‘Guia do Preguiçoso para Salvar o Mundo’ com dicas de pequenas atitudes para o dia a dia

guia

(To read in English, please type: http://www.un.org/sustainabledevelopment/takeaction/)

Pois é, até parece piada. Mas em época de elevadíssimo stress, cansaço e irritação, a UNIC (sigla em inglês para o Centro de Informações das Nações Unidas) acaba de lançar o Guia do Preguiçoso.

Você quer ajudar a mudar e salvar o mundo mas tem preguiça até de levantar do sofá para pegar o controle remoto? Então confira o Guia do Preguiçoso para Salvar o Mundo, campanha digital que o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) lançou neste 10 de dezembro – Dia Internacional dos Direitos Humanos.

O UNIC Rio produziu 42 postais em português adaptando o material criado em inglês que dá dicas de atitudes que podem ser tomadas para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento sustentável (ODS) da Agenda 2030.

A Agenda é um plano de ação para as pessoas, para o planeta e para a prosperidade, com o objetivo de não deixar ninguém para trás. Os ODS buscam concretizar os direitos humanos de todos e são integrados e indivisíveis, equilibrando as três dimensões do desenvolvimento sustentável: econômica, social e ambiental.

“Este guia nos lembra que os direitos humanos são exercidos dia após dia, por cada um de nós, e todos podemos fazer uma diferença. Os direitos humanos não são unicamente políticos ou civis, mas também econômicos, sociais e culturais, e a cada dia mais ambientais”, avalia o diretor do UNIC Rio, Maurizio Giuliano.

O Guia do Preguiçoso traz dicas divididas em categorias: Sofá Superstar, Heroína ou Herói da Família e Pessoa Legal do Bairro, de acordo com o grau de envolvimento e dificuldade da mudança de comportamento.

Alguns exemplos: pagar as contas online e cancelar extratos bancários em papel evita a destruição de florestas. Apagar as luzes – inclusive da sala, se a iluminação da TV ou do computador forem suficientes – economiza energia. Comprar produtos que usem pouca embalagem.

Reaproveitar a água da chuva para limpar calçadas e regar plantas. Comprar em lojas de segunda mão: produtos novos não são necessariamente melhores.

O diretor do UNIC Rio lembra que muitas das ações estão ligadas ao meio ambiente: “Isto nos lembra algo muito crítico, quase dramático: temos todos que trabalhar para que o planeta Terra siga sendo habitável”, afirma Maurizio Giuliano.

A campanha tem 42 dicas que podem ser aplicadas no dia a dia de qualquer pessoa e entra no ar das redes da ONU Brasil a partir de 10 de dezembro. A data marca o Dia Internacional dos Direitos Humanos, quando a Assembleia Geral da ONU adotou, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, que completa 70 anos em 2018.

Fonte: https://nacoesunidas.org/unic-rio-lanca-guia-do-preguicoso-para-salvar-o-mundo-com-dicas-de-pequenas-atitudes-para-o-dia-a-dia/amp/

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PALESTRA INTERNACIONAL EM CURITIBA (PR) SOBRE ECOLOGIA E PLANEJAMENTO URBANO

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Prezados colegas, professores, alunos e comunidade em geral, no dia 30 de novembro (quinta-feira), se realizará no Auditório do IFPR – Instituto Federal do Paraná, Campus Curitiba, localizado na Rua João Negrão, 1285 – bairro Rebouças, com ENTRADA FRANCA, uma palestra internacional, com os professores Piotr Tryjanowski (Universidade de Poznan, Polônia) e Martin Hromada (Universidade de Presov, Eslováquia), além do professor Fabio Angeoletto, do Mestrado em Geografia da UFMT em Rondonópolis.

A visita dos professores europeus tem por objetivo ministrar conferências sobre ecologia humana, ecologia urbana no contexto do Planejamento Urbano. Essas conferências vão acontecer em dois horários (11:00 e 19:30 hs).

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A expectativa é conseguir reunir pessoas de todos os segmentos da sociedade local.

