XV CONGRESSO INTERNACIONAL DE TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO: EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA EM TEMPOS DE MUDANÇA

XV congresso

Acontecerá em RECIFE (PE), no Centro de Convenções de Pernambuco, de 20 A 22 DE SETEMBRO DE 2017, o XV CONGRESSO INTERNACIONAL DE TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO.

Para maiores informações, acessar: http://www.pe.senac.br/congresso/index.php

Dados mostram que próximo do final da segunda década do século XXI, a educação brasileira permanece com marcas do século passado. Nas últimas avaliações internacionais do PISA, dentre os 70 países envolvidos, obtivemos o 59º lugar em Leitura, 63º lugar em Ciências e, lamentavelmente, o 65º lugar em Matemática. Considerando os países avaliados da América do Sul, estivemos à frente apenas do Peru em Leitura e Ciências e abaixo de todos em Matemática.

O XV Congresso Internacional de Tecnologia na Educação vem reafirmar o  inconformismo com essa triste realidade, buscando através de educadores renomados do Brasil e do mundo, debater teorias e experiências educacionais inovadoras e aplicáveis, para que se possa iniciar uma nova era na educação.

Elegeu-se como tema central do XV Congresso “EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA EM TEMPOS DE MUDANÇA”. Pois deseja-se trilhar novos caminhos. Por isso, planejo-se um amplo leque de atividades: palestras, oficinas, Espaço do Conhecimento – pôsteres e Comunicação Oral, Salão de Empreendedorismo e o Prêmio Professor Lucilo Ávila.

Relatório do WWF alerta que governo prepara estímulo à mineração sem salvaguarda ambiental

acordo de paris

No dia em que se comemora o, caótico e em fase terminal de UTI, meio ambiente, reforçado com a posição do presidente dos EUA que oficializa a saída do que o seu antecessor assinou como sendo o Acordo de Paris (http://www.mma.gov.br/clima/convencao-das-nacoes-unidas/acordo-de-paris), nada melhor do que uma reflexão de como anda, aqui pelo Brasil, essa discussão.

O governo federal prepara um pacote para beneficiar o setor de mineração e aumentar em 50% a participação mineral no PIB brasileiro. O pacote, que ainda circula de forma reservada, foi batizado de Programa para a Revitalização da Indústria Mineral Brasileira e contará com instrumentos legais como medidas provisórias, decretos e projetos de lei. O problema é que o governo pretende ajudar o setor de mineração sem garantir segurança para o meio ambiente. O alerta consta em relatório divulgado nesta terça-feira pela WWF.

Os dois pontos que mais preocupam são o avanço das atividades de mineração em área protegidas e o provável estímulo à flexibilização das regras do licenciamento ambiental, em plena discussão no Congresso Nacional neste momento.

Uma área de 46 mil km2 entre os estados do Pará e do Amapá proibida à mineração desde 1984 pode ser aberta em breve à iniciativa privada como uma das medidas prevista pelo governo Temer. O governo pretende ainda liberar 2,5 milhões de km² para a participação do capital estrangeiro em mineração na faixa de fronteira com os países vizinhos, desde o Amapá até o Rio Grande do Sul.

Segundo o Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM), as faixas de fronteira atravessam 11 estados brasileiros, com uma área total de 15.719 km, e correspondem a 27% do território nacional. A concentração principal para a exploração mineral está na Amazônia. Algumas das áreas de maior interesse minerário são explicitamente citadas, como é o caso da região chamada de Cabeça de Cachorro, no estado do Amazonas, divisa com Colômbia e Venezuela. A região é marcada pela existência de diversos povos indígenas, de distintas famílias linguísticas, com centenas de aldeias e comunidades tradicionais.

Mas esta não é a única região com declarado interesse mineral. Todos os estados da região Amazônica possuem terras indígenas em conflito latente com possíveis projetos de mineração. Para além do debate necessário sobre a segurança nacional, a possível permissão irrestrita da mineração em zonas de fronteiras impactará, sobretudo, os povos indígenas e populações tradicionais da Amazônia.

