As universidades brasileiras mais respeitadas pelos empregadores

Universidade ranqueadas

Em qualquer processo de recrutamento, um dos primeiros dados exigidos do candidato é a universidade que ele frequentou. Embora não seja o único fator em análise, o nome escrito no seu diploma pode ter grande influência sobre as suas chances de conseguir a vaga.

Um levantamento recente da consultoria britânica QS (Quacquarelli Symonds) revela quais são as instituições de ensino superior mais admiradas pelos empregadores em todo o mundo, inclusive no Brasil.

O ranking traz as 495 universidades com as maiores notas em 5 quesitos: reputação no mercado de trabalho, desempenho profissional dos ex-alunos, parcerias com empregadores, presença de empresas no campus e proporção de ex-alunos que conseguem emprego em até 12 meses após se formarem.

A badalada Stanford ficou com o 1º lugar da lista global, cujo topo é dominado por instituições dos Estados Unidos. A instituição californiana obteve a nota máxima em quase todos os parâmetros analisados pela QS.

Universidade de São Paulo (USP) é a mais bem avaliada entre as brasileiras, e a 61ª melhor do mundo nesse quesito. Numa escala de 0 a 100, sua nota para “reputação no mercado de trabalho” foi 79,2. Já a nota geral da instituição paulista, que também leva em conta o desempenho de carreira dos ex-alunos e as parcerias com empresas, foi 66,3.

Apenas 8 universidades do Brasil apareceram na seleta lista da QS. Dessas, apenas duas são particulares: a PUC-SP, que ficou em 4º lugar no ranking nacional, e a PUC-RJ, que conquistou o 5º lugar.

Veja a seguir as instituições brasileiras mais respeitadas no mercado de trabalho, de acordo com o estudo da QS:

INSTITUIÇÃO POSIÇÃO NO RANKING GLOBAL DE EMPREGABILIDADE DE EX-ALUNOS NOTA GERAL (0-100)
Universidade de São Paulo (USP) 61º 66,3
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) 201º – 250º 32,3 – 37,9
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) 251º – 300º 27,9 – 32,2
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) 301º – 500º 13,8 – 27,8
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) 301º – 500º 13,8 – 27,8
Universidade de Brasília (UnB) 301º – 500º 13,8 – 27,10
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) 301º – 500º 13,8 – 27,11
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) 301º – 500º 13,8 – 27,12

Fonte: http://www.msn.com/pt-br/noticias/finance-career/as-universidades-brasileiras-mais-respeitadas-pelos-empregadores/ar-AAsQcSo

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Sobre armas automáticas, natureza, araras e pokémons

araras azuis

Vamos mais uma vez vamos trazer e compartilhar a reflexão do Fábio Angeoletto, amigo, professor e pesquisador da UFMT.

Atualmente vivemos um paradoxo: enquanto que as sociedades tornam-se mais e mais tecnologicamente sofisticadas, elas também quedam crescentemente mais ignorantes, do ponto de vista biológico. Estamos fracassando em prover as pessoas de alfabetização ambiental. Não por acaso, um norte-americano mediano consegue identificar centenas de logotipos de corporações empresariais, mas é incapaz de identificar mais do que 10 espécies da flora nativa do seu entorno, mesmo que por seus nomes populares.

Crianças inglesas de 4 a 11 anos de idade conseguem identificar mais personagens do videogame Pokémon do que espécies da flora e fauna britânicas. Esse analfabetismo ambiental atravessa gerações: metade dos adultos britânicos é incapaz de identificar o onipresente pardal, essa avezinha tão comum nas cidades de ambos os hemisférios.

O botânico Peter H. Raven cunhou a expressão “cegueira vegetal”, para se referir às pessoas – a maioria de nós – que mal notam as plantas, e são incapazes de identificá-las. Raven, em entrevista ao jornal “The New York Times”, declarou não ser incomum que as pessoas não estejam certas sequer de que as plantas são seres vivos.

Vejamos aqui no Brasil, um exemplo de Rondonópolis (MT), uma cidade ainda de cunho rural: uma menina de sete anos perguntou à sua tia (estudante da UFMT) “se as galinhas realmente existem”. Ela só conhece a carne de frango e os nuggets.

Como enfatizaram os ecólogos James R. Miller e Robert Pyle “a ignorância coletiva redunda em indiferença coletiva”.

A bióloga Kathryn L. Hand e colaboradores publicaram recentemente um artigo onde defendem a importância dos quintais como um espaço importante de conexão com a natureza para crianças e adultos. No artigo, intitulado “The importance of urban gardens in supporting children’s biophilia”, os autores corretamente argumentam sobre os benefícios significativos que redundam da exposição e conexão com a natureza. Nas cidades, onde o acesso à vida silvestre nem sempre é fácil, os quintais podem proporcionar esse contato. Por outro lado, os autores lamentam as diferenças na biodiversidade de quintais de famílias de nível socioeconômico mais elevado, e na escassez ou ausência de verde nos quintais dos mais pobres. Hand e seus colegas também exprimem preocupação em relação ao declínio da área dos quintais, uma tendência no estabelecimento de novos bairros.

Eu analisei essas mesmas questões, relativas aos quintais de cidades brasileiras, no artigo “En Maringá el césped del vecino es más verde”, publicado na Revista Rua, da Unicamp. Lamentavelmente, nas cidades brasileiras os quintais são “invisíveis”: pouco ou nada se sabe a respeito de suas características (área média, espécies vegetais existentes) e sobre as famílias que manejam essa vegetação. Mas o potencial dos quintais para a conservação da biodiversidade é imenso.

Ainda em Rondonópolis, com a proposta de “virar a própria mesa”, o “Projeto Araras Urbanas” está mapeando quintais (e outros espaços) que abrigam ninhos de araras-canindé (Ara ararauna), com filhotes. O projeto é desenvolvido pelo meu orientando no Mestrado em Geografia da UFMT, o biólogo João F. C. Bohrer, com o apoio técnico do Instituto Arara Azul e do Grupo de Pesquisas em Biologia Evolutiva e da Conservação, da Universidade Complutense de Madri.

Nosso principal objetivo é gerar dados sobre a biologia das araras na mancha urbana. Convidamos todos os moradores de Rondonópolis a participarem do projeto como cientistas cidadãos, nos informando sobre a presença de araras nos seus bairros. Para isto criamos o grupo de WhatsApp ARARAS URBANAS ROO: 66 – 996 423 528.

Amigos das araras, por favor, unam-se e divulguem esse grupo!

UEM – PROCESSO SELETIVO 2018 – PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGROECOLOGIA – MESTRADO PROFISSIONAL

mestrado

Sou “filho” da UEM – Universidade Estadual de Maringá (Maringá – Paraná), instituição que honro. Foi lá que fiz o meu mestrado e doutorado, além de ter sido professor substituto por mais de dois anos, numa época em que o governador do estado insistia em não abrir concurso para docente efetivo.

Hoje recebo o pedido de colaborar na divulgação do Processo Seletivo de Mestrado em Agroecologia.

DO PÚBLICO-ALVO: Poderão se inscrever no processo seletivo para o Programa de Pós-Graduação em Agroecologia – Mestrado Profissional (PROFAGROEC), candidatos que concluíram curso superior de Graduação em Ciências Agrárias, Biológicas e afins, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), no país e/ou no exterior, e candidatos que comprovem, mediante declaração de Instituição de Ensino Superior, que terão concluído o curso de graduação até o ato de matrícula.

DAS VAGAS: São oferecidas 34 vagas no Programa de Pós-Graduação em Agroecologia – Mestrado Profissional (PROFAGROEC), para ingresso no primeiro semestre de 2018. O preenchimento das vagas existentes fica condicionado à aprovação de candidatos no processo seletivo e à disponibilidade de orientador.

DAS INSCRIÇÕES: As inscrições devem ser realizadas de 03 de outubro a 11 de novembro de 2017, de segunda à sexta-feira, exceto feriados, das 8h às 13h, na Secretaria do Programa de Pós-graduação em Agroecologia – Mestrado Profissional
(PROFAGROEC) no Bloco 115 – Campus Maringá, Paraná, pessoalmente ou por meio
de procuração autenticada.

As aulas serão às sextas e sábados para que os profissionais liberados pelas empresas possas fazer o mestrado.

O curso tem duração de 24 meses e são três áreas (linhas de pesquisa): – Manejo Agroecológico de Solos; Manejo Agroecológico de Doenças e Pragas; e, Sistemas de Cultivos Agroecológicos.

Para maiores informações, favor acessar: http://www.mpa.uem.br/

 

Mona Lisa nua é autêntica, dizem especialistas do Louvre

mona

Vamos abrir espaço hoje para falarmos de arte ao tempo em que envolvemos um dos maiores enigmas de todos os tempos: MONA LISA!

Replico aqui uma matéria publicada, entre vários outros sites, na UOL.

Teste científico aponta ser a mesma modelo

A Mona Lisa, de Leonardo da Vinci (1503) que já foi alvo de diversas polêmicas ganhou agora mais uma para a coleção. Especialistas do Museu do Louvre notaram que um antigo esboço feito em carvão é muito semelhante à misteriosa figura retratada.

A imagem foi encontrada em seu estúdio Leonardo da Vinci e foi chamada de “Monna Vanna”. Faz parte de uma coleção de arte Renascentista do Museu Condé, norte de Paris. E apesar das várias semelhanças nunca foi atribuída ao artista, mas a seus assistentes. Novas pistas levaram os especialistas a mudarem de ideia.

