SUBMISSÃO DE RELATOS DE EXPERIÊNCIA PARA PUBLICAÇÃO NA REVISTA DIFUSÃO

revista divusão

É com especial satisfação que informamos que a Diretoria de Extensão, Inclusão e Cultura da Pró­ Reitoria de Extensão, Pesquisa e Inovação – PROEPI do IFPR acaba de lançar a Chamada para a submissão de relatos de experiência de projetos de extensão e cultura para publicação na Revista Difusão.

Trata-­se de uma conquista que vem atender aos anseios de muitos de nossos colaboradores, reconhecendo assim seu trabalho e dedicação aos projetos desenvolvidos dentro da Instituição.

A Revista Difusão é uma ação dentro do Programa Difusão, que pretende estimular e divulgar as ações de extensão e cultura do IFPR. A publicação eletrônica será semestral e aberta a todos os servidores.

Enfatizamos a importância de divulgarmos os trabalhos desenvolvidos pelos campi em toda a Rede Federal, por isso contamos com o auxílio dos senhores na divulgação e adesão à proposta.

O período de submissão de trabalhos para publicação nas edições de 2017 é até 21 de maio de 2017 (http://reitoria.ifpr.edu.br/menu­institucional/pro­reitorias/proepi­2/editais/).

Fonte: http://reitoria.ifpr.edu.br/wp-content/uploads/2011/11/CHAMADA-REVISTA-DIFUS%C3%83O.pdf

A grama do vizinho é sempre mais verde

grama

Para mim é uma honra e orgulho publicar uma matéria do professor e amigo Fábio Angeoletto, da UFMT, Campus Rondonópolis, pesquisador esse que desenvolvemos pesquisas conjuntas ao qual trazemos à baila os comentários desse novo artigo, título desse post.

Na edição comemorativa dos 20 anos da revista acadêmica Ambiente & Sociedade, da Unicamp, publicamos (Fábio Angeoletto – UFMT, eu – IFPR e outros colegas) o artigo “The grass is always greener on the other side of the fence: the flora in urban backyards of different social classes”. O artigo está disponível para download, gratuitamente, no site da revista.

A boutade no título do artigo prepara o leitor para comparações entre a vegetação cultivada em quintais de diferentes classes sociais onde, invariavelmente, os quintais dos vizinhos mais ricos têm a grama mais verde, têm mais flores e mais árvores também.

Quintais urbanos têm um potencial considerável para a conservação da biodiversidade. No entanto, esses espaços não são planejados, e há pouca informação sobre a diversidade da flora nos quintais de diferentes classes sociais. Nós quantificamos e comparamos a diversidade vegetal dos quintais dois bairros na região metropolitana de Maringá (os bairros Conjunto Triângulo, de baixa renda, e Zona 02, de classe média alta). Os padrões de diversidade são marcadamente diferentes quando comparados os bairros.

A literatura científica descreve uma tendência bem definida de cultivos de espécies vegetais utilitárias (verduras, frutíferas, plantas medicinais) nos quintais dos mais pobres, e do predomínio de espécies ornamentais entre vizinhos de melhor nível econômico, e também constatamos esses padrões em nossa pesquisa. Não há, entre os cidadãos pobres da Região Metropolitana de Maringá, uma “ecologia do prestígio” materializada em uma abundância de plantas ornamentais ordenadas através de aportes de arquitetura paisagística, como é comum em bairros de classe média alta. É o que em ecologia urbana denominamos “efeito luxúria”, fenômeno no qual os mais ricos cercam-se de vegetação e criam paisagens nos espaços livres de suas vivendas.

No entanto, o achado mais importante da pesquisa cujos resultados publicamos na Ambiente & Sociedade foi a resposta que obtivemos para a pergunta surgida da comparação entre as floras de ricos e pobres. Por que os mais pobres cultivam menos?

Bem, somos cientistas e a realidade, é claro, é muito mais complexa. Sim, os quintais dos moradores pobres do Conjunto Triângulo têm menor área média, comparados aos quintais da Zona 02. Mas existe solo disponível. Nós descobrimos que os moradores pobres que pesquisamos não querem ocupar os metros quadrados dos seus lotes com plantas.  Esses moradores encaram seus quintais como uma espécie de poupança para futuras expansões da área construída de suas casas. Eles querem as mesmas comodidades presentes nas casas de classe média alta: garagens para os carros que muito ainda não têm, mas que almejam ardentemente, churrasqueiras, áreas de lazer. Ou simplesmente casas maiores.

Nós repetimos esse estudo em Rondonópolis, e comparamos os bairros Alfredo de Castro e Vila Aurora. Os resultados são similares. Nesse momento muito importante, no qual o Plano Diretor está sendo revisado e atualizado pela Prefeitura, com a participação da sociedade, é preciso incluir as dezenas de milhares de quintais no planejamento urbano. É um recurso ambiental que não pode seguir invisível à municipalidade. A aspiração das famílias mais pobres em ampliar suas casas pode ser alcançada sem o sacrifício da flora dos quintais e dos seus múltiplos benefícios. Soluções simples, como a verticalização das vivendas e a implantação de telhados verdes precisam ser oferecidas e difundidas nos bairros rondonopolitanos.

Fonte: http://www.atribunamt.com.br/2017/05/a-grama-do-vizinho-e-sempre-mais-verde/

100 Sites de pesquisa acadêmica que você deveria conhecer

100 sites

Onde e como pesquisar direto na fonte e de forma confiável? Provavelmente essa seja a maior pergunta dos meus orientandos. Assim, acho prudente compartilhar a página Canal do Ensino que compilou uma importante lista para alunos e pesquisadores com 100 websites de pesquisa acadêmica. As fontes contam com textos, documentos, resenhas, artigos, áudios, vídeos e outros materiais que você pode precisar ao realizar uma pesquisa acadêmica. 

Dentre todas as opções, a página destacou quatro delas:

Ethnologue

Neste site você pode pesquisar por todo tipo de idiomas e linguagens do mundo com enciclopédia de referências de todas as palavras conhecidas dos idiomas ainda existentes. A busca é dividida por países, mapas, nome da língua ou até uma palavra conhecida. No Brasil, por exemplo, foram listadas 238 linguagens. São 5 linguagens instituídas, 29 se desenvolvendo, 26 em uso, 57 com problemas e 99 linguagens morrendo.

CiteSeerX

Dicas do que você precisa para fazer uma pesquisa científica, escrever um artigo, uma monografia, dissertação ou apenas para ler e enriquecer seu conhecimento acerca de temas dessa área.

Virtual LRC

O The Virtual Learning Resoucers Center conta com uma busca do Google personalizada com muitos dos melhores sites acadêmicos selecionados por professores e profissionais de bibliotecas do mundo todo.

Microsoft Academic Search

Este site de buscas da Microsoft oferece acesso a mais de 38 milhões de publicações acadêmicas com imagens, gráficos e outros recursos. A busca pode ser feita por publicação, palavras-chave, autor, textos, conferências e organizações.

Conheça as outras fontes de pesquisa acadêmica no Canal do Ensino.

Via: Canal do Ensino.

Fonte (para texto em itálico): http://www.archdaily.com.br/br/869998/100-sites-de-pesquisa-academica-que-voce-deveria-conhecer?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil

CHAMADA DE ARTIGOS – REVISTA MUNDI ENGENHARIA, TECNOLOGIA E GESTÃO

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Dentro daquilo que nos prontificamos a compartilhar nesse blog, uma das vertentes trata da divulgação de Revistas Científicas que abriguem os frutos e resultados das pesquisas correlatas. Esse é um dos propósitos!

Diante do exposto informo que a Revista Mundi Engenharia, Tecnologia e Gestão engloba artigos científicos e resultados de pesquisas que articulem temáticas e perspectivas interdisciplinares dentro da câmara Engenharia / Tecnologia / Gestão da CAPES (cód. 90193000).

Entre as áreas cobertas estão engenharia civil, engenharia sanitária, engenharia de transportes, engenharia de minas, engenharia de materiais e metalúrgica, engenharia química, engenharia nuclear, engenharia mecânica, engenharia naval e oceânica, engenharia aeroespacial, engenharia elétrica, engenharia biomédica, engenharia de produção e tecnologias associadas. Também há a possibilidade de interface com estudos de outras áreas, em especial as Ciências Sociais Aplicadas no que se refere à gestão, e as Ciências Exatas e da Terra e a área de Saúde no que se refere a aplicações e desenvolvimentos tecnológicos.

O periódico recebe permanentemente artigos em português, inglês e espanhol para a composição de suas edições eletrônicas semestrais. Todos os trabalhos enviados à revista são submetidos a pareceristas conceituados, a fim de que sejam avaliados de modo imparcial pelo método duplo cego. Os artigos devem ser enviados por meio da plataforma http://periodicos.ifpr.edu.br/, onde também se encontram as diretrizes para os autores.

 Datas importantes para submissão

– Submissão até 15 de maio de 2017 com previsão de publicação em julho de 2017.

– Submissão até 15 de outubro de 2017 com previsão de publicação em dezembro de 2017.

– Artigos gerais em demanda contínua.

– Submissão pelo site http://periodicos.ifpr.edu.br/

– Contato revistamundi@ifpr.edu.br

Parte II: 8 motivos para rejeitar artigos científicos

Na edição passada, falamos dos 8 motivos para aceitar artigos científicos, motivos de grande alegria e celebração para todos os pesquisadores que recebem a notícia que os artigos foram aceitos. Hoje, abordaremos o lado oposto dessa moeda: as principais razões e motivos pelos quais os artigos são rejeitados.

1. It fails the technical screening.

Before they even go to the editor-in-chief, articles are checked for technical elements. The main reasons they are rejected are:

Peter Thrower, PhD, is Editor-in-Chief of Carbon, the international journal of the American Carbon Society, and Professor Emeritus of Material Sciences and Engineering at Penn State University.

  • The article contains elements that are suspected to be plagiarized, or it is currently under review at another journal. (Republishing articles or parts of articles, submitting to one or more journals at the same time or using text or images without permission is not allowed. See our ethical guidelines.)
  • The manuscript is not complete; it may be lacking key elements such as the title, authors, affiliations, keywords, main text, references and all tables and figures).
  • The English is not sufficient for the peer review process,
  • The figures are not complete or are not clear enough to read.
  • The article does not conform to the Guide for Authors for the journal it is submitted to.
  • References are incomplete or very old.

2.  It does not fall within the Aims and Scope.

  • For the journal Carbon, the material studied may contain carbon, but is not carbon.
  • The study uses a carbon material but the focus is on something different.
  • There is no new carbon science.

3.  It’s incomplete.

  • The article contains observations but is not a full study.
  • It discusses findings in relation to some of the work in the field but ignores other important work.

4.  The procedures and/or analysis of the data is seen to be defective.

  • The study lacked clear control groups or other comparison metrics.
  • The study did not conform to recognized procedures or methodology that can be repeated.
  • The analysis is not statistically valid or does not follow the norms of the field.

5.  The conclusions cannot be justified on the basis of the rest of the paper.

  • The arguments are illogical, unstructured or invalid.
  • The data does not support the conclusions.
  • The conclusions ignore large portions of the literature.

6.  It’s is simply a small extension of a different paper, often from the same authors.

  • Findings are incremental and do not advance the field.
  • The work is clearly part of a larger study, chopped up to make as many articles as possible.

7.  It’s incomprehensible.

  • The language, structure, or figures are so poor that the merit can’t be assessed. Have a native English speaker read the paper. Even if you ARE a native English speaker. Need help? We offer language services.

8.  It’s boring.

  • It is archival, incremental or of marginal interest to the field (see point 6).
  • The question behind the work is not of interest in the field.
  • The work is not of interest to the readers of the specific journals.