O tema abordará entre outros sobre a Análise Comparativa entre a ecologia de cidades do Brasil, Eslováquia e Polônia, no qual Hromada e Tryjanowski estão compilando dados socioambientais das cidades dos seus países, para compararmos com dados de cidades brasileiras. “Vamos compreender quais são as semelhanças e diferenças da urbanização de cidades da Europa e do Brasil. Injustiça Ambiental na Arborização Urbana.

O alerta dos pesquisadores é o de que a manutenção desses serviços depende crescentemente de como se manifestam os padrões de crescimento urbano. “As cidades estão geralmente localizadas em ambientes cruciais à conservação da biodiversidade, como rios e florestas, o que evidencia a importância do planejamento de cidades mais amigáveis para a vida silvestre. Indubitavelmente, o planejamento adequado dos ecossistemas urbanos é tão importante à conservação ambiental quanto o estabelecimento de áreas naturais legalmente protegidas”.

“O desenvolvimento de mecanismos para a compreensão das conexões entre a urbanização e a degradação ambiental é um desafio complexo, dados os múltiplos fatores sociais, ambientais, culturais e econômicos que devem ser considerados nestas pesquisas. Mas é preciso produzir informações e conhecimentos que guiem planejadores e gestores em suas decisões”, concordam os pesquisadores.

Manual técnico de arborização urbana com espécies da mata atlântica é lançado em Salvador (Bahia)

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Eu falo “exaustivamente muito” sobre a importância do verde em áreas urbanas. Desde o processo de reconstrução do caos causado pela Revolução Industrial e seus desdobramentos. Assim, compartilho essa matéria que vem de Salvador e que deve ser replicada em todas as demais cidades do Brasil.

Assim, foi lançado essa semana na capital baiana o Manual Técnico de Arborização Urbana de Salvador com espécies nativas da Mata Atlântica. O documento, que contém um guia com 50 espécies do bioma indicadas para plantios nas calçadas da cidade, passa a ser o instrumento legal e técnico para orientar profissionais e cidadãos na escolha de espécies adequadas que se integrem às características do município. A nova publicação tem a chancela da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (SBAU) e é uma das primeiras regulamentações do Plano Diretor de Arborização Urbana (Lei Municipal 9187/2017), do PDDU (Lei Municipal 9069/2016) e da Lei Municipal de Ordenamento e Uso e Ocupação do Solo – LOUOS (Lei 9148/2016).

Com ilustrações, diagramas e explicações técnicas de plantio escritas em uma linguagem simples e bem ilustrada, o livro foi elaborado de forma participativa, em colaboração com técnicos e estudiosos da área, com o objetivo de servir de guia para intervenções na capital baiana.

De acordo com André Fraga, secretário municipal da Cidade Sustentável e Inovação, a produção do manual é uma demanda antiga do município. “Salvador nunca possuiu regras ou orientações técnicas para plantio de árvores na cidade. Além disso, outro objetivo dessa publicação é de popularizarmos nossas espécies nativas do bioma Mata Atlântica”, ressalta.

Orientações técnicas

Para plantios em passeios, por exemplo, o manual destaca a necessidade de verificar a largura do corredor, para harmonizar a circulação dos pedestres e o desenvolvimento da árvore. Considerando que Salvador possui ruas estreitas e calçadas ainda mais estreitadas, buscou-se encontrar uma largura mínima que pudesse compatibilizar a acessibilidade com a arborização e outros elementos urbanos. Além disso, é preciso usar espécies com sistemas radiculares que reduzem danos nas calçadas e sistemas subterrâneos como água, esgoto e telefonia. O Manual explica ainda os fatores que devem ser levados em conta na hora do plantio – como porte, formato da copa (reduzindo a demanda constante e dispendiosa por podas) e adaptação ao clima.

A distância da árvore de mobiliários urbanos como sinalização de trânsito, semáforos, hidrantes e etc, é outro elemento importante considerado no manual.

Guia de espécies

Um dos diferenciais do manual de Salvador é o guia com fotografias e a ficha técnica contendo informações e características de cada uma das de 50 espécies indicadas para serem plantadas em ambiente urbano, como ambiente de origem, porte, locais para plantio e folhagem. Todas as plantas citadas são nativas da Mata Atlântica, bioma nativo de Salvador.

A publicação está disponível para download gratuito no site do projeto Salvador, Capital da Mata Atlântica.

Fonte: https://www.archdaily.com.br/br/883464/manual-tecnico-de-arborizacao-urbana-com-especies-da-mata-atlantica-e-lancado-em-salvador?utm_medium=email&utm_source=ArchDaily%20Brasil

Menina de 11 anos vence prêmio com sensor que detecta chumbo na água

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Aqui está a importância de se investir em pesquisa o quanto antes e não apenas na universidade. Aliás, por falar nisso, os Institutos Federais são duramente criticados por pesquisas em Ensino Médio.

Assim, compartilho a matéria de uma menina que, com apenas 11 anos, nos brinda com algo tão relevante para quem trabalha com detectação de metais pesados, dentre eles, o chumbo.

Gitanjali Rao é uma menina de 11 anos de Colorado, cidade nos Estados Unidos, que se tornou a cientista mais jovem do país. Ela venceu o Discovery Education 3M Young Scientist Challenge por criar um dispositivo que detecta níveis de chumbo na água. A estudante da sétima série leva para casa o prêmio de US$ 25 mil (quase R$ 82 mil).

O projeto, segundo ela, foi inspirado na crise hídrica da cidade de Flint, em Michigan, entre 2014 e 2015, em que o sistema de água estava altamente contaminado por chumbo. Mais de 80 casos de contaminação foram detectados na população, principalmente em crianças, e 12 pessoas morreram.

Ela levou em consideração a quantidade de pessoas que tinham sido afetadas e que o problema não era apenas em Flint. Mais de 5.300 sistemas de águas nos Estados Unidos sofrem com isso, de acordo com dados de 2016.

“A ideia veio assim que meus pais fizeram o teste de chumbo na nossa água”, contou Gitanjali ao Business Insider. “Eu pensei: ‘bem, esse não é um processo confiável e eu tenho de fazer algo para mudar isso'”, disse.

Há dois métodos para descobrir se a água está contaminada: usar tiras de teste de chumbo – processo rápido, mas não muito preciso – ou enviar uma amostra da água para análise, que leva tempo e requer equipamentos caros. A menina queria uma solução mais efetiva.

Assim, trabalhando com cientistas da 3M (companhia de tecnologia que atua em diversas áreas), Gitanjali criou o dispositivo que usa nanotubos de carbono programados para detectar a presença de chumbo na água. O aparelho está conectado a um aplicativo de celular que mostra o status do líquido. O processo leva de 10 a 15 segundos, ela diz.

O dispositivo recebeu o nome de Tethys, deus grego da água, e demorou cinco meses para ficar pronto. Agora, ela pretende aprimorá-lo e, eventualmente, vendê-lo para qualquer pessoa que more em uma região que enfrenta o problema da contaminação.

Quando crescer, Gitanjali quer ser geneticista ou epidemiologista, áreas que podem trabalhar com casos assim. “Se você toma banho com água contaminada, pode ter irritação na pele e isso pode ser facilmente estudado por um epidemiologista. E se alguém bebe água com chumbo, os filhos dela podem ter complicações”, diz.

“Eu estudei um pouco desses temas desde que fiquei interessada na área e então vim com esse dispositivo para ajudar a salvar vidas”, declara a menina.

Fonte: https://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/menina-de-11-anos-vence-pr%C3%AAmio-com-sensor-que-detecta-chumbo-na-%C3%A1gua/ar-AAujMC6

O Brasil arde em chamas

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Na qualidade de um engenheiro agrônomo ambientalista, recebo com elevado carinho a solicitação da minha irmã, professora da UnB, para que publicasse e compartilhasse nesse blog o clamor de duas colegas nossas, também professoras da UnB, referente a queimada na Chapada dos Veadeiros.

Na verdade, não se queima apenas na Chapada dos Veadeiros. Antes fosse! Essa metodologia pré-histórica, dos homens das cavernas, ainda insistem em ser utilizada criminosamente em pleno século XXI. Ou seja, na ausência de soluções, queima-se! seja lixo ou qualquer outra coisa que se venha à mente.

Dessa forma, difícil traduzir em palavras a catástrofe ocorrida na Chapada dos Veadeiros. Desde o dia 17/10 a Chapada queima em labaredas que devoram o que encontram pela frente. Quando escrito no dia 25/10, já eram 69 mil hectares destruídos apenas dentro da área do Parque Nacional, sem contar as áreas externas ao mesmo que, quando consideradas, somam cerca de 80 mil hectares atingidos.

O que a natureza levou milhões de anos para formar, um fogo de origem criminosa, conforme notícia do ICMBio (http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-10/icmbio-incendio-que-ja-atinge-22-da-chapada-dos-veadeiros-foi-criminoso), destruiu em 8 dias.

Uma paisagem natural se forma por meio de complexas relações entre o clima, a rocha, os solos, a vegetação, os animais e os microrganismos e finalmente as intervenções humanas. As paisagens existentes na Chapada dos Veadeiros são de idades geológicas estimadas em mais de 500 milhões de anos, o que explica a beleza cênica estonteante, a riqueza e a diversidade em fauna e flora. Alguns danos infelizmente podem ser irreparáveis. Mas a importância da região não se restringe ao Brasil Central. Estamos falando do berço das águas do Brasil e da América do Sul.

A Chapada dos Veadeiros revela ser uma região de suma importância como referência em proteção de suas nascentes e águas superficiais, como rios, veredas, campos úmidos e águas de recarga- águas subterrâneas. A região está situada em Cerrados de Altitude (abrange 95% de sua cobertura), com ecossistemas e biodiversidade presentes somente nestas altitudes. Cabeceiras situadas nestas áreas de transição naturalmente fluem para bacias contíguas e muitas vezes formam corredores ecológicos. Baseado no potencial de sistemas aquáticos localizados em áreas de nascentes, ainda com condições naturais e protegidas, de abrigar espécies endêmicas e ameaçadas, esta região deveria estar sob proteção ambiental de forma integral e permanente.
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Carmen Regina Mendes de Araújo Correia-Engenheira Agrônoma, doutora em Ecologia.
Claudia Padovesi Fonseca, Bióloga, doutora em Limnologia
UnB – Universidade de Brasília
Departamento de Ecologia, Instituto de Biologia
Laboratório de Limnologia – Grupo de pesquisa  AquaRiparia

Sobre armas automáticas, natureza, araras e pokémons

araras azuis

Vamos mais uma vez vamos trazer e compartilhar a reflexão do Fábio Angeoletto, amigo, professor e pesquisador da UFMT.

Atualmente vivemos um paradoxo: enquanto que as sociedades tornam-se mais e mais tecnologicamente sofisticadas, elas também quedam crescentemente mais ignorantes, do ponto de vista biológico. Estamos fracassando em prover as pessoas de alfabetização ambiental. Não por acaso, um norte-americano mediano consegue identificar centenas de logotipos de corporações empresariais, mas é incapaz de identificar mais do que 10 espécies da flora nativa do seu entorno, mesmo que por seus nomes populares.

Crianças inglesas de 4 a 11 anos de idade conseguem identificar mais personagens do videogame Pokémon do que espécies da flora e fauna britânicas. Esse analfabetismo ambiental atravessa gerações: metade dos adultos britânicos é incapaz de identificar o onipresente pardal, essa avezinha tão comum nas cidades de ambos os hemisférios.

O botânico Peter H. Raven cunhou a expressão “cegueira vegetal”, para se referir às pessoas – a maioria de nós – que mal notam as plantas, e são incapazes de identificá-las. Raven, em entrevista ao jornal “The New York Times”, declarou não ser incomum que as pessoas não estejam certas sequer de que as plantas são seres vivos.

Vejamos aqui no Brasil, um exemplo de Rondonópolis (MT), uma cidade ainda de cunho rural: uma menina de sete anos perguntou à sua tia (estudante da UFMT) “se as galinhas realmente existem”. Ela só conhece a carne de frango e os nuggets.

Como enfatizaram os ecólogos James R. Miller e Robert Pyle “a ignorância coletiva redunda em indiferença coletiva”.

A bióloga Kathryn L. Hand e colaboradores publicaram recentemente um artigo onde defendem a importância dos quintais como um espaço importante de conexão com a natureza para crianças e adultos. No artigo, intitulado “The importance of urban gardens in supporting children’s biophilia”, os autores corretamente argumentam sobre os benefícios significativos que redundam da exposição e conexão com a natureza. Nas cidades, onde o acesso à vida silvestre nem sempre é fácil, os quintais podem proporcionar esse contato. Por outro lado, os autores lamentam as diferenças na biodiversidade de quintais de famílias de nível socioeconômico mais elevado, e na escassez ou ausência de verde nos quintais dos mais pobres. Hand e seus colegas também exprimem preocupação em relação ao declínio da área dos quintais, uma tendência no estabelecimento de novos bairros.

Eu analisei essas mesmas questões, relativas aos quintais de cidades brasileiras, no artigo “En Maringá el césped del vecino es más verde”, publicado na Revista Rua, da Unicamp. Lamentavelmente, nas cidades brasileiras os quintais são “invisíveis”: pouco ou nada se sabe a respeito de suas características (área média, espécies vegetais existentes) e sobre as famílias que manejam essa vegetação. Mas o potencial dos quintais para a conservação da biodiversidade é imenso.

Ainda em Rondonópolis, com a proposta de “virar a própria mesa”, o “Projeto Araras Urbanas” está mapeando quintais (e outros espaços) que abrigam ninhos de araras-canindé (Ara ararauna), com filhotes. O projeto é desenvolvido pelo meu orientando no Mestrado em Geografia da UFMT, o biólogo João F. C. Bohrer, com o apoio técnico do Instituto Arara Azul e do Grupo de Pesquisas em Biologia Evolutiva e da Conservação, da Universidade Complutense de Madri.

Nosso principal objetivo é gerar dados sobre a biologia das araras na mancha urbana. Convidamos todos os moradores de Rondonópolis a participarem do projeto como cientistas cidadãos, nos informando sobre a presença de araras nos seus bairros. Para isto criamos o grupo de WhatsApp ARARAS URBANAS ROO: 66 – 996 423 528.

Amigos das araras, por favor, unam-se e divulguem esse grupo!

UEM – PROCESSO SELETIVO 2018 – PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGROECOLOGIA – MESTRADO PROFISSIONAL

mestrado

Sou “filho” da UEM – Universidade Estadual de Maringá (Maringá – Paraná), instituição que honro. Foi lá que fiz o meu mestrado e doutorado, além de ter sido professor substituto por mais de dois anos, numa época em que o governador do estado insistia em não abrir concurso para docente efetivo.

Hoje recebo o pedido de colaborar na divulgação do Processo Seletivo de Mestrado em Agroecologia.

DO PÚBLICO-ALVO: Poderão se inscrever no processo seletivo para o Programa de Pós-Graduação em Agroecologia – Mestrado Profissional (PROFAGROEC), candidatos que concluíram curso superior de Graduação em Ciências Agrárias, Biológicas e afins, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), no país e/ou no exterior, e candidatos que comprovem, mediante declaração de Instituição de Ensino Superior, que terão concluído o curso de graduação até o ato de matrícula.

DAS VAGAS: São oferecidas 34 vagas no Programa de Pós-Graduação em Agroecologia – Mestrado Profissional (PROFAGROEC), para ingresso no primeiro semestre de 2018. O preenchimento das vagas existentes fica condicionado à aprovação de candidatos no processo seletivo e à disponibilidade de orientador.

DAS INSCRIÇÕES: As inscrições devem ser realizadas de 03 de outubro a 11 de novembro de 2017, de segunda à sexta-feira, exceto feriados, das 8h às 13h, na Secretaria do Programa de Pós-graduação em Agroecologia – Mestrado Profissional
(PROFAGROEC) no Bloco 115 – Campus Maringá, Paraná, pessoalmente ou por meio
de procuração autenticada.

As aulas serão às sextas e sábados para que os profissionais liberados pelas empresas possas fazer o mestrado.

O curso tem duração de 24 meses e são três áreas (linhas de pesquisa): – Manejo Agroecológico de Solos; Manejo Agroecológico de Doenças e Pragas; e, Sistemas de Cultivos Agroecológicos.

Para maiores informações, favor acessar: http://www.mpa.uem.br/