“Desde as primeiras movimentações do novo governo, sinalizava-se que o golpe de Temer aceleraria o saque mineral, com projeção de maior abertura do território nacional para a exploração desenfreada dos nossos bens minerais, principalmente, quando se trata da Amazônia e da faixa de fronteira, onde estão os minerais mais estratégicos para o acúmulo de capital e revolução tecnológica. Uma das propostas do governo Temer é abrir as faixas de fronteira para qualquer projeto de mineração, de forma irrestrita”, destaca Maria Júlia Gomes Andrade, da coordenação nacional do MAM.

“O governo Temer não se diferencia da lógica de outros governos em relação à política mineral de gestões anteriores, nas quais também prevaleceu uma lógica produtivista da exploração mineral, com aparelhamento dos órgãos responsáveis por representantes das empresas, com insuficiente fiscalização e controle das atividades, e pouca governança do Estado. Mas o governo golpista demonstra um viés ainda mais acelerado e subordinado ao capital mineral. E com ainda menor abertura ao diálogo com o setor organizado da sociedade brasileira, seja movimentos ou sindicatos”, completa Maria Júlia Gomes Andrade.

Clique aqui para acessar o relatório

Sugestão de fontes:
WWF – Jaime Gesisky- especialista em Políticas Públicas do WWF – Assessoria de imprensa: Giovanna Leopoldi Giovanna@jbpresshouse.com (11)963122030

Movimento pela Soberania Popular na Mineração – Maria Júlia Gomes Andrade (31) 9 8511 7347

Coordenação Nacional do MAM – comunicacaomam@gmail.com – Jarbas Vieira – (61) 9 8336 4399

Coordenação Nacional do MAM – comunicacaomam@gmail.com – Flávia Quirino

Assessoria de Imprensa do MAM – (61) 98336 4399 – comunicacaomam@gmail.com

Ministério de Minas e Energia – Assessoria de Comunicação – (61) 2032-5620/5588
ascom@mme.gov.br

Fonte: http://midiaeamazonia.andi.org.br/pauta/relatorio-do-wwf-alerta-que-governo-prepara-estimulo-mineracao-sem-salvaguarda-ambiental?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Pauta%20%2020170523

Chamada para Admissão de Artigos – VI Conferência Internacional de Pesquisa sobre Economia Social e Solidária

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A chamada apresenta as atividades referente ao VI Conferência Internacional de Pesquisa sobre Economia Social e Solidária – CIRIECEconomia Social e Solidária, Sustentabilidade e Inovação: enfrentando os velhos e os novos problemas sociais“.
O edital conta com três categorias de participação:
a. Grupos de Trabalho;
b. Pôster;
c. Jovens Pesquisadores
Os Resumos e os Trabalhos Completos deverão ser enviados somente através de sistema eletrônico on-line.
a) Envio de Resumo – Prazo Final 31/08/2017
b) Divulgação dos Resumos aceitos: avaliação contínua finalizada até 01/10/2107
c) Envio de Trabalho Completo – 31/10/2017

10 países onde as pessoas estão mais satisfeitas com seus empregos

10 empregos

Temos, ao longo dessas publicações, envolvido os leitores com temas ligados à área urbana. Seja violência, acessibilidade, conforto, qualidade, entre outros indicadores. E, procurando dar continuidade, hoje compartilho uma matéria publicada pela Revista Forbes quando elenca os 10 países onde as pessoas estão mais satisfeitas com seus empregos. E você?

Reclamar do emprego é uma prática corriqueira que, em alguns momentos, passa a ideia de insatisfação com o trabalho atual. Entretanto, a Randstad, empresa holandesa de soluções em recursos humanos, divulgou com exclusividade a FORBES (www.forbes.com) um estudo que mostra um cenário diferente. De acordo com a Randstad WorkMonitor, pesquisa realizada no primeiro trimestre de 2017 sobre o nível de satisfação dos funcionários com as empresas nas quais trabalham, 74% dos brasileiros entrevistados estão satisfeitos com o atual emprego, posicionando o Brasil em 15º lugar no ranking dos 33 países em que o levantamento foi feito.

“Quando se fala em satisfação, temos que ter em mente que os números são uma visão geral. Não significa que o colaborador esteja 100% feliz com o seu emprego – em algum aspecto ele pode não estar”, explica Sócrates Melo, gerente regional da Randstad Professionals. Melo informa que a pesquisa levou em consideração os seguintes fatores para apontar a percepção dos colaboradores com os empregos atuais: motivação, remuneração e qualidade de vida.