Semelhanças

Testes realizados no Museu do Louvre apontam semelhanças nas mãos, no corpo e no tamanho das imagens, levando assim a acreditar que o desenho é da mesma mulher e foi feito ao menos em parte pelo artista.”O desenho tem uma qualidade na forma como o rosto e as mãos foram desenhados que é realmente notável “, diz o especialista Mathieu Deldicque, “Não se trata de uma cópia inferior.”

Controvérsia

O conservador do Louvre, Bruno Mottin confirmou que a imagem data a mesma época em que o pintor viveu, mas há um impedimento para a confirmação definitiva. Os testes revelaram que um detalhe do esboço foi feita por uma pessoa destra, e da Vinci era canhoto.
A autoria definitiva pode demorar a ser confirmada. Devido à fragilidade da obra, os especialistas encontram algumas dificuldades para realizar mais testes.

 

Fonte: http://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/historia-hoje/mona-lisa-nua-e-autentica-dizem-especialistas-do-louvre.phtml#.WdBDCFtSzZ6

BNDES LANÇA PRÊMIO PARA VALORIZAR PRÁTICAS AGRÍCOLAS TRADICIONAIS DO BRASIL

BNDES

Objetivo é ajudar os sistemas agrícolas tradicionais brasileiros a concorrerem a título internacional de reconhecimento da FAO

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou no último dia 12, uma iniciativa que irá contribuir para que as práticas de agricultura tradicional do Brasil concorram, pela primeira vez, a um importante reconhecimento internacional da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

Em parceria com a FAO, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), será anunciado, em cerimônia no 6º Congresso Latino-Americano de Agroecologia (Agroecologia 2017), em Brasília, o Prêmio BNDES de Boas Práticas para Sistemas Agrícolas Tradicionais.

Até quinze Sistemas Agrícolas Tradicionais (SATs) brasileiros receberão prêmios em dinheiro, capacitação da Embrapa e orientação para se candidatarem a receber o título de “Sistema Agrícola Tradicional Globalmente Importante” (Globally Important Agricultural Heritage System, GIAHS).

A FAO já concedeu o título de GIAHS a 36 sistemas agrícolas históricos de 17 países, mas o Brasil ainda não foi contemplado. Os países que já têm GIAHS são Chile, Peru, México, Argélia, Irã, Marrocos, Tunísia, Emirados Árabes Unidos, Egito, Quênia, Tanzânia, Filipinas, China, Bangladesh, Índia, Japão e Coreia do Sul.

Um Sistema Agrícola Tradicional é definido como um conjunto de elementos que inclui saberes, mitos, formas de organização social, práticas, produtos, técnicas/artefatos e outras manifestações associadas. Eles formam sistemas culturais que envolvem espaços, práticas alimentares e agroecossistemas manejados por povos e comunidades tradicionais e por agricultores familiares. Os SATs integram o patrimônio cultural imaterial das comunidades que os praticam.

Para essa iniciativa, o BNDES disponibilizará recursos de seu Fundo Social para dar prêmios de R$ 70 mil a 5 SATs, e R$ 50 mil a outros 10 SATs. Além disso, todos os premiados receberão uma ajuda de R$ 5 mil para participar cerimônia de premiação, que contará com um Evento de Capacitação da Embrapa, para ajudar as comunidades a manter suas tradições agrícolas.

De acordo com o Relatório sobre o Estado dos Recursos Genéticos de Plantas do Mundo, apresentado durante a 4ª Conferência Técnica Internacional sobre os Recursos Fitogenéticos, realizada em 1996 em Leipzig, na Alemanha, nos últimos 100 anos agricultores de todo o mundo perderam entre 90% e 95% de suas variedades e práticas agrícolas.

Veja as regras do Prêmio BNDES de Boas Práticas para Sistemas Agrícolas Tradicionais.

Fonte: https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/imprensa/noticias/conteudo/bndes-lan-a-pr-mio-para-valorizar-pr-ticas-agr-colas-tradicionais-do-brasil

Cientistas descobrem o segredo por trás da resistência do concreto romano (How seawater strengthens ancient Roman concrete)

concreto romano

To Read in English type: https://unews.utah.edu/roman-concrete/ : How seawater strengthens ancient Roman concrete)

Olha só que interessante: Mais de dois mil anos atrás, o Império Romano inventou um tipo único de concreto que permitiu a construção de estruturas enormes e duráveis – mesmo debaixo d’água. Por incrível que pareça, as propriedades químicas exatas desta mistura de concreto não haviam sido identificadas por cientistas até o dia de hoje – mas agora, pesquisadores da Universidade de Utah acreditam que podem finalmente ter encontrado as informações que faltavam.

De acordo com as descobertas na revista American Mineralogist, o segredo reside nas propriedades químicas de dois dos componentes da mistura: cal e cinzas vulcânicas, que continham um mineral raro conhecido como tobermorite de alumínio. Quando exposta à água do mar, a substância se cristalizava na cal enquanto curava. Em vez de ser corroída pela água, sua presença dava mais resistência ao material.

Usando um microscópio eletrônico, microdiferação de raios X e espectroscopia Raman, os pesquisadores conseguiram mapear a distribuição de elementos nas obras arquitetônicas romanas remanescentes. O que eles encontraram foram quantidades significativas de sedimentos de tobermorite na composição do concreto e um mineral poroso e semelhante chamado phillipsite. Através da contínua exposição à água do mar, os cientistas supõem que o composto conseguiu continuar se cristalizando ao longo do tempo, reforçando o concreto e evitando a formação de rachaduras.

“Ao contrário dos princípios do concreto moderno à base de cimento”, disse a autora principal, Marie Jackson, “os romanos criaram um concreto parecido com uma rocha que melhora ao passo que permanece em troca química aberta com água do mar. É algo muito raro no mundo“.

Os cientistas esperam que as descobertas possam ser usadas para melhorar as técnicas modernas do concreto – resultando em um material duradouro e mais sustentável para o meio ambiente.

“Acredito que a pesquisa abre uma perspectiva completamente nova sobre como o concreto pode ser feito – que o que consideramos processos de corrosão pode realmente produzir cimento mineral extremamente benéfico e levar a uma resiliência contínua, de fato, melhorou talvez a resiliência ao longo do tempo”, afirmou Jackson.

Um projeto atual que seria ideal para a experimentação com concreto romano é o dique para a lagoa de Swansea no País de Gales.

“Há muitas aplicações, mas é necessário trabalhar mais para criar essas misturas. Começamos, mas há muitos ajustes que precisam ser feitos”, disse Jackson. “O desafio é desenvolver métodos que usem produtos vulcânicos comuns – e isso é exatamente o que estamos fazendo agora”.

Saiba mais sobre a pesquisa, aqui.

Via the GuardianBBC.

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/875474/cientistas-descobrem-o-segredo-por-tras-da-resistencia-do-concreto-romano?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil

Edital lança R$ 10 milhões para compostagem

compostagem

O Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) e o Fundo Socioambiental (FSA) da Caixa lançaram, nesta terça-feira (12/09), edital de apoio a projetos de compostagem em municípios ou consórcios públicos intermunicipais que atuem na gestão de resíduos sólidos. No total, serão R$ 10 milhões para projetos no valor mínimo R$ 500 mil e máximo de até R$ 1 milhão.

“Pela primeira vez, teremos um edital específico para os municípios tratarem a fração orgânica dos resíduos, alinhados com a Política Nacional de Resíduos Sólidos”, destacou o secretário-executivo do MMA, Marcelo Cruz. Segundo o secretário de Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do ministério, Jair Tannús, o principal parceiro do FNMA é o Fundo Socioambiental da Caixa. “O compromisso da Caixa com a sustentabilidade já rendeu investimentos de R$ 54 milhões em projetos ambientais com o MMA”, afirmou Osvaldo Bruno Cavalcante, diretor-executivo da Caixa.

As propostas poderão ser apresentadas, até o dia 11 de outubro, por municípios ou consórcios públicos intermunicipais em todo o território nacional que atuem na gestão de resíduos sólidos. Interessados podem participar de evento de capacitação de proponentes que será oferecido pela FSA da Caixa em parceria com o FNMA no dia 27 de setembro, das 9h às 18h. Poderão participar até dois representantes por instituição. Para se inscrever, basta enviar um e-mail para o endereço eletrônico fnma@mma.gov.br com o assunto: Capacitação Edital 01/2017. O curso será no Edifício Marie Prendi, na 505 Norte, em Brasília.

Compostagem – A compostagem é uma alternativa tecnológica de reciclagem de resíduos orgânicos ainda pouco explorada no Brasil. Por ser um processo relativamente simples e com vasta gama de aplicações, desde a escala domiciliar até a escala industrial, são diversas as possibilidades de políticas públicas que promovam esta prática e reduzam a quantidade de resíduos orgânicos enviados para disposição final.

A segregação na fonte dos resíduos em três frações (orgânicos, recicláveis secos e rejeitos) tem se mostrado uma prática de gestão muito eficiente e salutar para garantir a produção de composto de boa qualidade, boa aceitação por agricultores e baixíssimo risco de contaminação. A associação da prática de compostagem com a promoção do uso do composto, em projetos de agricultura urbana e periurbana ou de apoio à agricultura familiar, também é exemplo de sucesso na garantia da continuidade desta prática, fechando o ciclo da gestão dos resíduos orgânicos.

Fonte: MMA // http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2017/09/13/138668-edital-lanca-r-10-milhoes-para-compostagem.html