Mona Lisa nua é autêntica, dizem especialistas do Louvre

mona

Vamos abrir espaço hoje para falarmos de arte ao tempo em que envolvemos um dos maiores enigmas de todos os tempos: MONA LISA!

Replico aqui uma matéria publicada, entre vários outros sites, na UOL.

Teste científico aponta ser a mesma modelo

A Mona Lisa, de Leonardo da Vinci (1503) que já foi alvo de diversas polêmicas ganhou agora mais uma para a coleção. Especialistas do Museu do Louvre notaram que um antigo esboço feito em carvão é muito semelhante à misteriosa figura retratada.

A imagem foi encontrada em seu estúdio Leonardo da Vinci e foi chamada de “Monna Vanna”. Faz parte de uma coleção de arte Renascentista do Museu Condé, norte de Paris. E apesar das várias semelhanças nunca foi atribuída ao artista, mas a seus assistentes. Novas pistas levaram os especialistas a mudarem de ideia.

Semelhanças

Testes realizados no Museu do Louvre apontam semelhanças nas mãos, no corpo e no tamanho das imagens, levando assim a acreditar que o desenho é da mesma mulher e foi feito ao menos em parte pelo artista.”O desenho tem uma qualidade na forma como o rosto e as mãos foram desenhados que é realmente notável “, diz o especialista Mathieu Deldicque, “Não se trata de uma cópia inferior.”

Controvérsia

O conservador do Louvre, Bruno Mottin confirmou que a imagem data a mesma época em que o pintor viveu, mas há um impedimento para a confirmação definitiva. Os testes revelaram que um detalhe do esboço foi feita por uma pessoa destra, e da Vinci era canhoto.
A autoria definitiva pode demorar a ser confirmada. Devido à fragilidade da obra, os especialistas encontram algumas dificuldades para realizar mais testes.

 

Fonte: http://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/historia-hoje/mona-lisa-nua-e-autentica-dizem-especialistas-do-louvre.phtml#.WdBDCFtSzZ6

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Cientistas descobrem o segredo por trás da resistência do concreto romano (How seawater strengthens ancient Roman concrete)

concreto romano

To Read in English type: https://unews.utah.edu/roman-concrete/ : How seawater strengthens ancient Roman concrete)

Olha só que interessante: Mais de dois mil anos atrás, o Império Romano inventou um tipo único de concreto que permitiu a construção de estruturas enormes e duráveis – mesmo debaixo d’água. Por incrível que pareça, as propriedades químicas exatas desta mistura de concreto não haviam sido identificadas por cientistas até o dia de hoje – mas agora, pesquisadores da Universidade de Utah acreditam que podem finalmente ter encontrado as informações que faltavam.

De acordo com as descobertas na revista American Mineralogist, o segredo reside nas propriedades químicas de dois dos componentes da mistura: cal e cinzas vulcânicas, que continham um mineral raro conhecido como tobermorite de alumínio. Quando exposta à água do mar, a substância se cristalizava na cal enquanto curava. Em vez de ser corroída pela água, sua presença dava mais resistência ao material.

Usando um microscópio eletrônico, microdiferação de raios X e espectroscopia Raman, os pesquisadores conseguiram mapear a distribuição de elementos nas obras arquitetônicas romanas remanescentes. O que eles encontraram foram quantidades significativas de sedimentos de tobermorite na composição do concreto e um mineral poroso e semelhante chamado phillipsite. Através da contínua exposição à água do mar, os cientistas supõem que o composto conseguiu continuar se cristalizando ao longo do tempo, reforçando o concreto e evitando a formação de rachaduras.

“Ao contrário dos princípios do concreto moderno à base de cimento”, disse a autora principal, Marie Jackson, “os romanos criaram um concreto parecido com uma rocha que melhora ao passo que permanece em troca química aberta com água do mar. É algo muito raro no mundo“.

Os cientistas esperam que as descobertas possam ser usadas para melhorar as técnicas modernas do concreto – resultando em um material duradouro e mais sustentável para o meio ambiente.

“Acredito que a pesquisa abre uma perspectiva completamente nova sobre como o concreto pode ser feito – que o que consideramos processos de corrosão pode realmente produzir cimento mineral extremamente benéfico e levar a uma resiliência contínua, de fato, melhorou talvez a resiliência ao longo do tempo”, afirmou Jackson.

Um projeto atual que seria ideal para a experimentação com concreto romano é o dique para a lagoa de Swansea no País de Gales.

“Há muitas aplicações, mas é necessário trabalhar mais para criar essas misturas. Começamos, mas há muitos ajustes que precisam ser feitos”, disse Jackson. “O desafio é desenvolver métodos que usem produtos vulcânicos comuns – e isso é exatamente o que estamos fazendo agora”.

Saiba mais sobre a pesquisa, aqui.

Via the GuardianBBC.

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/875474/cientistas-descobrem-o-segredo-por-tras-da-resistencia-do-concreto-romano?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil

Cientistas desvendam mistério matemático em tábua da Babilônia

tábua

O compartilhar da matéria de hoje é por demais atrativa. Trata-se de um olhar para o passado e revelar que no “antes de ontem” já se fazia matemática melhor do que o “ontem”.

Pesquisadores da Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, descobriram que um objeto de argila de 3.700 anos é, na verdade, uma tábua trigonométrica, a mais antiga escritura matemática para calcular como construir palácios, templos e canais.

A nova pesquisa publicada no último dia 24 (de agosto) mostra que os babilônios foram mais rápidos que os gregos para a invenção da trigonometria (estudo dos triângulos). Eles teriam chegado mil anos mais cedo, de acordo com os cientistas, o que revela uma antiga sofisticação matemática escondida até agora.

Conhecida como Plimptom 322, a pequena tábua foi descoberta no início do século XX no sul do Iraque pelo arqueólogo Edgar Banks – ele inspirou o personagem do cinema Indiana Jones. A relíquia tem quatro colunas e 15 linhas de números.

“Plimpton 322 confundiu os matemáticos durante mais de 70 anos, já que contém um padrão especial de números chamados de triplos pitagóricos”, disse Daniel Mansfield, do Curso de Matemática e Estatística da Faculdade de Ciências da Universidade de Nova Gales do Sul.

“O grande mistério, até agora, era o seu propósito – por que os escritores antigos realizavam a tarefa complexa de gerar e classificar os números na tabela”, completou.

Uma tabela trigonométrica permite descobrir o tamanho dos lados de um triângulo retângulo (com um ângulo de 90º) por meio de cálculos e regras. O astrônomo grego Hiparco, que viveu cerca de 120 a.C., é considerado o pai desta área.

“A Plimptom 233 existiu antes de Hiparco em mais de mil anos”, disse Norman Wildberger, professor associado a Mansfield. “Isso abre novas possibilidades não apenas para a pesquisa matemática moderna, mas também para a educação matemática”.

Fonte: G1 / http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2017/08/25/138401-cientistas-desvendam-misterio-matematico-em-tabua-da-babilonia.html

Catálogo online disponibiliza imagens das primeiras décadas da fotografia – Europeana Photography

foto antiga

A matéria compartilhada hoje nos remota aos primórdios da fotografia. Nada digital! Mas toda uma bruma que envolvia desde a posição até a chegada do material revelado. Algo que poderia durar até meses entre o click e a sua visualização.

Uma plataforma lançada recentemente reúne imagens das primeiras décadas da fotografia. Intitulado Europeana Photography, o website disponibiliza imagens provenientes de arquivos fotográficos, agências e coleções de museus de toda a Europa, muitas das quais já estão em domínio público e podem ser baixadas e usadas livremente.

O catálogo online conta com uma ferramenta de busca que permite filtrar os resultados por palavras-chave, país, instituição e tipo de licença de uso. Dentre as obras disponíveis no site, estão fotografias de Julia Margaret Cameron, Eadweard Muybridge e Louis Daguerre, um dos responsáveis pelo advento do processo fotográfico.

O site apresenta fotografias de países de fora da Europa e uma rápida busca com a palavra “arquitetura” (em português) revela imagens antigas de São Paulo, Brasília e outras cidades brasileiras. Atualmente o Europeana Photography conta com mais de  2,2 milhões de imagens, o que faz deste um importante catálogo para pesquisadores e entusiastas da fotografia.

Europeana Photography pode ser explorado também em português, basta clicar aqui.

Fontehttp://www.archdaily.com.br/br/872397/catalogo-online-disponibiliza-imagens-das-primeiras-decadas-da-fotografia?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil; Ricardo Hage; 

 

43 das 50 cidades mais violentas do mundo estão na América Latina. Por quê?

cidade

Essa pergunta, título da presente matéria, sempre me inquietou. Por que as cidades mais violentas do mundo, sem conflitos declarados, estão na América Latina? (veja no final da matéria a relação das 50+ ou, de repente, as 50-).

Ou, em outras palavras, por que quando se viaja para outros lugares não observamos tamanho conflito? Ou ainda, por que achamos ou transferimos para a “África” os piores lugares para se viver?

Com exceção daquelas cidades que enfrentam conflitos bélicos, as cidades mais violentas do mundo estão na América Latiba e Caribe, onde vive apenas 8% da população mundial, porém, onde se concentram 33% de todos os homicídios. O Instituto Igarapé, do Brasil, conta com seu Observatório de Homicídios e adverte que quatorze dos vinte países com as maiores taxas de homicídio se localizam na América Latina e Caribe. Paralelamente, o relatório anual do Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal (CCSPJP), do México, sobre as cidades mais perigosas do mundo, apresenta outro dado impressionante: 43 das 50 cidades mais perigosas do mundo estão em nosso continente. O que pode ser feito para mudar isso?

O instituto Insight Crime apresenta cinco dinâmicas criminais: aumento dos mercados locais de drogas; fragmentação do crime organizado; países que movimentam a droga se tornam centros de delinquência; o legado de guerras civis em grupos criminosos; e a corrupção e criminalização do governo fiscal. No entanto, as cidades têm algo a dizer sobre isso.

Robert Muggah, Diretor de Pesquisas do Instituto Igarapé, e Ilona Szabo de Carvalho, Diretora Executiva do mesmo instituto, apresentaram no Foro Econômico Mundial a ideia de que algumas cidades latino-americanas sofrem de “periferização”, isto é, são fragmentadas, segregadas e elitistas. A pobreza é reduzida, a economia crescer, porém, a violência aumenta. Por que? Muggah afirma que as cidades latino-americanas são “as mais desiguais do planeta”: aproximadamente 111 dos 588 milhões de habitantes vivem em bairros pobres. Embora as elites nacionais cresçam economicamente, grandes porcentagens da população não têm acesso à água potável, eletricidade e rede de esgoto.

Muggah afirma que as rápidas taxas de urbanização das América Latina estão repercutindo na segurança das cidades que mais crescem, não necessariamente nas mais populosas. Ele recomenda seguir o exemplo dos casos bem sucedidos onde os programas de segurança pública se baseiam em dados; onde os esforços se concentram em zonas urbanas específicas (50% dos homicídios nas cidades acontecem em menos de 2% das ruas); onde a coesão social e as condições sociais e econômicas são fortalecidas. Muggah aponta para a necessidade de que estas regiões contem com sistemas de transporte eficiente, melhorias na qualidade das habitações e que seja eliminada a prática de relocação de comunidades. 

No relatório anual do Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal (CCSPJP), as cidades mais perigosas do mundo são:

50. Durban, África do Sul (34,43 homicídios para cada 100.000 habitantes)

49. Curitiba, Brasil (34,92)

48. Cúcuta, Colômbia (37)

47. Vitória, Brasil (37,54)

46. Manaus, Brasil (38.25)

45. Macapá, Brasil (30,25)

44. Armenia, Colômbia (38,54)

43. Nelson Mandela Bay, África do Sul (39,19)

42. Goiânia e Aparecida de Goiânia, Brasil (39,48)

41. Ciudad Obregón, México (40,95)

40. Chihuahua, México (42,02)

39. Cuiabá, Brasil (42,61)

38. Teresina, Brasil (42,84)

37. Ciudad Juárez, México (43,63)

36. Detroit, Estados Unidos (44,60)

35. Fortaleza, Brasil (44,98)

34. New Orleans, Estados Unidos (45,17)

33. São Luís, Brasil (45,41)

32. Kingston, Jamaica (45,43)

31. Palmira, Colômbia (46,30)

30. Gran Barcelona, Venezuela (46,86)

29. João Pessoa, Brasil (47,57)

28. Recife, Brasil (47,89)

27. Mazatlán, México (48,75)

26. Baltimore, Estados Unidos (51,14)

25. Maceió, Brasil (51,78)

24. Culiacán, México (51,81)

23. Ciudad de Guatemala, Guatemala (52,73)

22. Tijuana, México (53,06)

21. Cali, Colômbia (54)

20. Salvador, Brasil (54,71)

19. Campos dos Goytacazes, Brasil (56,45)

18. Cumaná, Venezuela (59,31)

17. Barquisimeto, Venezuela (59,38)

16. Vitória da Conquista, Brasil (60,10)

15. Feira de Santana, Brasil (60,23)

14. St. Louis, Estados Unidos (60,37)

13. Ciudad del Cabo, África do Sul (60,77)

12. Aracajú, Brasil (62,76)

11. Belém, Brasil  (67,41)

10. Natal, Brasil (69,56)

9. Valencia, Venezuela (72,02)

8. Ciudad Guayana, Venezuela (82,84)

7. San Salvador, El Salvador (83,39)

6. Maturín, Venezuela (84,21)

5. Ciudad Victoria, México (84,67)

4. Distrito Central, Honduras (85,09)

3. San Pedro Sula, Honduras (112,09)

2. Acapulco, México (113,24)

1. Caracas, Venezuela (130,35)

Faça o download do relatório completo do CCSPJP aqui.

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/871089/43-das-50-cidades-mais-violentas-do-mundo-estao-na-america-latina-por-que?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil

Museu Guggenheim de Nova York disponibiliza mais de 200 livros e catálogos para download

museu

Seguindo a série e proposta de baixar legalmente livros, compartilhamos no blog de hoje o que o Museu Guggenheim de Nova York acaba de viabilizar.

Você provavelmente já deve ter ouvido falar do Arquivo da Internet, um acervo online com milhões de livros, softwares, filmes, músicas e outros documentos disponíveis gratuitamente. Há algum tempo, museus do mundo todo começaram a digitalizar seus acervos, tornando-os acessíveis ao público através da página do Arquivo (archive.org), e dentre estes está o Museu Solomon R. Guggenheim de Nova York, que recentemente disponibilizou mais de 200 catálogos de exposições e outros livros de arte.

Estão disponíveis livros do próprio museu, como Guggenheim Museum A to ZHandbook, the Guggenheim Museum collection, 1900-1980, ou ainda Masterpieces from the Guggenheim collection : from Picasso to Pollock, além de obras dedicadas a artistas e movimentos de vanguarda, como Expressionism, a German Intuition 1905-1920From van Gogh to Picasso, from Kandinsky to PollockKenneth Noland : A Retrospective Point and Line to Plane do pintor Wassily Kandinsky.

Explore a coleção de mais de 200 livros e catálogos aqui: archive.org/details/guggenheimmuseum

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/870426/museu-guggenheim-de-nova-iorque-disponibiliza-mais-de-200-livros-e-catalogos-para-download?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil

Como a vegetação urbana ajuda a economizar na conta de luz

Luz

Em meados de 1985/86 quando estudava em Israel, aprendi que a determinação naquele país era plantar e plantar árvores, quase que de forma incondicional. No Instituto Volcani aprendi que se utilizava água expelida do ar condicionado para irrigar mudas que viriam a ser futuras árvores. Todas essas com múltiplos objetivos mas, pela primeira vez ouvi a relação de árvores urbanas como forma de minimizar custo com energia.

Os anos se passaram e, quase 1/3 de século depois, voltamos à tona essa discussão, agora de forma global.

A importância das árvores ganha cada vez mais espaço na pauta das cidades. Além de essenciais para o combate às mudanças climáticas e para o visual do ambiente urbano, proporcionam conforto para as pessoas com suas sombras, amenizando o efeito das altas temperaturas. Ainda assim, há quem ache que cortá-las é o caminho para aumentar as áreas de construção e desenvolvimento.

Mas e se vantagens econômicas forem somadas às vantagens ambientais?

Os dados mostram que as casas dos Estados Unidos gastam estimados 10,18 bilhões de Btus, sendo 47,7% dessa energia proveniente de aquecedores e aparelhos de ar-condicionado. “Esse consumo de energia não apenas tem custos monetários substanciais para os residentes, mas também gera custos associados às emissões de poluentes atmosféricos provenientes da produção de energia”, diz o estudo.

Nesse sentido, não é surpreendente como as árvores podem ajudar na economia: produzem sombra, bloqueiam ventos e reduzem as temperaturas através da evaporação da água das folhas (transpiração e arrefecimento). Com isso, durante o verão, é reduzida a necessidade de condicionamento de ar. No entanto, durante o inverno, essa mesma sombra deixa o ambiente mais frio e incentiva as pessoas a ligarem os aquecedores.

Essa questão foi levada em conta pelos pesquisadores, que consideraram onde as árvores estavam localizadas em relação à luz do sol e à velocidade do vento, e o quanto de suas folhas caíam durante o outono e o inverno. Também foram combinados dados de campo com mapas locais para chegar a uma estimativa nacional.

O resultado estimado é que as árvores nos EUA ajudam a economizar cerca de US$ 7,8 bilhões ao reduzir os custos de energia a cada ano, e cerca de US$ 3,9 bilhões anuais com a redução de emissões. De acordo com a pesquisa, focar o plantio de árvores em áreas com maiores densidades populacionais, mesmo sendo apenas 3,6% de toda a área do país, já levaria a uma grande economia.

Ou seja, a solução não é sair plantando em qualquer lugar, mas pensar no tamanho, na espécie e na direção que a árvore vai ser colocada. Por exemplo, a pesquisa explica que “embora os resultados variem de acordo com a zona climática, em geral, grandes árvores no lado oeste dos edifícios fornecem a maior redução média no consumo de energia de refrigeração, enquanto grandes árvores no lado sul tendem a levar a um aumento ainda maior no uso de energia durante o inverno”.

Economia no transporte

Outra forma de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e gerar economia é investindo no transporte ativo, pensando no desenvolvimento das cidades de forma que o ambiente seja propício para deslocamentos a pé, por exemplo. E um dos oito princípios da calçada, defendidos pelo WRI Brasil Cidades Sustentáveis, é ter um espaço atraente, que pode ser aprimorado com a vegetação. A árvores que gera sombre e se mostrou eficiente para a economia na pesquisa americana, também proporciona conforto e protege os pedestres do tráfego de veículos, reduz o risco de inundações, valoriza as propriedades e cria estética positiva para o comércio .

Uma análise foi realizada na cidade de Maceió, Alagoas, com o objetivo de identificar a importância da vegetação na redução do consumo energético, e evidenciou o efeito amenizador da temperatura do ar proporcionado, reduzindo os valores sobretudo nos horários entre 9h e 15h. As áreas arborizadas também apresentaram um aquecimento mais lento.

As árvores, portanto, passam a contribuir com a saúde das pessoas tanto no aspecto físico, a partir de um ar mais puro e mais conforto para caminhadas, quanto no financeiro, ao contribuir para reduzir a conta de luz. Resta encontrar formas de melhorar a vegetação das áreas urbanas, incluindo essa preocupação desde o princípio do planejamento.

Via TheCityFix Brasil

Uma pesquisa realizada por cientistas do Serviço Florestal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA Forest Service) mostra que as árvores também ajudam a economizar o consumo de energia nos edifícios, o que reflete diretamente nas contas de luz.

Fonte (para texto em itálico): http://www.archdaily.com.br/br/868673/como-a-vegetacao-urbana-ajuda-a-economizar-na-conta-de-luz?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil