Um pódio para o Brasil…na matemática

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A Olimpíada Internacional de Matemática, conhecida como IMO, a sigla em inglês (The International Mathematical Olympiad – https://www.imo-official.org/), reúne geninhos da disciplina desde 1959, quando estreou na Romênia. O embate é duro: as questões requerem alta capacidade de abstração, raciocínio lógico e treino, muito treino para manter a concentração e resolver a prova com organização, criatividade e método. Nada que lembre a matemática da escola. A primeira participação do Brasil em uma IMO ocorreu em 1979 e, de lá para cá, o país acumulou dez medalhas de ouro. A última delas veio nesta 59ª edição, realizada de novo na Romênia, tradicional celeiro de cérebros para a matemática. Havia seis anos que os brasileiros não recebiam a medalha dourada.

O interesse de Pedro por matemática já levou o rapaz para muitos lugares. Além de competir na Romênia, Argentina e Cabo Verde, o paulista trocou a cidade natal, Santa Cruz do Rio Pardo, no interior do estado, pela capital, a mais de 340 quilômetros de distância. “Mudei de escola no 1º ano do ensino médio para me preparar melhor para as competições e ter mais condições de passar em uma boa universidade nos Estados Unidos”, conta Pedro, a quem não falta ambição: ele pretende estudar matemática ou ciências da computação na Universidade de Princeton ou no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Para maiores informações, contato e acesso: E-mail: Gregor Dolinar (Secretary of the IMO Board)  •   Webmaster: webmaster@imo-official.org

Fonte: https://veja.abril.com.br/educacao/um-podio-para-o-brasil-na-matematica/

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Noiva aos 83 anos, Ana dita como ser feliz hoje

 

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Em plena Páscoa, hoje irei ousar na matéria a ser compartilhada nesse blog. Acabo de fazer uma aposta com a minha esposa e ela afirma que essa matéria irá “bombar” pois as pessoas gostam de ler sobre o amor. Agora é só esperar para ver qual dos dois ganha a aposta!

A responsável pela matéria é a Jornalista Silvia Bessa, que publicou no dia 28/03/2018 (dia em que completei meus bons 57 anos de vida), no Diário de Pernambuco (http://www.diariodepernambuco.com.br/ -Jornal mais antigo em circulação da América Latina e o mais antigo do mundo em língua portuguesa).

“Aos 83 anos, ela estava deslumbrante em um vestido branco e longo, com transparências e rendas, encomendado em uma boutique fina da Inglaterra. “Mandei colocar mangas, tirar cauda e fiz quatro provas para ajustá-lo a como eu queria. Ficou muito bem escondido para Peter não ver antes da hora”, contou Ana. A noiva chegou conduzida por uma charrete perto das 12h à frente da porta da pequena igreja do Hotel Fazenda Marrecas, lugar que escolheu para o grande dia realizado naquele paraíso de Maragogi. Entrou sozinha ao som do Bolero de Ravel. Seguiu ao encontro do noivo sem um tradicional buquê na mão. “É ridículo buquê na minha idade”. Foi como ela quis. Na preparação, a noiva comportou-se como quem conduz a própria vida, ainda que em datas especiais e marcantes. 

No último sábado, a poucas horas do “sim”, às 6h uma maquiadora havia batido à porta do quarto do hotel onde Ana estava para conhecer a noiva, saber do gosto dela e preparar a pele para a maquiagem. “Isso é hora de alguém fazer maquiagem? Não farei”. Voltou a dormir. Quando acordou, foi convencida pela assessora matrimonial Paula Arcoverde a ir a um salão do município próximo, Barreiros. “Ela queria pouca maquiagem, cabelo solto e tudo muito simples”, lembrou Paula, da Save The Date, empresa organizadora de eventos dos mais requintados de Pernambuco. “Eu tenho mania de passar a mão no rosto e não queria ver tudo derretendo”, disse Ana, prática e objetiva. Na festa para trinta convidados, duas opções como prato principal para o almoço: duo de lagosta e camarão ao champagne e medalhão de filé mignon ao molho de cogumelos frescos. 

Ana de Lima Grant, brasileira, é natural de Pernambuco. Mora há muitos anos em São Paulo e trabalha ainda hoje construindo, vendendo e alugando imóveis. Tem um filho e dois netos. Peter Edward Grant é inglês, aposentado que fez sua vida como proprietário de agência de carros e empresas de segurança nas proximidades de Londres. É pai de uma filha e de dois netos. “Eu nunca tive esse desejo de casar de novo. Pelo contrário. Estava viúva há dez anos e ele há seis, mas era um sonho de Peter porque ele acredita na importância do casamento religioso e eu resolvi agradá-lo”, relatou a noiva.

“Peter era só sorrisos. Foi lindo de se ver os dois dizendo que depois de tantos estavam recomeçando”, contou Paula Arcoverde. Nem o filho dela nem a filha dele vieram para cerimônia. “Foi uma lição de vida para que a gente sempre acredite no amor. Porque não tem tempo para casar nem para recomeçar. Tem o tempo de ser feliz”, afirmou Paula. 

Por trás do casamento, a história de um encontro casual que o Facebook ofereceu há seis anos. “Eu sempre pedia nas minhas orações um companheiro. Não precisava ser rico, também não devia ser pobre, mas que fosse correto. Um belo dia eu estava conversando com meu filho. De uma hora para outra, eu vi alguém puxando conversa comigo”, narrou. Era Peter. “Ah, não, Marcelo, ele é muito velho”, comentou, rindo, com o filho. Peter tinha 68 anos e Ana 77 anos. “Mamãe, por que a senhora só gosta de jovens?”, perguntou o filho de Ana. 

Quatro meses depois de muitas conversas, Peter convidou Ana para conhecer a casa e a rotina dele. Acostumada a viajar e apaixonada pela Inglaterra, ela foi. Ficou três meses. No quarto mês, recebeu o primeiro pedido para o casamento. “Foi tão inesperado para mim que eu disse para ele que dois anos depois me pedisse de novo. Com dois anos, ele pediu e eu pedi para esperar um pouco mais. Ele esperou”. Após o quinto ano juntos, Ana achou que tinha chegado a hora. Foi a vez dela perguntar: “A sua proposta de casamento está de pé?”. Tiveram trabalho com a papelada por causa da nacionalidade dele. Acabaram conseguindo. Há seis anos, correm atrás do sol: passam seis meses na Inglaterra e seis meses no Brasil para curtir o verão dos dois países.

“Até a última hora eu não estava acreditando no que estava acontecendo comigo”, confidenciou-me a sorridente noiva Ana de Lima Grant enquanto aproveitava a praia de Maragogi que tanto encantou o marido. Ontem, os dois viajaram para Fernando de Noronha. A lua de mel só acaba dia 3 de abril. “Ele, minha vida mudou. Os filhos sempre tomam seu rumo e a gente fica. Minha idade não afeta em nada. Estamos em pleno vigor. Estamos de cabeça, corpo e água”, afirma Ana, a noiva, fazendo questão de mostrar sua feliz maturidade.
Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2018/03/28/interna_vidaurbana,746672/noiva-aos-83-anos-ana-dita-como-ser-feliz-hoje.shtml

O NATAL dos meus sonhos

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Um NATAL como o de Simeão!

Poderia até ousar em dizer: Um NATAL como o do desconhecido Simeão que, simplesmente, soube esperar e confiar.

Não! Definitivamente não quero falar do natal sob a ótica piegas de papai noel,  coca cola e/ou “orgias de presentes” como bem afirmava o meu pai, todo final de ano, à medida que os filhos geravam filhos. Não quero me render ao natal de festas e amigos secretos e que, no final, toque apenas a superficialidade do ser humano, como um momento agradável e passageiro.

Também não quero um natal cuja imagem propagada é distorcida, assim como a Páscoa já foi totalmente desvirtuada.

Desafio qualquer um, em qualquer lugar desse Ocidente, que venha a ser feita qualquer enquete, quiz ou pesquisas quanto ao significado da Páscoa que, seguramente, ganhará aquela opção associada a “coelho e chocolate”. Como se Páscoa fosse coelho e as bolinhas por eles produzidas não são, bem, …, chocolate.

Semelhantemente, desafio qualquer pesquisa ou enquete sobre NATAL onde, também ganhará a opção “papai noel e qualquer outra coisa”.

Mas, antes de voltar a falar de Simeão, não quero também viver natal de famosos, televisivos, nem de belas histórias e melodias de final de ano. Provavelmente, também não quero ter o ícone de nenhum referencial famoso, de gente famosa, locais consagrados, mas, apenas, poder afirmar que o verdadeiro NATAL é possível em e com pessoas simples, anônimas e desconhecidas, assim como Simeão.

Na verdade, quero poder trazer o momento e o sentido da tradicionalidade da história contada e passada de pai para filho, gerações por gerações, de forma oral, o conto e a verdadeira transmissão do NATAL.

Ou seja, Por que, efetivamente, celebramos e devemos sempre celebrar esse significado?

