

26. Baltimore, Estados Unidos (51,14)

25. Maceió, Brasil (51,78)

24. Culiacán, México (51,81)

23. Ciudad de Guatemala, Guatemala (52,73)

22. Tijuana, México (53,06)

21. Cali, Colômbia (54)

20. Salvador, Brasil (54,71)

19. Campos dos Goytacazes, Brasil (56,45)

18. Cumaná, Venezuela (59,31)

17. Barquisimeto, Venezuela (59,38)

16. Vitória da Conquista, Brasil (60,10)

15. Feira de Santana, Brasil (60,23)

14. St. Louis, Estados Unidos (60,37)

13. Ciudad del Cabo, África do Sul (60,77)

12. Aracajú, Brasil (62,76)

11. Belém, Brasil  (67,41)

10. Natal, Brasil (69,56)

9. Valencia, Venezuela (72,02)

8. Ciudad Guayana, Venezuela (82,84)

7. San Salvador, El Salvador (83,39)

6. Maturín, Venezuela (84,21)

5. Ciudad Victoria, México (84,67)

4. Distrito Central, Honduras (85,09)

3. San Pedro Sula, Honduras (112,09)

2. Acapulco, México (113,24)

1. Caracas, Venezuela (130,35)

Faça o download do relatório completo do CCSPJP aqui.

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/871089/43-das-50-cidades-mais-violentas-do-mundo-estao-na-america-latina-por-que?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil