Doutorado COM BOLSA na Europa! A quem interessar possa!

Caros amigos e leitores do Blog, o Dr. Martin Hromada, da Universidade de Presov, Eslováquia, está buscando estudantes para dois projetos de tese doutoral, COM BOLSA:
 
Um, sobre ecologia evolutiva  humana – e neste caso, preferencialmente, ele busca candidatos da América Latina. 
 
O outro é sobre ectoparasitas de aves.
 
E-mail do professor Martin: hromada.martin@gmail.com
 
Página no Research Gate do professor Martin: https://www.researchgate.net/profile/Martin_Hromada
Ajudem a divulgar.
Frederico

MESTRADO EM AGRICULTURA CONSERVACIONISTA – OFERTA DE DISCIPLINAS – MODALIDADE: ESTUDANTE ESPECIAL

O IAPAR divulga chamada para Mestrado em Agricultura Conservacionista, conforme quadro abaixo:

Edital:

02/2017 – Disponível na página do IAPAR – Pós-Graduação Mestrado

Público Alvo:

Profissionais externos ao Instituto, graduados com formação em curso de nível superior correlatos à área de Ciências Agrárias

Área de Concentração –

Disciplinas

a) Genética, Melhoramento e Biotecnologia Vegetal:

– Qualidade tecnológica

– Biologia molecular aplicada ao melhoramento vegetal

b) Manejo Conservacionista dos Recursos Naturais

– Biogeoquímica da matéria orgânica do solo

– Métodos moleculares em microbiologia

c) Produção e Proteção Vegetal

– Fisiologia da produção vegetal

– Manejo integrado de doenças de plantas

Período de Inscrição:

21 a 31/07/2017

Início das aulas:

1ª semana de agosto/2017

Documentos para

Inscrição:

a) Ficha de matrícula preenchida;

b) Uma foto 3×4;

c) Cópia do histórico escolar de graduação;

d) Cópia autenticada do diploma, certificado ou documento equivalente que comprove o curso de graduação e a sua conclusão;

e) Cópia autenticada ou acompanhada do original do RG, CPF e Certificado de Reservista;

f) Para estudantes estrangeiros será necessária a cópia do passaporte com órgão, data de emissão, CPF e visto de permanência no país;

g) Comprovante de depósito da taxa de matrícula

Local de Inscrição

Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Agricultura

Telefone (43) 3376-2153

E-mail: pgiapar@iapar.br

Horário de atendimento: das 8h às 12h e das 13h30 às 15h.

Taxa de Inscrição:

R$ 50,00 (Depósito na agência do Banco do Brasil: 2755-3 / conta corrente IAPAR: 285030-3).

Curitiba (PR) libera cultivo de hortas nas calçadas e vai regulamentar a prática

Hortas urbanas

Eis mais uma boa notícia dentro do caos urbano: Produção de comida em áreas urbanas. Umas das maiores temáticas e linhas de pesquisas do mundo, para os dias atuais!

Meus alunos sabem que precisamos, desesperadamente, produzir: biomassa, proteína vegetal, fibras e madeira. Onde, para isso, pouco importando o local.

O prefeito de Curitiba, Rafael Greca, recebeu nesta semana os responsáveis pela horta cultivada no bairro Cristo Rei e pelas bananeiras plantadas no bairro Hugo Lange. Os responsáveis haviam sido denunciados por moradores da cidade por cultivar em espaços públicos. Na reunião, o prefeito anunciou que vai criar nova regulamentação, que estimule a agricultura urbana e solucione casos similares, evitando conflitos como os que ocorreram com os três.

“A agricultura urbana é uma tendência mundial, a humanidade tem que se voltar de novo para terra e para o arado”, disse o prefeito. Greca ainda brincou com os participantes. “Se Burle Marx, meu amigo e grande paisagista brasileiro, fosse vivo, ia louvar a ideia de colocar bananeiras, ao invés de roseiras europeias, no jardim.” No encontro, Greca disse que vai suspender as sanções contra os responsáveis, enquanto o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba, o Ippuc, está fazendo nova regulamentação para estes tipos de casos.

O Ippuc já constituiu um grupo de estudo para flexibilizar o uso do remanescente de recuo, área onde usualmente fica o canteiro de grama nas calçadas. A atual legislação não prevê o aproveitamento dessas áreas para este fim, o que obriga a fiscalização a penalizar quem cultiva nesses recuos.

Os responsáveis pela horta do Cristo Rei também celebraram o resultado e explicaram ao prefeito que medidas de segurança serão tomadas. “Para evitar a poluição, usamos plantas não comestíveis, que protegem as hortaliças.”

Via CicloVivo.

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/875945/curitiba-libera-cultivo-de-hortas-nas-calcadas-e-vai-regulamentar-a-pratica?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil

Capes abre seleção para expedição na Austrália com remuneração de R$ 10 mil

navio austrália

A CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) abriu nesse último dia 10/julho/2017 inscrições para seleção de Agente de Divulgação para integrar a Expedição 369 – Australia Cretaceus Climate and Tectonics que acontecerá de 26 de setembro a 26 de novembro a bordo do navio Joides Resolution.

Podem concorrer profissionais das áreas de comunicação, educação e tecnologia; o projeto se dará a bordo de um navio.

Programa IODP (International Ocean Discovery Program) – Seleção de Agente de Divulgação do Programa IODP/CAPES-Brasil

Edital nº 26/2017

A CAPES, no cumprimento das atribuições conferidas pela Lei nº 8.405, de 9 de janeiro de 1992 e pelo Estatuto aprovado pelo Decreto nº 8.977, de 30 de janeiro de 2017, por meio de sua Diretoria de Programas e Bolsas no País (DPB), com apoio da Coordenação de Comunicação Social (CCS), torna público o presente Edital e convida os interessados a submeterem candidatura para a seleção de um Agente de Divulgação do programa IODP/Capes-Brasil, nos termos aqui estabelecidos. A seleção será regida pelas disposições deste edital e pela legislação aplicável, em especial pela Lei nº 9784, de 29 de janeiro de 1999, além das normas expressamente referidas neste edital.

1. O PROGRAMA

1.1 O International Ocean Discovery Program (IODP) é um programa internacional de
pesquisas marinhas, que visa investigar a história e a estrutura da Terra a partir do registro de sedimentos e rochas em águas profundas dos oceanos. Para isto, usa o atual e mais evoluído estado da arte da tecnologia em perfuração oceânica, o navio de pesquisa JOIDES Resolution, como instrumento essencial para novas descobertas, permitindo a disseminação de dados e amostras a partir de arquivos globais, particularmente para os 25 (vinte e cinco) países membros do Programa.

1.2 O IODP/Capes-Brasil é executado pela CAPES em parceria com a National Science
Foundation (NSF). O Programa enquadra-se nas diretrizes da CAPES de indução de áreas estratégicas da política brasileira de ciência, tecnologia e inovação.

2. OBJETIVO DO EDITAL

2.1 O presente edital tem por objetivo selecionar 1 (um) Agente de Divulgação do Programa IODP/Capes-Brasil para integrar a Expedição 369 – Australia Cretaceous Climate and Tectonics, a ser realizada no período de 26 de Setembro a 26 de Novembro de 2017, a bordo do navio JOIDES Resolution, com a finalidade de divulgar as atividades científicas do programa IODP e os resultados da expedição para estudantes (dos níveis médio e superior), pesquisadores, professores de ensino médio, docentes da educação superior e profissionais que trabalham com divulgação científica, de forma a estimular o interesse pela ciência nos oceanos.

Para maiores informações acessem:  http://www.capes.gov.br/images/stories/download/editais/04072017-Edital-26-IODP.pdf

Estranho mapa do mundo baseado na produção científica

mapa do blog

Se o mundo fosse mapeado de acordo com quantos trabalhos de investigação científica cada país produz, assumiria uma aparência bizarra e irregular. O norte se ampliaria, enquanto o hemisfério sul praticamente desapareceria.

Nunca, jamais, em época alguma vivemos um caos no segmento da investigação científica. E, como resultado, parados, observamos dois fenômenos: outros países produzirem mais do que o Brasil; e, simultaneamente, a fuga de cientistas para outros países.

O que impulsiona essa desigualdade?

Dinheiro e tecnologia são fatores que influenciam quanto se trata de produzir pesquisas. A média de pesquisa e desenvolvimento – isto é, como uma porcentagem do PIB – foi de 2,4% para os países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, composta majoritariamente de nações do hemisfério norte, mas da qual o Chile é membro) em 2009. Em comparação, poucos países em desenvolvimento atingiram 1%.

Sem fundos nacionais suficientes, os pesquisadores gastam uma enorme quantidade de tempo tentando captar recursos e lidar com organizações fora de suas universidades. Isso significa menos tempo para realmente realizar e produzir pesquisas.

Grande exemplo disso é o da neurocientista Suzana Herculano-Houzel. Primeira brasileira a dar uma palestra na Conferência TEDGlobal, ela tem pesquisa publicada na “Science”, uma das principais revistas científicas do mundo, mas corre o risco de ter que parar seus trabalhos no laboratório que chefia no Rio de Janeiro, por falta de recursos.

Quanto a tecnologia, é um problema principalmente na África. Lá, a internet é muito mais lenta e cara, tornando a colaboração entre pesquisadores do continente difícil, enquanto é muito mais simples para cientistas nos EUA, Europa e Ásia.

Muito além do tutu

Valores e práticas também contribuem para os desequilíbrios globais em produção científica. Mencionamos a “Science” ali em cima, não é? Pois essa e outras revistas científicas que preenchem o mapa-múndi bizarro não são neutras: o envolvimento com elas é caracterizado por vários níveis de participação desigual.

Um estudo com quatro revistas de alto impacto mostrou que elas atraíam autores de vários países do mundo, mas seus locais empíricos de investigação eram significativamente localizados na Europa e na América do Norte. Isto sugere que pesquisadores locais usam seus escassos recursos financeiros e técnicos para serem publicados em revistas supostamente internacionais. Além disso, bons cientistas do hemisfério sul estão fazendo pesquisa no norte, longe de suas casas.

Tendo em conta os ambientes de investigação limitados em que os pesquisadores estão inseridos, os recursos de todo o mundo podem ser usados para subsidiar a investigação do norte. Ao mesmo tempo, investigadores do norte que fazem pesquisa em países em desenvolvimento acabam publicando seus resultados nas mesmas revistas, localizadas no lado de cima do globo.

Pesquisa invisível

Há outro problema com este mapa: ele só conta como ciência artigos que são resultado da publicação em revistas científicas, ignorando coisas como monografias e relatórios técnicos e políticos, por exemplo. Além disso, exclui as ciências sociais e outros gêneros da área de humanidades.

Outra categoria de “investigação invisível” do sul é a encomendada pelo governo e realizada por consultores, muitos dos quais são do meio acadêmico. Mesmo quando é publicado, esse tipo de pesquisa muitas vezes não é atribuído aos seus verdadeiros autores.

O acesso é outra questão. As revistas cobiçadas geralmente são caras, e pesquisadores em ambientes com recursos limitados não podem se dar a esse luxo. A situação deve melhorar graças às políticas de acesso aberto sendo atualmente desenvolvidas na União Europeia, no Reino Unido e em outros lugares.

No entanto, se o mundo em desenvolvimento não criar políticas nacionais e regionais similares, a pesquisa nesse canto do planeta ficará ainda mais invisível. Isso pode involuntariamente consolidar a impressão errônea de que esses estudiosos não estão produzindo nada ou têm pouco a contribuir para o conhecimento global.

Fonte: http://hypescience.com/mapa-mundo-ciencia-producao-cientifica/

Escolas brasileiras assumem o território em seus projetos pedagógicos

escola

Período de férias, para profissionais da área da educação, serve para estarmos refletindo sobre o real papel da Escola no sentido formativo do cidadão. Recentemente um juiz federal proferiu em sua sentença que a Escola deve ser luz e não trevas; que a escola tem que ser água limpa em um mar de lama.

É nesse contexto que compartilhamos a matéria. Ou seja, uma escola contextualizada e ciente do seu papel.

