ISRAEL – VOCÊ TEM UMA OPÇÃO DE BOLSA DE ESTUDOS

Gimi

Aproveito o tempo de hoje para transcrever um email que pessoalmente recebi do Diretor de Programas Internacionais, do Instituto Galileia, em Israel, e quero compartilhar com todos os que pensam estudar em Israel, assim como eu tive essa oportunidade.
O Galilee International Management Institute (GIMI), localizado em Israel, desenvolve cursos avançados de capacitação para profissionais de todo o mundo.
Fundado em 1987, mais de 18.000 profissionais oriundos de 170 países, se formaram em nossos programas, conferindo ao Instituto uma reputação global.
Você pode obter uma Bolsa de Estudos concedida ao GIMI pela OEA – Organização dos Estados Americanos e participar de um programa ainda em 2018.
Veja detalhes sobre os nossos programas, realizados em Israel, voltados ao público brasileiro e ministrados em português.
Para maiores informações mantenha contato com Sr. TSUR BUNIM – Agente Comercial do Galilee International Management Institute (GIMI) para o Brasil.
Celular / WhatsApp: (11) 99606-5051
Esperamos te ver em um dos nossos programas. Se preferir, estou a disposição na sede do GIMI.
Um cordial Shalom!
Gabriel Eigner
Diretor de Programas Internacionais
+972 4 642 8888
Galilee International Management Institute
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Enzima superpoderosa que come plástico encontrada acidentalmente

Enzima

Uma recente descoberta da ciência pode ter encontrado um importante aliado no combate à poluição por plástico em todo o mundo: uma enzima superpoderosa. Esta substância seria capaz de digerir o plástico, comumente encontrado em grandes quantidades poluindo nosso meio ambiente.

A descoberta poderia resultar em uma solução de reciclagem que pode processar milhões de toneladas de plástico, feito de polietileno tereftalato (também conhecido como PET), que atualmente persiste no meio ambiente por centenas de anos.

A pesquisa foi conduzida por equipes da Universidade de Portsmouth (http://www.port.ac.uk/#52644) e do Laboratório Nacional de Energia Renovável (NREL) do Departamento de Energia dos EUA, com os resultados sendo publicados na Academia Nacional de Ciências (PNAS).

Esta enzima teria evoluído para digerir plástico PET, frequentemente usado na produção de garrafas plásticas, recipientes para alimentos e até mesmo fibras de roupas. O professor John McGeehan, da Universidade de Portsmouth, e Gregg Beckham, do NREL, estudaram a estrutura cristalina dessa enzima para entender como ela funciona.

Golpe de sorte

Durante o estudo, a equipe projetou acidentalmente uma versão mutante que é ainda melhor em degradar o plástico do que aquela que evoluiu na natureza.

Os pesquisadores agora estão trabalhando para melhorar ainda mais a eficácia da enzima, de modo que ela possa ser aplicada a usos industriais, onde pode quebrar o plástico em uma fração do tempo.

McGeehan, diretor do Instituto de Ciências Biológicas e Biomédicas da Faculdade de Ciências Biológicas de Portsmouth, disse: “Todos nós podemos desempenhar um papel significativo ao lidar com o problema do plástico, mas a comunidade científica que criou esses ‘materiais maravilhosos’ deve agora usar toda a tecnologia à sua disposição para desenvolver soluções reais.”

Evolução enzimática

O avanço veio através do exame da estrutura da enzima que havia evoluído na natureza e foi considerada como sendo descoberta em um local de reciclagem no Japão. O objetivo era entender como a enzima evoluiu e ver se seria possível melhorá-la. Durante o estudo, no entanto, a equipe acidentalmente projetou uma enzima que era ainda melhor em degradar o plástico PET.

“A sorte muitas vezes desempenha um papel significativo na pesquisa científica fundamental e nossa descoberta aqui não é exceção”, disse McGeehan.

“Embora a melhora seja modesta, essa descoberta inesperada sugere que há espaço para melhorar ainda mais essas enzimas, aproximando-nos de uma solução de reciclagem para a montanha cada vez maior de plásticos descartados.”