Dessa forma, “quero trazer à memória o que me pode dar esperança (Lamentações 3:21 onde, aos não tão acostumados com o manuseio bíblico, essa citação está no Livro de Lamentações, Velho Testamento, capítulo 3, versículo 21).

Particularmente, sou vidrado nesse, um tanto quanto desconhecido, versículo bíblico. Sim, desconhecido, pois em época de natal o que mais ouvimos são do tipo, “Ela dará à luz um filho, e você deverá dar-lhe o nome de Jesus”, “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens” ou “Vamos a Belém, e vejamos isso que aconteceu”, dentre tantas outras passagens testamentárias.

Não percamos a linha de raciocínio e voltemos ao versículo um tanto quanto “desconhecido”. No período em que Israel esteve no cativeiro babilônico, pelas suas tantas transgressões, o profeta Jeremias escreveu os poemas do livro de Lamentações, para tentar expressar a angústia e sofrimento que seu povo passava naquele tempo.

Talvez NATAL seja um pouco disso ou tenha um pouco a ver com tudo isso: A necessidade de se expressar ou de se identificar a angústia e sofrimento pelo qual o povo nos dias de hoje passa e que, em apenas uma noite, queremos, quase que num passe de mágica, fazer sumir toda essa dor e sofrimento.

Como um bom exercício, tente levantar, simultaneamente, duas campanhas financeiras: uma para animais domésticos e de pequeno porte desamparados e a outra para crianças em abrigos e orfanatos e, no final do intervalo de tempo investigado, veja qual foi a campanha que mais recolheu doações.

É nesse contexto que quero convidar a viver um NATAL do dia a dia, um NATAL de todos os dias, um NATAL para todos os dias. Um NATAL onde, na prática, diariamente, cotidianamente, eu possa trazer à memória o que me pode dar esperança, e explicar qual a real diferença entre NATAL e natal.

Que as pessoas ao meu derredor entendam a prática e o significado do NATAL sem que eu tenha que, se quer, abrir a boca para falar a respeito de nada, de milagre algum. Simplesmente por eu viver o milagre, ser fruto desse milagre e querer externalizar e compartilhar as boas novas desse milagre. Simeão, como bem registra a bíblia, em Lucas 2:25-35 (Novo Testamento, capítulo 2, versos de 25 a 35) esperou e vivenciou, com disse, essa esperança.

Havia em Jerusalém um homem cujo nome era Simeão; e este homem era justo e temente a Deus, esperando a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele. E fora-lhe revelado, pelo Espírito Santo, que ele não morreria antes de ter visto o Cristo do Senhor. E pelo Espírito foi ao templo e, quando os pais trouxeram o menino Jesus, para com ele procederem segundo o uso da Lei, ele, então, o tomou em seus braços, e louvou a Deus, e disse: Agora, Senhor, despedes em paz o teu servo, segundo a tua palavra; Pois já os meus olhos viram a tua salvação. A qual tu preparaste perante a face de todos os povos; Luz para iluminar as nações, e para glória de teu povo Israel. E José, e sua mãe, se maravilharam das coisas que dele se diziam. E Simeão os abençoou, e disse a Maria, sua mãe: Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado (E uma espada traspassará também a tua própria alma); para que se manifestem os pensamentos de muitos corações.

Quantos conhecem essa História? Simples e bela assim como o convite do verdadeiro NATAL.

Brincando de mesclar o Velho com o Novo Testamento, Jeremias com Simeão, no verso seguinte ao “trazer à memória o que me pode dar esperança”, o primeiro escreveu e o segundo vivenciou a misericórdia. Essa palavra misericórdia, que em hebraico é “hesed”, pode ser traduzida por “aliança de amor” ou “amor imutável”. Diante de tanta adversidade, parecia que não havia mais esperança nem para Jeremias, nem para o “velho” Simeão (e talvez muitos nos dias de hoje pensem exatamente dessa forma), mas ambos lembraram e esperaram que a “hesed” de Deus ainda permanecia sobre seu povo e que se renovara através do Cristo do Senhor. É essa mesma “hesed” que vem sobre as nossas vidas exatamente agora.

Por fim, a minha oração para essa noite de NATAL, desde que seja qualquer dia do seu calendário é que, como Simeão, “ninguém morra antes de ter visto o Cristo do Senhor”. E que, ao voltarmos para o nosso dia a dia, seja saindo de um ambiente para o outro, da casa para o trabalho, ou vice versa, o amanhecer de outro dia possamos, agora coletivamente, dizer para nós e para o próximo: Agora, Senhor, despedes em paz esse teu servo ou serva, segundo a tua palavra; Pois já os meus olhos viram a tua salvação”. Porque os meus pensamentos, os meus filhos e, quiçá, os filhos dos meus filhos, entenderam o real significado e importância do nascer de Cristo do Senhor em nossas vidas. E que, enquanto vivermos, possamos replicar ao próximo e as gerações que se renovam trazermos à memória o que nos pode dar esperança.

Um feliz, diferente, Real e Transformador NATAL para todos.

Programa seleciona projetos para estágio na Suécia

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Inscrições podem ser feitas até 11 de dezembro!

O Centro de Pesquisa e Inovação Sueco Brasileiro (CISB) abriu chamada pública para seleção de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, para participar do programa de Estágio Sênior no Exterior (ESN). As propostas devem ser enviadas para o e-mail projects@cisb.org.br até o dia 11 de dezembro.

O programa é destinado a doutores com vínculo empregatício com instituição brasileira de ensino ou pesquisa, e a pesquisadores, com histórico de colaboração com indústrias e/ou com a Suécia, assim como com bom índice de produtividade científica e tecnológica.

Serão priorizados projetos nas seguintes áreas: Conceito metodológico, Design e Análises Operacionais; Design geral e integração de sistemas; Redes de comunicação, C2 / ATM e Cyber Security; HMI e Sistema Autônomo; Tomada de decisão distribuída; Sensores – Sistema e Funções; Sistemas Intensivos de Software; Aeronautical Enginering and Vehicle Systems incl. Propulsão; Materiais, Design / Instalação de Estrutura, Técnica Estrutural e Fabricação; Suporte de manutenção e logística; e Gerenciamento e Desenvolvimento Integrado de Produto (Lean, PMP, etc.).

As propostas serão avaliadas por especialistas com experiência na indústria e na academia. O resultado será divulgado no dia 20 de janeiro.

A bolsa

O CISB pretende apoiar até três bolsas. O período de implementação da bolsa será de fevereiro a agosto de 2018, e a vigência será de um mês. Entre os benefícios, os bolsistas receberão mensalidade no valor de SEK 20.780,00; auxílio instalação; seguro assistência viagem; e auxílio deslocamento para aquisição de passagens aéreas.

Acesse a página da chamada pública.

Fonte: http://www.ifes.edu.br/noticias/17668-programa-seleciona-projetos-para-estagio-na-suica

RE-NATURALIZANDO AS CIDADES

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Experts britânicos e brasileiros reuniram-se em Goiânia (GO)

Replico aqui a matéria escrita pelo professor e amigo Fábio Angeoletto, sobre a sua experiência vivida no Re-Naturing Cities, junto com outras autoridades mundiais no assunto.

As Universidades de Portsmouth e Federal de Goiás, com financiamento do British Council, do Newton Fund e da Fapeg, promoveram no início do mês de julho a oficina internacional “Re-Naturing Cities: Theories, Strategies and Methodologies”.

Centenas de profissionais britânicos e brasileiros candidataram-se as 40 vagas oferecidas a experts em ecologia e planejamento urbano. Vinte doutores de cada nação foram selecionados, e viajaram a Goiânia com todas as despesas pagas. O objetivo principal da oficina – plenamente atingido – foi a criação de redes de pesquisa binacionais, para estudos conjuntos objetivando a “re-naturalização” das cidades.

Angeoletto foi um dos brasileiros selecionados pela organização do evento, e durante os quatro dias da oficina, apresentou os resultados do projeto “Biodiversidade Urbana de Rondonópolis”, além de assistir a dezenas de apresentações mui interessantes. Por exemplo, Fabiano Lemes defendeu a ideia das “cunhas verdes”, que são dutos de espaços verdes que se originam no campo e convergem para o centro das cidades. Daniela Perrotti explanou sobre a metodologia para o cálculo do metabolismo urbano, e de como essas mensurações podem ser aplicadas no planejamento. Heather Rumble apresentou o resultados de suas pesquisas sobre telhados verdes.

Também merecem destaque cientistas como Silvio Caputo, o qual demonstrou técnicas alternativas para práticas de agricultura urbana, como canteiros sobre rodas. Mark Goddard apresentou alguns resultados de pesquisas da UrBioNet, uma rede global de ecólogos urbanos cujo objetivo é promover estudos sobre biodiversidade urbana. Stuart Connop apresentou resultados do Projeto TURAS, acrônimo para “Transição para a Resiliência Urbana e a Sustentabilidade”. Jamie Anderson e Lynette Robertson demonstraram a importância das infraestruturas verdes urbanas para a promoção da saúde humana (inclusive a saúde mental). Caroline Nash dissertou sobre o conceito de Ecomímica: a criação de habitats urbanos que mimetizem aqueles presentes em ambientes prístinos, atraindo a fauna.

O evento congregou profissionais das mais diversas formações: biólogos, geógrafos, arquitetos, sociólogos, economistas, urbanistas e cientistas ambientais. Os organizadores pretenderam, e alcançaram a realização de um evento interdisciplinar. E não poderia ser diferente: a cidade, fenômeno multifatorial e extremamente complexo, precisa aglutinar diferentes habilidades e saberes, para o equacionamento dos seus múltiplos desafios ambientais. É uma lástima que nas universidades brasileiras a interdisciplinaridade seja apenas um discurso politicamente correto. Ao contrário: os departamentos não interagem entre si, principalmente aqueles dominados por uma velha guarda mofada, que se debruça sobre o mundo de hoje com a mentalidade de professores do século 19. Eventos como o “Re-Naturing Cities” deveriam ser a norma no cotidiano universitário.

A expressão “Re-Naturing Cities” é na verdade um convite à reflexão. De fato, as cidades não são a antítese da natureza. O filósofo britânico John N. Gray resumiu com maestria o lugar das cidades na biosfera, ao defini-las como “não mais artificiais do que colmeias de abelhas.” Sem embargo, o caráter ecossistêmico heterotrófico das cidades é uma evidência óbvia de como precisamos de categorias de gestão ambiental e planejamento inovadoras. Precisamos preparar as cidades para eventos climáticos extremos. Precisamos de mais cobertura arbórea nas cidades. Precisamos cultivar alimentos nos muitos espaços urbanos disponíveis. Precisamos planejar a flora urbana para o incremento da fauna silvestre. Precisamos democratizar as árvores. A realidade cinzenta de bairros pobres com poucas árvores, quando comparadas aos bairros de classe alta, é internacional.

Fonte: http://www.atribunamt.com.br/2017/07/experts-britanicos-e-brasileiros-reunem-se-em-goiania/

XV CONGRESSO INTERNACIONAL DE TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO: EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA EM TEMPOS DE MUDANÇA

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Acontecerá em RECIFE (PE), no Centro de Convenções de Pernambuco, de 20 A 22 DE SETEMBRO DE 2017, o XV CONGRESSO INTERNACIONAL DE TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO.

Para maiores informações, acessar: http://www.pe.senac.br/congresso/index.php

Dados mostram que próximo do final da segunda década do século XXI, a educação brasileira permanece com marcas do século passado. Nas últimas avaliações internacionais do PISA, dentre os 70 países envolvidos, obtivemos o 59º lugar em Leitura, 63º lugar em Ciências e, lamentavelmente, o 65º lugar em Matemática. Considerando os países avaliados da América do Sul, estivemos à frente apenas do Peru em Leitura e Ciências e abaixo de todos em Matemática.

O XV Congresso Internacional de Tecnologia na Educação vem reafirmar o  inconformismo com essa triste realidade, buscando através de educadores renomados do Brasil e do mundo, debater teorias e experiências educacionais inovadoras e aplicáveis, para que se possa iniciar uma nova era na educação.

Elegeu-se como tema central do XV Congresso “EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA EM TEMPOS DE MUDANÇA”. Pois deseja-se trilhar novos caminhos. Por isso, planejo-se um amplo leque de atividades: palestras, oficinas, Espaço do Conhecimento – pôsteres e Comunicação Oral, Salão de Empreendedorismo e o Prêmio Professor Lucilo Ávila.

Chamada para Admissão de Artigos – VI Conferência Internacional de Pesquisa sobre Economia Social e Solidária

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A chamada apresenta as atividades referente ao VI Conferência Internacional de Pesquisa sobre Economia Social e Solidária – CIRIECEconomia Social e Solidária, Sustentabilidade e Inovação: enfrentando os velhos e os novos problemas sociais“.
O edital conta com três categorias de participação:
a. Grupos de Trabalho;
b. Pôster;
c. Jovens Pesquisadores
Os Resumos e os Trabalhos Completos deverão ser enviados somente através de sistema eletrônico on-line.
a) Envio de Resumo – Prazo Final 31/08/2017
b) Divulgação dos Resumos aceitos: avaliação contínua finalizada até 01/10/2107
c) Envio de Trabalho Completo – 31/10/2017