O estudo também indica que 88% das demissões em todo o mundo são em virtude do relacionamento ruim com os gestores. “Há líderes despreparados para o cargo”, afirma o especialista ao explicar que a chegada ao cargo de gerência é, atualmente, rápida, muitas vezes sem a experiência necessária para a posição.

Além disso, outro fator de descontentamento é a exigência de resultados no curto prazo. No caso brasileiro, a crise econômica e a incerteza política estão levando as empresas a focarem em resultados em detrimento da promoção de políticas de desenvolvimento nos recursos humanos.

A seguir, veja os 10 países com maior índice de satisfação dos colaboradores em seus atuais empregos.

1. México: Satisfeitos: 85%; Neutros: 9%; Insatisfeitos: 5%

2. Estados Unidos: Satisfeitos: 84%; Neutros: 10%; Insatisfeitos: 6%

3. Índia: Satisfeitos: 82%; Neutros: 14%; Insatisfeitos: 4%

4. Noruega: Satisfeitos: 80%; Neutros: 15%; Insatisfeitos: 5%

5. Dinamarca: Satisfeitos: 79%; Neutros: 15%; Insatisfeitos: 5%

6. Suíça: Satisfeitos: 78%; Neutros: 14%; Insatisfeitos: 6%

7. Holanda: Satisfeitos: 77%; Neutros: 17%; Insatisfeitos: 5%

8. Portugal: Satisfeitos: 77%; Neutros: 13%; Insatisfeitos: 9%

9. Luxemburgo: Satisfeitos: 76%; Neutros: 15%; Insatisfeitos: 8%

10. Áustria: Satisfeitos: 76%; Neutros: 19%; Insatisfeitos: 4%

SUBMISSÃO DE RELATOS DE EXPERIÊNCIA PARA PUBLICAÇÃO NA REVISTA DIFUSÃO

revista divusão

É com especial satisfação que informamos que a Diretoria de Extensão, Inclusão e Cultura da Pró­ Reitoria de Extensão, Pesquisa e Inovação – PROEPI do IFPR acaba de lançar a Chamada para a submissão de relatos de experiência de projetos de extensão e cultura para publicação na Revista Difusão.

Trata-­se de uma conquista que vem atender aos anseios de muitos de nossos colaboradores, reconhecendo assim seu trabalho e dedicação aos projetos desenvolvidos dentro da Instituição.

A Revista Difusão é uma ação dentro do Programa Difusão, que pretende estimular e divulgar as ações de extensão e cultura do IFPR. A publicação eletrônica será semestral e aberta a todos os servidores.

Enfatizamos a importância de divulgarmos os trabalhos desenvolvidos pelos campi em toda a Rede Federal, por isso contamos com o auxílio dos senhores na divulgação e adesão à proposta.

O período de submissão de trabalhos para publicação nas edições de 2017 é até 21 de maio de 2017 (http://reitoria.ifpr.edu.br/menu­institucional/pro­reitorias/proepi­2/editais/).

Fonte: http://reitoria.ifpr.edu.br/wp-content/uploads/2011/11/CHAMADA-REVISTA-DIFUS%C3%83O.pdf

A grama do vizinho é sempre mais verde

grama

Para mim é uma honra e orgulho publicar uma matéria do professor e amigo Fábio Angeoletto, da UFMT, Campus Rondonópolis, pesquisador esse que desenvolvemos pesquisas conjuntas ao qual trazemos à baila os comentários desse novo artigo, título desse post.

Na edição comemorativa dos 20 anos da revista acadêmica Ambiente & Sociedade, da Unicamp, publicamos (Fábio Angeoletto – UFMT, eu – IFPR e outros colegas) o artigo “The grass is always greener on the other side of the fence: the flora in urban backyards of different social classes”. O artigo está disponível para download, gratuitamente, no site da revista.

A boutade no título do artigo prepara o leitor para comparações entre a vegetação cultivada em quintais de diferentes classes sociais onde, invariavelmente, os quintais dos vizinhos mais ricos têm a grama mais verde, têm mais flores e mais árvores também.