Plásticos descartados

A equipe de pesquisa pode agora aplicar as ferramentas de engenharia de proteínas e evolução para continuar melhorando a enzima. A pesquisa revelou que a substância pode também degradar o furanicarboxilato de olietileno, ou PEF, um substituto de base biológica para plásticos PET que está sendo saudado como opção para garrafas de cerveja de vidro.

McGeehan disse: “O processo de engenharia é praticamente o mesmo das enzimas usadas atualmente em detergentes biológicos e na fabricação de biocombustíveis, está bem dentro da possibilidade de que nos próximos anos veremos um processo industrialmente viável para transformar o PET e potencialmente outros substratos, como o PEF, o PLA e o PBS, em blocos de construção originais, para que possam ser reciclados de forma sustentável ”.

Fonte: National Geographic // http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2018/04/26/143299-enzima-superpoderosa-que-come-plastico-encontrada-acidentalmente.html

A maior parte do seu corpo não é humana – e é nova aposta de cientistas para vencer doenças

Recentemente, mais precisamente no dia 11/04, 

Algo futurista? Tema muito mais próximo do que imaginamos…

bactéria

Mais da metade do seu corpo não é humano, dizem cientistas.

As células humanas constituem apenas 43% da contagem total de células do corpo. O resto são micro-organismos.

Entender essa parte escondida de nós mesmos – o chamado microbioma – está transformando rapidamente a compreensão de doenças que vão desde alergias até mal de Parkinson.

Esse campo de pesquisa está inclusive questionando o que significa ser “humano” e levando a novos tratamentos inovadores como resultado.

“Eles (os micro-organismos) são essenciais para a sua saúde”, diz a professora Ruth Ley, diretora do departamento de microbiologia do Instituto Max Planck. “Seu corpo não é apenas você”.

Não importa o quão bem você se lavar, quase todos os cantos do seu corpo estão cobertos de criaturas microscópicas.

Isso inclui bactérias, vírus, fungos e arquea (organismos que eram classificados de forma equivocada como bactérias, mas de características genéticas e bioquímicas diferentes). A maior concentração dessa vida microscópica está nas profundezas de nossos intestinos, onde há pouca presença de oxigênio.

O professor Rob Knight, da Universidade da Califórnia em San Diego, disse à BBC: “Você é mais micróbio do que humano”.

Originalmente, pensava-se que para cada célula humana havia outras 10 não-humanas no nosso corpo. “Isso foi ajustado para muito mais próximo de 1 para 1, então a estimativa atual é de que você é 43% humano se contarmos todas as células”, diz ele.

“Mas geneticamente estamos em desvantagem ainda maior.”

O genoma humano – o conjunto completo de instruções genéticas para um ser humano – é composto de 20 mil instruções denominadas genes.

Mas se você juntar todos os genes de nosso microbioma chegará a um número de entre 2 milhões a 20 milhões de genes microbianos.

Sarkis Mazmanian, microbiologista do Instituto de Tecnologia da Califórnia, argumenta: “Nós não temos apenas um genoma, os genes do nosso microbioma apresentam essencialmente um segundo genoma que expande a atividade de nosso próprio genoma”.

“O que nos torna humanos é, na minha opinião, a combinação do nosso próprio DNA com o DNA dos nossos micróbios intestinais.”

Seria ingênuo pensar que carregamos tanto material microbiano sem que ele interaja ou tenha algum efeito em nossos corpos.

A ciência está descobrindo rapidamente o papel que o microbioma desempenha na digestão, regulando o sistema imunológico, protegendo-o contra doenças e produzindo vitaminas vitais.

“Estamos descobrindo como essas minúsculas criaturas transformam totalmente nossa saúde de maneiras que nunca havíamos imaginado, até recentemente”, disse o professor Knight.

É uma nova forma de pensar sobre o mundo microbiano. Pois nosso relacionamento com os micróbios tem sido, em grande parte, o de inimigos em uma guerra.

Campo de batalha microbiano

Antibióticos e vacinas têm sido as armas lançadas contra doenças e agentes como varíola, Mycobacterium tuberculosis (bactéria causadora da tuberculose) ou MRSA (um tipo de bactéria resistente a vários antibióticos amplamente utilizados).

As conquistas nessa luta têm sido significativas e salvaram um grande número de vidas.

Mas alguns pesquisadores estão preocupados por que esse ataque constante a “vilões” causadores de doenças também trazem danos incalculáveis às nossas “boas bactérias”.

“Nos últimos 50 anos, fizemos um ótimo trabalho na eliminação de doenças infecciosas”, disse a professora Ley.

“Mas temos visto um enorme e assustador crescimento em doenças autoimunes e em alergias.

“É aqui que entra o trabalho no microbioma, é em ver como as mudanças no microbioma – que ocorreram como resultado do sucesso que tivemos combatendo patógenos – têm contribuído agora para todo um novo conjunto de doenças com as quais temos de lidar.”

O microbioma também está sendo ligado a doenças como mal de Parkinson, doença inflamatória intestinal, depressão, autismo e ao funcionamento de drogas contra câncer.

A obesidade é outro exemplo. O histórico familiar e as escolhas de estilo de vida desempenham claramente um papel nesse aspecto, mas e os micróbios intestinais?

Em busca de uma resposta, o professor Knight realizou experimentos usando ratos nascidos em um ambiente totalmente higienizado – e viveram toda sua vida completamente livre de micróbios.

“Fomos capazes de mostrar que se você pegar fezes de humanos magros e de humanos obesos, e transplantar as bactérias em camundongos, você pode tornar o camundongo mais magro ou mais gordo, dependendo de qual microbioma usou”, diz Knight.

“Isso é incrível, mas a questão agora é saber se isso será traduzível para humanos.”

Esta é a grande esperança neste campo de pesquisa, de que os micróbios possam ser uma nova forma de medicamento.

Mina de ouro da informação

O cientista Trevor Lawley, do Wellcome Trust Sanger Institute, está tentando cultivar o microbioma inteiro de pacientes saudáveis e o de doentes.

“Quando se está doente, pode haver micróbios faltando, por exemplo. A ideia é reintroduzi-los”.

Lawley diz que há evidências crescentes de que restaurar o microbioma de alguém “pode realmente levar à melhora” em doenças como a colite ulcerativa, um tipo de doença inflamatória intestinal.

E acrescenta: “Acho que para muitas doenças que estudamos, serão definidas misturas de micróbios, talvez 10 ou 15, que serão introduzidos no paciente”.

A medicina microbiana está em seus estágios iniciais, mas alguns pesquisadores acham que o monitoramento do nosso microbioma em breve se tornará algo cotidiano capaz de fornecer uma mina de ouro de informações sobre nossa saúde.

“É incrível pensar que cada colher de chá de suas fezes contém mais dados do DNA desses micróbios do que poderia ser armazenado em uma tonelada de DVDs”, diz Knight .

“No momento, toda vez que você libera esses dados no banheiro, você está mandando toda aquela informação descarga abaixo.”

“Parte de nossa visão é que, num futuro não tão distante, assim que você der a descarga, algum tipo de leitura instantânea será feita e lhe dirá se você está na direção certa ou errada.”

“Isso eu acho que será realmente transformador.”

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/geral-43716220

Uma empresa de Gana está transformando sacolas plásticas em estradas

estrada plástica

Enquanto ficamos sem saber o que fazer com sacolas plásticas aqui no Brasil ou sendo notícia de que as usamos como substituto de bolsas de colostomia, seja em São Paulo (http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2017/03/falta-de-bolsa-de-colostomia-obriga-pacientes-usarem-sacola-plastica.html), Pernambuco (http://tvjornal.ne10.uol.com.br/noticia/ultimas/2018/02/22/sem-material-para-colostomia-pacientes-usam-ate-sacolas-39517.php), Paraná (http://www.obemdito.com.br/regiao/falta-de-bolsa-de-colostomia-obriga-paciente-a-usar-sacola-plastica/14904/) ou em qualquer outro lugar desse país. Enquanto isso, uma empresa de Gana decide investir na construção de estradas…

Apenas 2% do lixo plástico em Gana é reciclado , de acordo com um vídeo do Fórum Econômico Mundial (WEF) – mas uma empresa local espera mudar essa estatística. A Nelplast Ghana Limited , que se concentra no processamento industrial, está transformando sacolas plásticas em blocos de pavimento que podem ser usados ​​para construir estradas. E não são apenas sacolas plásticas que podem ser utilizadas, mas praticamente qualquer tipo de lixo plástico.

Graças à Nelplast, os sacos de plástico agora podem ter uma nova vida como parte de uma estrada. A Nelplast tritura os sacos e os mistura com areia para criar o que o WEF descreve como “uma nova forma de asfalto ”. Esse asfalto requer menos recursos naturais para ser criado, dura muito tempo e é resiliente para o arranque. E não são apenas sacos de plástico que podem ser utilizados, mas apenas sobre qualquer tipo de lixo de plástico.

O engenheiro de redes Nelson Boateng está por trás da Nelplast; publicação linha Konbini disse ele desenvolveu o asfalto, que é composta por 60 por cento de plástico e 40 por cento de areia. Ele criou sua própria máquina de reciclagem usando sucata de metal e começou a empresa a reciclar cerca de 4.000 kg de sucata de plástico. O site da Nelplast diz que a Boateng possui “mais de 20 anos de experiência na indústria de reciclagem”.

O vídeo do WEF disse que o Ministério do Meio Ambiente de Gana já tem os blocos de pavimentação em um distrito, e quer ajudar a expansão da Nelplast. Além de ajudar a limpar o meio ambiente , a Boateng criou empregos; a empresa emprega direta e indiretamente mais de 230 pessoas.

A Nelplast visa “buscar o interesse do meio ambiente em primeiro lugar em todos os seus processos”. Por exemplo, a empresa também vende telhas de plástico e oferece consultoria no lançamento de empresas de reciclagem. Seus objetivos incluem a reciclagem de “cerca de 70% dos resíduos plásticos gerados pelo país diariamente em produtos úteis que podem ser usados ​​por toda a vida”.

Fonte: Meio Ambiente Rio e http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2018/04/07/142934-uma-empresa-de-gana-esta-transformando-sacolas-plasticas-em-estradas.html

Fonte da imagem: Fonte da imagem: https://www.google.com.br/search?q=pl%C3%A1stico+reciclado+em+estradas&rlz=1C1ASUT_pt-BRBR492BR492&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwje5ez1ya3aAhULjZAKHa3ODuwQ_AUICygC&biw=1366&bih=584#imgrc=i0GfsnEOYTcFyM:

Madeira superdura supera o aço e iguala titânio (Processing bulk natural wood into a high-performance structural material)

madeira

Supermadeira

Estes engenheiros da Universidade de Maryland, nos EUA, não estão rindo à toa.

Eles descobriram uma maneira de tornar a madeira mais de 10 vezes mais forte e mais resistente, criando uma substância natural que é mais forte do que o aço e até do que muitas ligas de titânio.

A madeira tratada com uma técnica simples em duas etapas é forte e resistente, uma combinação que não é geralmente encontrada na natureza – ela é tão forte como o aço, mas seis vezes mais leve.

É preciso 10 vezes mais energia para fraturar a supermadeira do que a madeira natural original, antes do tratamento – em termos técnicos, ela tem 10 vezes mais tenacidade, que é a resistência à tensão mecânica. Além disso, a madeira em lâminas pode ser dobrada e moldada no início do processo.

“Esta nova maneira de tratar a madeira torna-a 12 vezes mais forte do que a madeira natural e 10 vezes mais dura,” acentuou o professor Liangbing Hu. “Isso pode ser um concorrente para o aço ou até mesmo para ligas de titânio [porque] ela é tão forte e durável [quanto esse metais]. Também é comparável à fibra de carbono, mas muito mais barata.”

Como deixar a madeira superdura

“Nosso processo de duas etapas envolve a remoção parcial da lignina e da hemicelulose da madeira natural através de um processo de ebulição em uma mistura aquosa de NaOH [soda cáustica] e Na2SO3 [sulfito de sódio], seguida de prensagem a quente, levando ao colapso total das paredes celulares e à densificação completa da madeira natural, com as nanofibras de celulose [ficando] altamente alinhadas.

“Demonstramos que esta estratégia é universalmente eficaz para várias espécies de madeira. Nossa madeira processada tem uma força específica maior do que a maioria dos metais e ligas estruturais, tornando-se uma alternativa leve, de alto desempenho e de baixo custo,” explicaram Jianwei Song e seus colegas.

Os testes da supermadeira incluíram disparar sobre ela projéteis semelhantes a balas de armas de fogo. O projétil passou direto através da madeira natural, mas ficou encrustado na madeira tratada – ou seja, é essencialmente uma madeira à prova de balas.

Aplicações da supermadeira

Além de um substituto para o aço e algumas ligas, a madeira superforte poderá também aliviar a pressão para o cultivo e extração de madeiras mais nobres e mais duráveis.

“Madeiras macias, como o pinho ou a balsa, que crescem rapidamente e são mais amigáveis com o meio ambiente, poderão substituir bosques mais lentos, mas mais densos, como a teca, em móveis ou edifícios,” disse Hu.

“Esse tipo de madeira poderia ser usado em carros, aviões, edifícios – qualquer aplicação onde o aço é usado,” finalizou.

BibliografiaProcessing bulk natural wood into a high-performance structural material
Jianwei Song, Chaoji Chen, Shuze Zhu, Mingwei Zhu, Jiaqi Dai, Upamanyu Ray, Yiju Li, Yudi Kuang, Yongfeng Li, Nelson Quispe, Yonggang Yao, Amy Gong, Ulrich H. Leiste, Hugh A. Bruck, J. Y. Zhu, Azhar Vellore, Heng Li, Marilyn L. Minus, Zheng Jia, Ashlie Martini, Teng Li, Liangbing Hu. Nature. Vol.: 554, pages 224-228. DOI: 10.1038/nature25476

Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=supermadeira-supera-aco-iguala-titanio#.Wr6MXy7wbZ7

CHINA CONSTRÓI AUTOESTRADA DE PAINÉIS SOLARES

China - estrada

Com objetivos cada vez mais ousados, a China continua os seus investimentos em energia limpa. Dessa vez, a capital da província de Shandong, Jinan, construiu uma autoestrada feita com painéis solares.

A construção tem uma extensão de dois quilômetros, com uma área total de 5.875 metros quadrados, e é composta por três camadas: betão transparente em cima, painéis fotovoltaicos no meio e isolamento em baixo.

A estrada chinesa tem duas vias destinadas à circulação normal e uma para emergências, tendo sido desenhada para transportes públicos e para veículos elétricos.

Com mais de cinco mil metros quadrados de painéis solares, a estrada tem o potencial de gerar um milhão de kWH por ano, o suficiente para satisfazer as necessidades domésticas de 800 casas.

Além de alimentar a iluminação das ruas, a eletricidade produzida pela estrada também servirá para o sistema de derretimento de neve e para os postos de carga dos carros elétricos. Mas, embora seja um projeto empreendedor, é também um projeto ambicioso.

Cada metro quadrado desta autoestrada tem um custo de 458 dólares, cerca de 377 euros, o que torna esta autoestrada um projeto dispendioso.

Embora possa parecer uma via frágil, Zhang Hongchao, um dos responsáveis do projeto e especialista em Engenharia de Transporte da Universidade de Tongji, afirma que esta autoestrada aguenta dez vezes mais pressão do que o asfalto normal.