For more advice, check out the step-by-step guide How to Publish in an Elsevier Journal or the Publishing Connect Author Training Webcasts.

Fonte: https://www.elsevier.com/connect/8-reasons-i-rejected-your-article

 

Parte I: 8 motivos para aceitar (e 8 para rejeitar) artigos científicos

Vamos dividir esse tema em duas partes. No dia de hoje compartilharemos os 8 motivos para que artigos venham a ser aceitos em um revista científica. Ao tempo em que, na próxima edição falaremos exatamente o oposto.

At Elsevier, it’s the responsibility of every editor-in-chief to maintain and develop their journal’s profile and reputation. The editor also has the final responsibility for content, ensuring that it meets the aims and scope of the journal and reflects changes in the field by presenting new and emerging research.

In September, Elsevier Connect published an article by Dr. Peter Thrower, Editor-in-Chief of Carbon, called “8 reasons I rejected your article.” Because of the article’s popularity, we followed up by asking five of our editors a related question: What are the top eight reasons you accept a paper? They all came up with similar reasons, which we present here along with their commentary.

The eight reasons are summed up by Dr. Torsten Pieper, Assistant Editor of the Journal of Family Business Strategy and Assistant Professor at the Cox Family Enterprise Center, Coles College of Business, at Kennesaw State University in Georgia, and his colleague, Dr. Joseph Astrachan, Editor-in-Chief of the journal and Executive Director of the Cox Family Enterprise Center and Professor of Management and Entrepreneurship.

1. It provides insight into an important issue – for example, by explaining a wide variance when numbers are spread out from the mean or expected value, or by shedding light on an unsolved problem that affects a lot of people.

2. The insight is useful to people who make decisions, particularly long-term organizational decisions or, in our particular field, family decisions.

3. The insight is used to develop a framework or theory, either a new theory or advancing an existing one.

4. The insight stimulates new, important questions.

5. The methods used to explore the issue are appropriate (for example, data collection and analysis of data).

6. The methods used are applied rigorously and explain why and how the data support the conclusions.

7. Connections to prior work in the field or from other fields are made and serve to make the article’s arguments clear.

8. The article tells a good story, meaning it is well written and easy to understand, the arguments are logical and not internally contradictory.

“Ideally, we would like to see articles perform well on all eight points, and that the author strives for a good balance amongst these criteria,” said Dr. Pieper said.

‘Show me something new’

For Dr. Alexander T. Florence, Editor-in-Chief of the International Journal of Pharmaceuticsand Professor Emeritus at University College London, whether he passes a paper on to the referees for peer review is partly determined “not by hard and fast rules but by my own feeling.

“For the subject, it is what I have seen over the years in the journal and what I feel is current, novel and not derivative,” he said.

Professor Florence added that he is intrigued by work that is very new and by papers he wishes he thought about doing himself. After the paper has survived reviewer scrutiny, Dr. Florence said, it helps when the reviewers are unanimous in their views. While the reviewing process is very strict, reviewers might be split on their final decision: for example, one might recommend “rejection,”  another “major revision” and the third “accept as is.”

For  Dr. Loren E. Wold  , Executive Editor-in-Chief of Life Sciences and Principal Investigator of the Center for Cardiovascular and Pulmonary Research of the Research Institute at Nationwide Children’s Hospital in Columbus, Ohio, “Acceptance is contingent upon whether an  article advances our understanding of a topic, what is beyond already known, and opens up a new arena.

“What we are seeing in Life Sciences, as well as other journals, is the explosive growth of new technology which has broad implications on these studies,” he said.

Do your own work

While a paper might “tick all the boxes,” the question on everyone’s mind is, “Is it original?” With the increasing use of technology — and several software programs now available to detect plagiarism, such as CrossCheck — the paper’s originality can be easily determined and detected before the referees see it. At Elsevier, many papers undergo this scrutiny.

While plagiarism is not a crime per se, it is considered a moral offense and can involve liability for copyright infringement.