Quintais urbanos têm um potencial considerável para a conservação da biodiversidade. No entanto, esses espaços não são planejados, e há pouca informação sobre a diversidade da flora nos quintais de diferentes classes sociais. Nós quantificamos e comparamos a diversidade vegetal dos quintais dois bairros na região metropolitana de Maringá (os bairros Conjunto Triângulo, de baixa renda, e Zona 02, de classe média alta). Os padrões de diversidade são marcadamente diferentes quando comparados os bairros.

A literatura científica descreve uma tendência bem definida de cultivos de espécies vegetais utilitárias (verduras, frutíferas, plantas medicinais) nos quintais dos mais pobres, e do predomínio de espécies ornamentais entre vizinhos de melhor nível econômico, e também constatamos esses padrões em nossa pesquisa. Não há, entre os cidadãos pobres da Região Metropolitana de Maringá, uma “ecologia do prestígio” materializada em uma abundância de plantas ornamentais ordenadas através de aportes de arquitetura paisagística, como é comum em bairros de classe média alta. É o que em ecologia urbana denominamos “efeito luxúria”, fenômeno no qual os mais ricos cercam-se de vegetação e criam paisagens nos espaços livres de suas vivendas.

No entanto, o achado mais importante da pesquisa cujos resultados publicamos na Ambiente & Sociedade foi a resposta que obtivemos para a pergunta surgida da comparação entre as floras de ricos e pobres. Por que os mais pobres cultivam menos?

Bem, somos cientistas e a realidade, é claro, é muito mais complexa. Sim, os quintais dos moradores pobres do Conjunto Triângulo têm menor área média, comparados aos quintais da Zona 02. Mas existe solo disponível. Nós descobrimos que os moradores pobres que pesquisamos não querem ocupar os metros quadrados dos seus lotes com plantas.  Esses moradores encaram seus quintais como uma espécie de poupança para futuras expansões da área construída de suas casas. Eles querem as mesmas comodidades presentes nas casas de classe média alta: garagens para os carros que muito ainda não têm, mas que almejam ardentemente, churrasqueiras, áreas de lazer. Ou simplesmente casas maiores.

Nós repetimos esse estudo em Rondonópolis, e comparamos os bairros Alfredo de Castro e Vila Aurora. Os resultados são similares. Nesse momento muito importante, no qual o Plano Diretor está sendo revisado e atualizado pela Prefeitura, com a participação da sociedade, é preciso incluir as dezenas de milhares de quintais no planejamento urbano. É um recurso ambiental que não pode seguir invisível à municipalidade. A aspiração das famílias mais pobres em ampliar suas casas pode ser alcançada sem o sacrifício da flora dos quintais e dos seus múltiplos benefícios. Soluções simples, como a verticalização das vivendas e a implantação de telhados verdes precisam ser oferecidas e difundidas nos bairros rondonopolitanos.

Fonte: http://www.atribunamt.com.br/2017/05/a-grama-do-vizinho-e-sempre-mais-verde/

Museu Guggenheim de Nova York disponibiliza mais de 200 livros e catálogos para download

museu

Seguindo a série e proposta de baixar legalmente livros, compartilhamos no blog de hoje o que o Museu Guggenheim de Nova York acaba de viabilizar.

Você provavelmente já deve ter ouvido falar do Arquivo da Internet, um acervo online com milhões de livros, softwares, filmes, músicas e outros documentos disponíveis gratuitamente. Há algum tempo, museus do mundo todo começaram a digitalizar seus acervos, tornando-os acessíveis ao público através da página do Arquivo (archive.org), e dentre estes está o Museu Solomon R. Guggenheim de Nova York, que recentemente disponibilizou mais de 200 catálogos de exposições e outros livros de arte.

Estão disponíveis livros do próprio museu, como Guggenheim Museum A to ZHandbook, the Guggenheim Museum collection, 1900-1980, ou ainda Masterpieces from the Guggenheim collection : from Picasso to Pollock, além de obras dedicadas a artistas e movimentos de vanguarda, como Expressionism, a German Intuition 1905-1920From van Gogh to Picasso, from Kandinsky to PollockKenneth Noland : A Retrospective Point and Line to Plane do pintor Wassily Kandinsky.

Explore a coleção de mais de 200 livros e catálogos aqui: archive.org/details/guggenheimmuseum

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/870426/museu-guggenheim-de-nova-iorque-disponibiliza-mais-de-200-livros-e-catalogos-para-download?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil