Catálogo online disponibiliza imagens das primeiras décadas da fotografia – Europeana Photography

foto antiga

A matéria compartilhada hoje nos remota aos primórdios da fotografia. Nada digital! Mas toda uma bruma que envolvia desde a posição até a chegada do material revelado. Algo que poderia durar até meses entre o click e a sua visualização.

Uma plataforma lançada recentemente reúne imagens das primeiras décadas da fotografia. Intitulado Europeana Photography, o website disponibiliza imagens provenientes de arquivos fotográficos, agências e coleções de museus de toda a Europa, muitas das quais já estão em domínio público e podem ser baixadas e usadas livremente.

O catálogo online conta com uma ferramenta de busca que permite filtrar os resultados por palavras-chave, país, instituição e tipo de licença de uso. Dentre as obras disponíveis no site, estão fotografias de Julia Margaret Cameron, Eadweard Muybridge e Louis Daguerre, um dos responsáveis pelo advento do processo fotográfico.

O site apresenta fotografias de países de fora da Europa e uma rápida busca com a palavra “arquitetura” (em português) revela imagens antigas de São Paulo, Brasília e outras cidades brasileiras. Atualmente o Europeana Photography conta com mais de  2,2 milhões de imagens, o que faz deste um importante catálogo para pesquisadores e entusiastas da fotografia.

Europeana Photography pode ser explorado também em português, basta clicar aqui.

Fontehttp://www.archdaily.com.br/br/872397/catalogo-online-disponibiliza-imagens-das-primeiras-decadas-da-fotografia?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil; Ricardo Hage; 

 

Relatório do WWF alerta que governo prepara estímulo à mineração sem salvaguarda ambiental

acordo de paris

No dia em que se comemora o, caótico e em fase terminal de UTI, meio ambiente, reforçado com a posição do presidente dos EUA que oficializa a saída do que o seu antecessor assinou como sendo o Acordo de Paris (http://www.mma.gov.br/clima/convencao-das-nacoes-unidas/acordo-de-paris), nada melhor do que uma reflexão de como anda, aqui pelo Brasil, essa discussão.

O governo federal prepara um pacote para beneficiar o setor de mineração e aumentar em 50% a participação mineral no PIB brasileiro. O pacote, que ainda circula de forma reservada, foi batizado de Programa para a Revitalização da Indústria Mineral Brasileira e contará com instrumentos legais como medidas provisórias, decretos e projetos de lei. O problema é que o governo pretende ajudar o setor de mineração sem garantir segurança para o meio ambiente. O alerta consta em relatório divulgado nesta terça-feira pela WWF.

Os dois pontos que mais preocupam são o avanço das atividades de mineração em área protegidas e o provável estímulo à flexibilização das regras do licenciamento ambiental, em plena discussão no Congresso Nacional neste momento.

Uma área de 46 mil km2 entre os estados do Pará e do Amapá proibida à mineração desde 1984 pode ser aberta em breve à iniciativa privada como uma das medidas prevista pelo governo Temer. O governo pretende ainda liberar 2,5 milhões de km² para a participação do capital estrangeiro em mineração na faixa de fronteira com os países vizinhos, desde o Amapá até o Rio Grande do Sul.

Segundo o Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM), as faixas de fronteira atravessam 11 estados brasileiros, com uma área total de 15.719 km, e correspondem a 27% do território nacional. A concentração principal para a exploração mineral está na Amazônia. Algumas das áreas de maior interesse minerário são explicitamente citadas, como é o caso da região chamada de Cabeça de Cachorro, no estado do Amazonas, divisa com Colômbia e Venezuela. A região é marcada pela existência de diversos povos indígenas, de distintas famílias linguísticas, com centenas de aldeias e comunidades tradicionais.

Mas esta não é a única região com declarado interesse mineral. Todos os estados da região Amazônica possuem terras indígenas em conflito latente com possíveis projetos de mineração. Para além do debate necessário sobre a segurança nacional, a possível permissão irrestrita da mineração em zonas de fronteiras impactará, sobretudo, os povos indígenas e populações tradicionais da Amazônia.

“Desde as primeiras movimentações do novo governo, sinalizava-se que o golpe de Temer aceleraria o saque mineral, com projeção de maior abertura do território nacional para a exploração desenfreada dos nossos bens minerais, principalmente, quando se trata da Amazônia e da faixa de fronteira, onde estão os minerais mais estratégicos para o acúmulo de capital e revolução tecnológica. Uma das propostas do governo Temer é abrir as faixas de fronteira para qualquer projeto de mineração, de forma irrestrita”, destaca Maria Júlia Gomes Andrade, da coordenação nacional do MAM.

“O governo Temer não se diferencia da lógica de outros governos em relação à política mineral de gestões anteriores, nas quais também prevaleceu uma lógica produtivista da exploração mineral, com aparelhamento dos órgãos responsáveis por representantes das empresas, com insuficiente fiscalização e controle das atividades, e pouca governança do Estado. Mas o governo golpista demonstra um viés ainda mais acelerado e subordinado ao capital mineral. E com ainda menor abertura ao diálogo com o setor organizado da sociedade brasileira, seja movimentos ou sindicatos”, completa Maria Júlia Gomes Andrade.

Clique aqui para acessar o relatório

Sugestão de fontes:
WWF – Jaime Gesisky- especialista em Políticas Públicas do WWF – Assessoria de imprensa: Giovanna Leopoldi Giovanna@jbpresshouse.com (11)963122030

Movimento pela Soberania Popular na Mineração – Maria Júlia Gomes Andrade (31) 9 8511 7347

Coordenação Nacional do MAM – comunicacaomam@gmail.com – Jarbas Vieira – (61) 9 8336 4399

Coordenação Nacional do MAM – comunicacaomam@gmail.com – Flávia Quirino

Assessoria de Imprensa do MAM – (61) 98336 4399 – comunicacaomam@gmail.com

Ministério de Minas e Energia – Assessoria de Comunicação – (61) 2032-5620/5588
ascom@mme.gov.br

Fonte: http://midiaeamazonia.andi.org.br/pauta/relatorio-do-wwf-alerta-que-governo-prepara-estimulo-mineracao-sem-salvaguarda-ambiental?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=Pauta%20%2020170523

A grama do vizinho é sempre mais verde

grama

Para mim é uma honra e orgulho publicar uma matéria do professor e amigo Fábio Angeoletto, da UFMT, Campus Rondonópolis, pesquisador esse que desenvolvemos pesquisas conjuntas ao qual trazemos à baila os comentários desse novo artigo, título desse post.

Na edição comemorativa dos 20 anos da revista acadêmica Ambiente & Sociedade, da Unicamp, publicamos (Fábio Angeoletto – UFMT, eu – IFPR e outros colegas) o artigo “The grass is always greener on the other side of the fence: the flora in urban backyards of different social classes”. O artigo está disponível para download, gratuitamente, no site da revista.

A boutade no título do artigo prepara o leitor para comparações entre a vegetação cultivada em quintais de diferentes classes sociais onde, invariavelmente, os quintais dos vizinhos mais ricos têm a grama mais verde, têm mais flores e mais árvores também.

Quintais urbanos têm um potencial considerável para a conservação da biodiversidade. No entanto, esses espaços não são planejados, e há pouca informação sobre a diversidade da flora nos quintais de diferentes classes sociais. Nós quantificamos e comparamos a diversidade vegetal dos quintais dois bairros na região metropolitana de Maringá (os bairros Conjunto Triângulo, de baixa renda, e Zona 02, de classe média alta). Os padrões de diversidade são marcadamente diferentes quando comparados os bairros.

A literatura científica descreve uma tendência bem definida de cultivos de espécies vegetais utilitárias (verduras, frutíferas, plantas medicinais) nos quintais dos mais pobres, e do predomínio de espécies ornamentais entre vizinhos de melhor nível econômico, e também constatamos esses padrões em nossa pesquisa. Não há, entre os cidadãos pobres da Região Metropolitana de Maringá, uma “ecologia do prestígio” materializada em uma abundância de plantas ornamentais ordenadas através de aportes de arquitetura paisagística, como é comum em bairros de classe média alta. É o que em ecologia urbana denominamos “efeito luxúria”, fenômeno no qual os mais ricos cercam-se de vegetação e criam paisagens nos espaços livres de suas vivendas.

No entanto, o achado mais importante da pesquisa cujos resultados publicamos na Ambiente & Sociedade foi a resposta que obtivemos para a pergunta surgida da comparação entre as floras de ricos e pobres. Por que os mais pobres cultivam menos?

Bem, somos cientistas e a realidade, é claro, é muito mais complexa. Sim, os quintais dos moradores pobres do Conjunto Triângulo têm menor área média, comparados aos quintais da Zona 02. Mas existe solo disponível. Nós descobrimos que os moradores pobres que pesquisamos não querem ocupar os metros quadrados dos seus lotes com plantas.  Esses moradores encaram seus quintais como uma espécie de poupança para futuras expansões da área construída de suas casas. Eles querem as mesmas comodidades presentes nas casas de classe média alta: garagens para os carros que muito ainda não têm, mas que almejam ardentemente, churrasqueiras, áreas de lazer. Ou simplesmente casas maiores.

Nós repetimos esse estudo em Rondonópolis, e comparamos os bairros Alfredo de Castro e Vila Aurora. Os resultados são similares. Nesse momento muito importante, no qual o Plano Diretor está sendo revisado e atualizado pela Prefeitura, com a participação da sociedade, é preciso incluir as dezenas de milhares de quintais no planejamento urbano. É um recurso ambiental que não pode seguir invisível à municipalidade. A aspiração das famílias mais pobres em ampliar suas casas pode ser alcançada sem o sacrifício da flora dos quintais e dos seus múltiplos benefícios. Soluções simples, como a verticalização das vivendas e a implantação de telhados verdes precisam ser oferecidas e difundidas nos bairros rondonopolitanos.

Fonte: http://www.atribunamt.com.br/2017/05/a-grama-do-vizinho-e-sempre-mais-verde/

43 das 50 cidades mais violentas do mundo estão na América Latina. Por quê?

cidade

Essa pergunta, título da presente matéria, sempre me inquietou. Por que as cidades mais violentas do mundo, sem conflitos declarados, estão na América Latina? (veja no final da matéria a relação das 50+ ou, de repente, as 50-).

Ou, em outras palavras, por que quando se viaja para outros lugares não observamos tamanho conflito? Ou ainda, por que achamos ou transferimos para a “África” os piores lugares para se viver?

Com exceção daquelas cidades que enfrentam conflitos bélicos, as cidades mais violentas do mundo estão na América Latiba e Caribe, onde vive apenas 8% da população mundial, porém, onde se concentram 33% de todos os homicídios. O Instituto Igarapé, do Brasil, conta com seu Observatório de Homicídios e adverte que quatorze dos vinte países com as maiores taxas de homicídio se localizam na América Latina e Caribe. Paralelamente, o relatório anual do Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal (CCSPJP), do México, sobre as cidades mais perigosas do mundo, apresenta outro dado impressionante: 43 das 50 cidades mais perigosas do mundo estão em nosso continente. O que pode ser feito para mudar isso?

O instituto Insight Crime apresenta cinco dinâmicas criminais: aumento dos mercados locais de drogas; fragmentação do crime organizado; países que movimentam a droga se tornam centros de delinquência; o legado de guerras civis em grupos criminosos; e a corrupção e criminalização do governo fiscal. No entanto, as cidades têm algo a dizer sobre isso.

Robert Muggah, Diretor de Pesquisas do Instituto Igarapé, e Ilona Szabo de Carvalho, Diretora Executiva do mesmo instituto, apresentaram no Foro Econômico Mundial a ideia de que algumas cidades latino-americanas sofrem de “periferização”, isto é, são fragmentadas, segregadas e elitistas. A pobreza é reduzida, a economia crescer, porém, a violência aumenta. Por que? Muggah afirma que as cidades latino-americanas são “as mais desiguais do planeta”: aproximadamente 111 dos 588 milhões de habitantes vivem em bairros pobres. Embora as elites nacionais cresçam economicamente, grandes porcentagens da população não têm acesso à água potável, eletricidade e rede de esgoto.

Muggah afirma que as rápidas taxas de urbanização das América Latina estão repercutindo na segurança das cidades que mais crescem, não necessariamente nas mais populosas. Ele recomenda seguir o exemplo dos casos bem sucedidos onde os programas de segurança pública se baseiam em dados; onde os esforços se concentram em zonas urbanas específicas (50% dos homicídios nas cidades acontecem em menos de 2% das ruas); onde a coesão social e as condições sociais e econômicas são fortalecidas. Muggah aponta para a necessidade de que estas regiões contem com sistemas de transporte eficiente, melhorias na qualidade das habitações e que seja eliminada a prática de relocação de comunidades. 

No relatório anual do Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal (CCSPJP), as cidades mais perigosas do mundo são:

50. Durban, África do Sul (34,43 homicídios para cada 100.000 habitantes)

49. Curitiba, Brasil (34,92)

48. Cúcuta, Colômbia (37)

47. Vitória, Brasil (37,54)

46. Manaus, Brasil (38.25)

45. Macapá, Brasil (30,25)

44. Armenia, Colômbia (38,54)

43. Nelson Mandela Bay, África do Sul (39,19)

42. Goiânia e Aparecida de Goiânia, Brasil (39,48)

41. Ciudad Obregón, México (40,95)

40. Chihuahua, México (42,02)

39. Cuiabá, Brasil (42,61)

38. Teresina, Brasil (42,84)

37. Ciudad Juárez, México (43,63)

36. Detroit, Estados Unidos (44,60)

35. Fortaleza, Brasil (44,98)

34. New Orleans, Estados Unidos (45,17)

33. São Luís, Brasil (45,41)

32. Kingston, Jamaica (45,43)

31. Palmira, Colômbia (46,30)

30. Gran Barcelona, Venezuela (46,86)

29. João Pessoa, Brasil (47,57)

28. Recife, Brasil (47,89)

27. Mazatlán, México (48,75)

26. Baltimore, Estados Unidos (51,14)

25. Maceió, Brasil (51,78)

24. Culiacán, México (51,81)

23. Ciudad de Guatemala, Guatemala (52,73)

22. Tijuana, México (53,06)

21. Cali, Colômbia (54)

20. Salvador, Brasil (54,71)

19. Campos dos Goytacazes, Brasil (56,45)

18. Cumaná, Venezuela (59,31)

17. Barquisimeto, Venezuela (59,38)

16. Vitória da Conquista, Brasil (60,10)

15. Feira de Santana, Brasil (60,23)

14. St. Louis, Estados Unidos (60,37)

13. Ciudad del Cabo, África do Sul (60,77)

12. Aracajú, Brasil (62,76)

11. Belém, Brasil  (67,41)

10. Natal, Brasil (69,56)

9. Valencia, Venezuela (72,02)

8. Ciudad Guayana, Venezuela (82,84)

7. San Salvador, El Salvador (83,39)

6. Maturín, Venezuela (84,21)

5. Ciudad Victoria, México (84,67)

4. Distrito Central, Honduras (85,09)

3. San Pedro Sula, Honduras (112,09)

2. Acapulco, México (113,24)

1. Caracas, Venezuela (130,35)

Faça o download do relatório completo do CCSPJP aqui.

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/871089/43-das-50-cidades-mais-violentas-do-mundo-estao-na-america-latina-por-que?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil

Livro gratis: Germinação de sementes e mobilização de reservas em plantas de Copaíba

Livro do Amaro

É com grande alegria que apresento e divulgo (gratuitamente para obtenção) o mais recente livro do amigo Manoel Silva Amaro (et al.), biólogo de formação e, atualmente, professor da Rede Federal de Educação Profissional Científica e Tecnológica pelo IFAM – Instituto Federal do Amazonas.

Esse livro é um trabalho inédito sobre a fisiologia e bioquímica de sementes de Copaíba. Ou seja, precisamos conhecer, fortalecer e proteger a nossa biodiversidade.

O trabalho enfatiza, principalmente, a elaboração de um protocolo para a superação da dormência das sementes da espécie em questão. Ressalta ainda o metabolismo da mobilização de reservas e a transferência desses materiais para o crescimento e desenvolvimento do embrião.

É que os ensaios sobre quebra de dormência, mobilização de reservas de sementes de Copaíba são ainda incipientes.

Espera-se que esse livro venha a contribuir no sentido de propiciar recursos literários para estudantes de graduação e pós-graduação, bem como para os profissionais da fisiologia e produção de sementes florestais e de área afins.

Aos interessados em adquirir, favor entrar em contato comigo pelo email institucional: frederico.silva@ifpr.edu.br

Cientistas apostam em lagarta comedora de plástico contra acúmulo de lixo

Simplesmente NÃO SABEMOS o que fazer com o lixo que produzimos. Uma catástrofe que a cada dia somente aumenta o conflito e solução. A grande maioria da humanidade, absolutamente, não se preocupa com esse real problema. Pouco são os que se inquietam e pesquisam nessa área.

lagarta

Nessa semana, a BBC publicou um importante passo como início de uma tentativa de ajudar a minimizar o problema. Uma lagarta que come sacolas de plástico pode ser a chave para combater a poluição ambiental, dizem cientistas.

Pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, descobriram que a larva de mariposa, que se alimenta da cera da colmeia de abelhas, também pode degradar plástico.

Experimentos mostraram que o inseto pode quebrar as ligações químicas do plástico de forma semelhante à digestão da cera de abelha.

Por ano, cerca de 80 milhões de toneladas de polietileno são produzidas no mundo. Esse tipo de plástico, comum em material hospitalar e embalagens domésticas, leva cerca de 50 anos para se decompor na natureza.

Entretanto, as lagartas de mariposa (Galleria mellonella) podem fazer buracos na sacola de plástico em menos de uma hora.

O bioquímico Paolo Bombelli, da Universidade de Cambridge, é um dos pesquisadores do estudo publicado no periódico científico Current Biology.

“A lagarta é o ponto de partida”, disse Bombelli à BBC News. “Precisamos entender os detalhes de como o processo ocorre. Esperamos ter uma solução técnica para minimizar o problema do acúmulo de resíduos de plástico.”

A descoberta é de Bombelli, em parceria com Federica Bertocchini, da Espanha. Com o trabalho, eles querem desvendar o processo químico por trás da degradação natural do plástico.

Eles dizem acreditar que os micróbios da lagarta – assim como do inseto em si – possam desempenhar um papel na degradação do plástico. Se o processo químico for identificado, ele poderia colaborar com o problema do acúmulo de plástico no ambiente.

“Planejamos implementar essa descoberta numa maneira viável de nos livramos dos resíduos de plástico, trazendo uma solução para salvar nossos oceanos, rios e todo o meio ambiente das consequências inevitáveis do acúmulo desse material”, disse Bertocchini.

“Entretanto, não deveríamos sentir que podemos deliberadamente jogar polietileno no nosso ambiente simplesmente por que sabemos agora que temos como degradá-lo”, acrescenta.

Fonte (para o texto em itálico): http://www.bbc.com/portuguese/geral-39709352

CHAMADA DE ARTIGOS – REVISTA MUNDI ENGENHARIA, TECNOLOGIA E GESTÃO

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Dentro daquilo que nos prontificamos a compartilhar nesse blog, uma das vertentes trata da divulgação de Revistas Científicas que abriguem os frutos e resultados das pesquisas correlatas. Esse é um dos propósitos!

Diante do exposto informo que a Revista Mundi Engenharia, Tecnologia e Gestão engloba artigos científicos e resultados de pesquisas que articulem temáticas e perspectivas interdisciplinares dentro da câmara Engenharia / Tecnologia / Gestão da CAPES (cód. 90193000).

Entre as áreas cobertas estão engenharia civil, engenharia sanitária, engenharia de transportes, engenharia de minas, engenharia de materiais e metalúrgica, engenharia química, engenharia nuclear, engenharia mecânica, engenharia naval e oceânica, engenharia aeroespacial, engenharia elétrica, engenharia biomédica, engenharia de produção e tecnologias associadas. Também há a possibilidade de interface com estudos de outras áreas, em especial as Ciências Sociais Aplicadas no que se refere à gestão, e as Ciências Exatas e da Terra e a área de Saúde no que se refere a aplicações e desenvolvimentos tecnológicos.

O periódico recebe permanentemente artigos em português, inglês e espanhol para a composição de suas edições eletrônicas semestrais. Todos os trabalhos enviados à revista são submetidos a pareceristas conceituados, a fim de que sejam avaliados de modo imparcial pelo método duplo cego. Os artigos devem ser enviados por meio da plataforma http://periodicos.ifpr.edu.br/, onde também se encontram as diretrizes para os autores.

 Datas importantes para submissão

– Submissão até 15 de maio de 2017 com previsão de publicação em julho de 2017.

– Submissão até 15 de outubro de 2017 com previsão de publicação em dezembro de 2017.

– Artigos gerais em demanda contínua.

– Submissão pelo site http://periodicos.ifpr.edu.br/

– Contato revistamundi@ifpr.edu.br