Fonte http://www.neomondo.org.br/china-constroi-autoestrada-de-paineis-solares/

O homem que aprendeu a plantar chuva e quis ensinar para o mundo (The Rainwater Harvester)

plantador de chuva

The Experience of Mr. Phiri in Improving Dry Land Management (https://www.youtube.com/watch?time_continue=19&v=22V4vUtNC8Q).

Phri foi homenageado pela National Geographic por seu trabalho em benefício do meio ambiente.

Prezados colegas e leitores desse blog, compartilho, talvez, a mais singela e brilhante matéria até hoje postada, presente de um grande amigo meu que decidiu compartilhar comigo essa brilhante experiencia. Que, dessa leitura, haja frutos nas regiões áridas e semi-áridas do Brasil ou de qualquer lugar do mundo.

Zephaniah Phiri Maseko, um africano que vivia em uma região semiárida do Zimbábue, se encontrou sem emprego e sem dinheiro para sustentar sua família. Ele pensou: como irei alimentá-los?

Então percebeu que as únicas coisas que ele tinha eram 7 acres de terra e uma bíblia. Ele se inspirou tanto na história do livro de Gênesis e os jardins de Éden que decidiu ter um jardim desses para ele também, e iria achar uma solução para a água, tão escassa no local.

Phiri passou a observar as chuvas. Toda vez que chovia ele saia correndo pelo seu terreno, vendo como a água corria e para onde ia. E então ele começou a perceber que em algumas áreas o cultivo de alimentos não funcionava porque a água não infiltrava o solo e em outros a água acabava empossando ou causando erosões. E então ele foi aprendendo como “consertar” estes locais, começou a construir pequenas barragens, buracos e caminhos, todos com plantas que funcionariam como ‘esponjas vivas’. Phiri chamou esta técnica de plantar a chuva.

Por toda sua terra Phiri fez com que a água da chuva descesse com menor velocidade e fosse absorvida pela vegetação, tudo isso apenas com a ajuda da gravidade. Uma vez que a água infiltrou no terreno de Phiri, o próprio solo se tornou o “tanque” de água, com a vantagem de evaporar mais lentamente.

Ele também começou a plantar espécies que precisavam de mais água nos locais mais fundos, para onde a água corria, e nos locais mais elevados (que recebiam pouca água), ele plantava às que necessitavam de pouca água. Isso fez com que a própria vegetação se tornasse um grande reservatório de água.

Phiri transformou o lugar onde ele vive em um verdadeiro oásis em meio ao semiárido. Para acessar a água que fica guardada no solo, ele plantou diversas árvores frutíferas. Seu terreno passou a produzir diversas variações como milho, mandioca, vagem e frutas nativas, enquanto os outros mal conseguiam sobreviver. Também foi possível notar a mudança nos diversos poços da propriedade, que passaram a ficar cheios d’água.

Phiri queria compartilhar seu conhecimento e criou a ONG Zvishavane Water Project para compartilhar suas práticas. Muito rapidamente, a história de plantar chuva se espalhou por lá. Muitas pessoas de seu grupo também se tornaram especialistas no assunto, transformaram suas terras e desenvolveram novas técnicas. Ao longo dos anos, diversos especialistas de todo o mundo passaram a visitar Phiri para aprender com seus ensinamentos, sendo criado até mesmo um centro de permacultura de referência mundial na região.

Eu gostaria de pedir que todo novo fazendeiro comece desta forma. Tome conta do solo e da água e, por favor, parem de cortar árvores! Plante quantas árvores conseguir, para que seu solo sobreviva” – Zephaniah Phiri Maseko

“Desde que eu comecei a trabalhar na minha terra eu sempre apreciei a água plantada nela. O melhor para todos nós é que toda a água que cai da chuva fique contida no solo, não desperdice-a!” – Zephaniah Phiri Maseko

Phri foi homenageado pela National Geographic por seu trabalho em benefício do meio ambiente. Ele faleceu em 2015, mas deixou seu legado vivo.

FonteRedação CicloVivo. http://ciclovivo.com.br/noticia/o-homem-que-aprendeu-a-plantar-chuva-e-quis-ensinar-para-o-mundo/