A escola não é uma ilha. Inserida em um território, ela espelha a cultura local dentro das salas de aula e também influencia sua comunidade. A integração entre território e espaço escolar pode se dar de diversas formas e se transforma em processo educativo a partir do momento que propicia oportunidades de aprendizado para crianças e jovens.

Confira, a seguir, algumas experiências no Brasil têm conseguido reverter o cenário de isolamento da escola, garantindo uma educação significativa para seus estudantes.

a) Na escola rural EMEF Zeferino Lopes de Castro, em Viamão (RS),  os alunos são estimulados a aplicar tecnologias digitais aprendidas nas aulas no cotidiano de suas casas: a fazenda; b) A rede municipal de Ipatinga (MG), por sua vez, convidou os alunos a mapearem o entorno de suas escolas em busca de oportunidades educativas; c) Já no Colégio Estadual de Correntina, localizado no município baiano de mesmo nome, a variante linguística da comunidade foi estudada nas aulas de Língua Portuguesa, dando origem a catalogação de termos como “azular”, “biscoitar” e “bucho quebrado”. Além de valorizarem saberes e, portanto, a identidade local, experiências como essas tornam os conteúdos escolares mais próximos do cotidiano dos alunos.

Para a socióloga Helena Singer, o uso do território como campo de pesquisa com base em diversas áreas do conhecimento, como geografia, língua portuguesa, história, entre outras, é a chave para um aprendizado mais significativo. “Isso permite que os alunos estudem na prática conceitos mais abstratos e complexos que os professores podem elaborar futuramente”.

Tal perspectiva também é essencial para que os alunos desenvolvam um senso de pertencimento. “A educação é um processo de crianças aprendendo a viver. E claro que elas precisam aprender a ler e escrever, ciências e literatura, mas elas também precisam aprender a ser cidadãs, a aprender como seu bairro se formou e qual a história da sua cidade”, explica o britânico Tim Gill, uma das maiores referências em infância, em entrevista ao Cidades Educadoras.

Para que isso ocorra, no entanto, a escola também deve se abrir como um espaço comunitário, oferecendo atividades culturais, debates, clubes, dentre outras oportunidades de participação. “Estudantes, professores e funcionários precisam se ver como parte de um coletivo e a escola precisa reconhecer que tem uma missão: ser uma instituição que faça sentido para todos”, explica Helena.

Leia a matéria completa na página do Portal do Aprendiz.

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/872696/escolas-brasileiras-assumem-o-territorio-em-seus-projetos-pedagogicos?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil

PlantMed – Aplicativo para smartphones criado por alunas do curso de Agente Comunitário de Saúde de Capanema (PR)

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Alunas do curso Técnico em Agente Comunitário de Saúde na modalidade EAD do IFPR realizaram como Trabalho de Conclusão de Curso, um projeto de pesquisa sobre Plantas Medicinais. Essa pesquisa, inovadora na região, foi realizada com idosos da cidade de Planalto (PR) para verificar quais eram as plantas medicinais que possuíam em suas residências e dessas, quais mais utilizavam como tratamento ou prevenção a doenças. Com os dados dessa pesquisa foram definidas as 30 plantas mais utilizadas.

As alunas cultivaram mudas de todas as 30 plantas medicinais e, paralelamente, foi pesquisado o nome científico dessas plantas, bem como suas indicações, contraindicações, modo de preparo e modo de cultivo de futuras mudas.

No dia 20/06 foram realizados seminários sobre os projetos das ACS e na apresentação do projeto em questão as alunas distribuíram para a plateia 05 saches de cada planta medicinal, totalizando 150 saches, onde havia as informações as mesmas.

Como parte do projeto, coordenado na época pelo prof. Cleber Serafin, foi finalizado um aplicativo para smartphones com sistema Android, chamado PlantMed. A versão atual informa sobre plantas medicinais para todos os sistemas do corpo humano. Nas próximas atualizações apresentará também a forma de preparo das plantas.

O coordenador do Núcleo de Tecnologia em EAD, prof. Edimaldo Oliveira, conseguiu um espaço no campus para o cultivo das mudas e assim, em breve, o campus terá uma horta com plantas medicinais.

Com certeza novos projetos surgirão sobre esse tema.