“There should be no hints of plagiarism or fabrication in the paper,” said Dr. Francesco Visioli, Editor-in-Chief of Pharmacological Research and the recently launched journal PharmaNutrition. Also, he added, “data in the figures should match those reported in the results, and the results are not in contradiction with each other.”

Use varied research methods

Dr. Pieper, who moved from Germany to the US about five years ago, looks at the type of research submitted from different parts of the world. “Moving from Europe to the US, I see there is a marked difference between the output of US researchers compared to their European counterparts in qualitative as opposed to quantitative research for my family of journals,” he said, pointing out that well over 75 percent of submissions coming from the US use quantitative methods compared to about 50 percent from Europe.

“This clearly demonstrates to me that European researchers are more embracing of alternative methods to explore a phenomenon of interest,” he said. “Going forward, I would like to see a more even balance in the papers submitted from the US.”

Resources for authors

Before submitting a paper, authors should study the journal’s aims and scope and consult with the Guide for Authors.

For more advice, check out the step-by-step guide How to publish in an Elsevier Journal and the Publishing Connect Author Training Webcasts.

For information on the Elsevier’s online submission system, visit the Elsevier Editorial System (EES) customer support site at support.elsevier.com.


Elsevier Connect ContributorElizabeth Zwaaf is a Marketing Communications Specialist at Elsevier. In this role, she has helped promote the work of the Innovation Explorers community to a wider audience at Elsevier and in the research community. She is currently heading up an internal campaign that focuses on where Elsevier gets customer feedback and how it’s used.

Fonte: https://www.elsevier.com/connect/8-reasons-i-accepted-your-article

Pesquisadores do MIT desenvolvem estrutura 10 vezes mais resistente que aço

Vamos na nossa caminhada e propósito de informar e compartilhar com os colegas as notícias que trazem enriquecimento cultural, educacional e de inovação e pesquisa.

Nessa matéria de hoje, compartilho avanços na área de resistência de materiais, sobre o grafeno.

grafeno 2.png

Conhecido por sua leveza e propriedades de alta resistência, o grafeno tem sido prometido como o material do futuro por algum tempo. Mas dificuldades para traduzir sua resistência em duas dimensões para aplicações tridimensionais têm até agora o mantido longe do uso comum. Agora, graças à nova pesquisa do Massachusetts Institute of Technology (MIT), esse futuro pode estar mais próximo do que nunca. Na última experiência, os pesquisadores descobriram como o material poderia ser moldado em forma de esponja para resistir forças 10 vezes maiores do que o aço.

grafeno

A inovação vem na geometria complexa do objeto. Começando com um modelo computacional, os pesquisadores imprimiram tridimensionalmente 2 formas semelhantes em um polímero de cor magenta, um mais fino e outro com paredes e dobras mais grossas.

Eles, então, submeteram os dois modelos a testes de compressão. Inesperadamente, notou-se que o objeto mais leve foi capaz de suportar pressões maiores – isto porque as paredes mais finas permitiram que a estrutura se deformasse gradualmente, enquanto as paredes mais espessas mantiveram uma capacidade de energia de deformação mais alta, liberada de uma vez em uma performance explosiva.

Embora não sejam feitos de grafeno, estes modelos representam novas formas de pensar sobre a estrutura dos materiais.

“Você pode substituir o material em si por qualquer coisa”, disse Markus Buehler, diretor de Engenharia Civil e Ambiental do MIT. “A geometria é o fator dominante.”

As utilizações potenciais para a estrutura incluem o revestimento de polímeros ou partículas metálicas com grafeno usando um tratamento de calor e pressão, o que deixaria a estrutura de grafeno leve e super resistente. O MIT acredita que este material poderia ser aplicado para construir qualquer coisa, desde pontes de longo alcance até sistemas de filtragem de água ultra eficientes.

Para mais informações sobre essa pesquisa, clique aqui.

Notícia via MIT. H/T Engadget.

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/804598/pesquisadores-do-mit-desenvolvem-estrutura-10-vezes-mais-resistente-que-aco?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil