Sacolinha de amido de mandioca se dissolve na água quente evitando poluição

I am not a plastic

Plásticos, plásticos, plásticos.

O mundo está sufocado por plásticos.

Digitem plásticos no google e encontrarão próximo de 4 milhões de referencias. Digitem sacolas plástica e meio ambiente que esse número se aproxima de 500 mil referencias. Os microplásticos já chegaram nos dois pólos extremos da Terra e contaminam os oceanos (alguns pesquisadores consideram que o tamanho máximo do microplástico é de 1 milímetro, enquanto outros adotam a medida de 5 milímetros. O grande problema é que a grande quantidade de plástico nos oceanos, o microplástico altera a composição de certas partes dos oceanos, prejudicando o ecossistema da região e consequentemente a saúde humana).

Razão pela qual replico e compartilho uma solução “pé no chão” e fruto de uma cultura nossa, sem importação: sacolas ‘plásticas’ de amido de mandioca.

Eu não sou de plástico”, é assim que a sacolinha de amido de mandioca se apresenta. Desenvolvida pela Avani Eco, empresa de Bali, na Indonésia, ela é totalmente biodegradável, pode ser reciclada como papel e dissolve na água.

Por não ser tóxica, a sacola desaparece com um simples copo de água quente e depois pode até ser bebida. Além de contribuir para a diminuição da produção de produtos plásticos, o objeto não-tóxico também ajuda no consumo racional de água. A invenção é resultado do trabalho do biólogo Kevin Kumala.

O preço sugerido para comercialização é de R$ 1, por volta de 405 rupias indonésias. Mas para ser vendida é necessário que os pedidos atinjam a marca de pelo menos 5 mil unidades.

Para especialistas os debates sobre o uso do plástico serão os grandes protagonistas da primeira metade do século 21. Atingindo níveis preocupantes, o item está sendo banido em países europeus e também no Brasil. Recentemente o McDonald’s anunciou a substituição do canudinho de plástico pelo de papel em todas as unidades britânicas. No Rio de Janeiro uma lei prevê o banimento dos canudos em bares da capital fluminense.

Triste mesmo é saber que uma cultura nossa é muito mais valorizada e pesquisada em outros países do que a sua região mãe.

Fonte (para a parte em itálico): https://www.hypeness.com.br/2018/06/sacolinha-de-amido-de-mandioca-se-dissolve-na-agua-quente-evitando-poluicao/

Fonte (imagem): http://www.dive-damai.com/i-am-not-plastic/

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O enigma da lâmpada que funciona desde 1901

Vamos procurar trazer nessa matéria mais um curioso enigma: a da lâmpada que funciona desde 1901, publicada pela BBC (https://www.bbc.com/portuguese/geral-44612144).

lampada
A Lâmpada Centenária, que ilumina uma unidade dos bombeiros na Califórnia (EUA) há 117 anos, tem mais de 1 milhão de horas de uso. Ela é uma lâmpada tão famosa que tem a própria página na internet, um perfil no Facebook e até uma câmera exclusiva que a filma dia e noite.

É a Lâmpada Centenária (Centennial Bulb, em inglês), que, segundo o Livro Guinness dos Recordes, é o foco de luz elétrica que há mais tempo está aceso em toda a história.

A lâmpada fica em uma unidade dos bombeiros na cidade de Livermore, na Califórnia (EUA). Ainda no século passado, em 1901, os bombeiros queriam manter iluminados seus alojamentos dia e noite para poderem responder com prontidão quando necessário. Decidiram, então, instalar uma lâmpada.

Ela foi doada por um empresário local e fabricada à mão por uma empresa pioneira no setor.

Décadas se passaram e, exceto breves cortes de energia e duas mudanças, a lâmpada continuou iluminando o ambiente.

Em 2001, quando completou um século, ganhou oficialmente o título de Lâmpada Centenária. E, no dia 18 de junho deste ano, completou 117 anos com mais de 1 milhão de horas de uso. E continua funcionando.

Estima-se que em 117 anos, a lâmpada ficou apagada por apenas 20 minutos

‘Operação translado’

Os bombeiros que instalaram a lâmpada no começo do século passado dividiam o escritório com a polícia. Quando ambos os departamento se mudaram, a lâmpada foi levada para a nova unidade.

Em 1976, quando o foco de luz já havia entrado para o Guinness, os bombeiros se mudaram novamente para outra sede.

As autoridades da Califórnia planejaram uma grande operação para cuidar da famosa lâmpada durante o translado.

Para começar, cortaram o cabo por temer que, ao desenroscá-la, poderiam quebrá-la. Depois, um caminhão dos bombeiros e a polícia escoltaram a lâmpada até o novo lugar: a estação número 6 dos bombeiros, onde, ainda hoje, continua iluminando.

Segundo os registros, ela só ficou apagada por um total de 22 minutos, quando foi transferida – e nunca passou um dia inteiro sem funcionar.

Os filamentos da lâmpada que funciona desde 1901 são oito vezes mais grossos que os das lâmpadas comercializadas atualmente

Do que é feita a lâmpada que não apaga

A lâmpada centenária foi feita à mão em 1897 pela Shelby Eletronic Company, empresa que já não existe mais. O fundador da empresa, Adolphe Chaillet, era um dos rivais do famoso inventor Thomas Edison.

A lâmpada de Chaillet que entrou para a história mede oito centímetros e tem uma forma mais arredondada que as lâmpadas modernas. Acredita-se que, originalmente, era uma lâmpada de 30 watts. Com o tempo, contudo, enfraqueceu. Atualmente emite uma luz tênue, de aproximadamente 4 watts.

Um ponto considerado chave para explicar por que a lâmpada ainda emite luz está em seu interior. Em 2007, a física Debora Katz, da Academia Naval dos EUA, analisou outras lâmpadas da mesma coleção que a Centenária – que não pode ser trocada pelo receio de que quebre. Ela descobriu duas diferenças significativas em relação às lâmpadas comercializadas atualmente.

Em primeiro lugar, o filamento é oito vezes mais grosso que o de uma lâmpada moderna. Em segundo, que esse filamento, possivelmente feito de carbono, é semicondutor. Assim, quando a lâmpada esquenta, os filamentos se convertem em um condutor mais potente – em contraste com o comportamento de filamentos atuais, que perdem potência quando esquentam.

Teoria da conspiração

Os especialistas também assinalam que, ironicamente, o fato de estar presa no mesmo soquete e jamais ter sido apagada também pode contribuir com a sua longevidade.

O desgaste em acender e apagar lâmpadas incandescentes é maior do que quando ela permanece acesa continuamente. Isso acontece porque os filamentos aquecem e esfriam, fazendo com que o material dilate e contraia, o que provoca o surgimento de microfissuras e reduz a vida útil das lâmpadas.

Apesar dessas explicações, tanto Katz quanto outros especialistas reconhecem que há um certo mistério no fato de a lâmpada estar funcionando há tanto tempo.

Quando os bombeiros mudaram de sede, cortaram o fio da lâmpada, com receio de que ela quebrasse ao ser desenroscada do soquete.

Em 2010, um documentário espanhol sugeriu uma polêmica explicação.

O filme A Conspiração da Lâmpada de Luz (The Light Bulb Conspiracy, em inglês), que em espanhol levou o nome de Comprar, tirar, comprar, afirma que a Lâmpada Centenária seria uma prova do que chamou de “obsolescência programada”.

Trata-se da teoria de que produtos são feitos com uma vida útil limitada, para fomentar o consumo. Segundo a documentarista Cosima Dannoritzer, enquanto inventores como Chaillet aspiravam criar lâmpadas de longa duração, um acordo secreto de fabricantes firmado em 1924 teria resultado na decisão de limitar a vida útil dos produtos.

Atualmente, as lâmpadas de LED duram de 25 mil a 50 mil horas. Já as fluorescentes têm vida útil de 6 mil horas e as incandescentes de 1 mil horas.

Em meio à polêmica assinalada pelo filme, a Lâmpada Centenária já dura mil vezes mais do que isso e chega, neste ano, à mesma idade da pessoa mais velha do mundo – Nabi Tajima, mais conhecida como Chiyo Miyako, do Japão, que completou 117 anos este ano, mas que já veio a falecer (https://g1.globo.com/mundo/noticia/morre-no-japao-a-pessoa-mais-velha-do-mundo-aos-117-anos.ghtml).

Fontes: https://www.bbc.com/portuguese/geral-44612144; http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2018/06/27/144442-o-enigma-da-lampada-que-funciona-desde-1901.html

Novo tipo de fotossíntese é descoberto

fotossintese

Todo leitor dessa matéria, independentemente de área, formação ou idade um dia já estudou a equação da fotossíntese:

6 CO2+ 2 H2A     CH2O + H2O + 2 A

Essa equação mostra que H2A pode ser a água (H2O) ou o sulfeto de hidrogênio (H2S) e evidencia que, se for água ela é a fonte de oxigênio na fotossíntese.

O que nós estamos querendo compartilhar nessa materia de hoje é que um novo estudo conduzido por pesquisadores do Imperial College London (Reino Unido) mudou nossa compreensão do mecanismo básico da fotossíntese e deve reescrever os livros didáticos.

A grande maioria da vida na Terra usa luz vermelha visível para realizar o processo de fotossíntese, mas os cientistas descobriram um novo tipo de fotossíntese que usa luz infravermelha próxima.

Essa forma alternativa foi detectada em uma ampla gama de cianobactérias (algas verde-azuladas) quando crescem em luz infravermelha, como em condições sombreadas encontradas em Yellowstone nos EUA e em rochas de praia na Austrália.

A descoberta também pode moldar a forma como procuramos por vida alienígena e fornecer insights sobre como podemos projetar culturas agrícolas mais eficientes que aproveitam os comprimentos de onda mais longos da luz.

Limite vermelho

O tipo de fotossíntese padrão e quase universal usa o pigmento verde, clorofila-a, tanto para coletar luz quanto para usar sua energia para produzir bioquímicos e oxigênio úteis. A maneira como a clorofila-a absorve a luz significa que apenas a energia da luz vermelha pode ser usada para a fotossíntese.

Como a clorofila-a está presente em todas as plantas, algas e cianobactérias que conhecemos, era de ampla aceitação que a energia da luz vermelha estabelecia uma espécie de “limite vermelho” para a fotossíntese, isto é, a quantidade mínima de energia necessária para fazer a química que produz oxigênio.

O limite vermelho é inclusive usado em astrobiologia para julgar se a vida complexa poderia ter evoluído em planetas em outros sistemas solares.

No entanto, quando algumas cianobactérias são cultivadas sob luz infravermelha, os sistemas padrão contendo clorofila-a são desativados e diferentes sistemas contendo um tipo diferente de clorofila, clorofila-f, assumem o controle.

Além do limite vermelho

Até agora, pensava-se que a clorofila-f apenas colhesse a luz. A nova pesquisa mostra que, em vez disso, a clorofila-f desempenha um papel fundamental na fotossíntese sob condições sombreadas, usando luz infravermelha de baixa energia para fazer a química complexa. Esta é a fotossíntese “além do limite vermelho”.

“A nova forma de fotossíntese nos fez repensar o que pensávamos ser possível. Também muda a forma como entendemos os principais eventos no coração da fotossíntese padrão”, disse um dos principais pesquisadores do estudo, Bill Rutherford, do Departamento de Ciências da Vida no Imperial College London.

No novo tipo de fotossíntese, mais detalhes puderam ser observados e muitas clorofilas denominadas “acessórias” foram vistas realmente realizando a etapa crucial da química. Isso indica que esse padrão pode valer para os outros tipos de fotossíntese, o que mudaria a visão de como funciona até mesmo a forma dominante de fotossíntese.

Anteriormente, a cianobactéria Acaryochloris já era conhecida por fazer fotossíntese além do limite vermelho. No entanto, porque este tipo parecia ocorrer apenas nesta espécie, com um habitat muito específico, foi considerado uma “exceção”. A Acaryochloris vive debaixo de animais marinhos que passam a maior parte da vida anexados a superfícies como rochas e docas, e isso bloqueia a maior parte da luz que recebe, exceto pelo infravermelho próximo.

A fotossíntese baseada em clorofila-f relatada pelos pesquisadores neste estudo representa um terceiro tipo de fotossíntese que é bem mais difundido.

No entanto, é usado apenas em condições especiais sombreadas ricas em infravermelho; em condições normais de luz, a forma padrão de fotossíntese é usada.

Culturas mais eficientes

Até agora, os cientistas pensavam que os danos causados pela luz seriam mais severos além do limite vermelho, mas o novo estudo mostrou que não é um problema em ambientes estáveis e sombreados.

Isso muda a nossa compreensão dos requisitos de energia da fotossíntese, e pode ser útil para pesquisadores que tentam projetar culturas para realizar fotossíntese mais eficiente usando uma faixa mais ampla de luz.

Como essas cianobactérias se protegem de danos causados por variações no brilho da luz pode ajudar os cientistas a descobrir o que é possível projetar nas plantas cultivadas.

A descoberta foi publicada na prestigiada revista Science (http://www.sciencemag.org/).

Fonte: Natasha Romanzoti, Hypescience, https://hypescience.com/novo-tipo-de-fotossintese-e-descoberto/; http://noticias.ambientebrasil.com.br/clipping/2018/06/16/144246-novo-tipo-de-fotossintese-e-descoberto.html

ISRAEL – VOCÊ TEM UMA OPÇÃO DE BOLSA DE ESTUDOS

Gimi

Aproveito o tempo de hoje para transcrever um email que pessoalmente recebi do Diretor de Programas Internacionais, do Instituto Galileia, em Israel, e quero compartilhar com todos os que pensam estudar em Israel, assim como eu tive essa oportunidade.
O Galilee International Management Institute (GIMI), localizado em Israel, desenvolve cursos avançados de capacitação para profissionais de todo o mundo.
Fundado em 1987, mais de 18.000 profissionais oriundos de 170 países, se formaram em nossos programas, conferindo ao Instituto uma reputação global.
Você pode obter uma Bolsa de Estudos concedida ao GIMI pela OEA – Organização dos Estados Americanos e participar de um programa ainda em 2018.
Veja detalhes sobre os nossos programas, realizados em Israel, voltados ao público brasileiro e ministrados em português.
Para maiores informações mantenha contato com Sr. TSUR BUNIM – Agente Comercial do Galilee International Management Institute (GIMI) para o Brasil.
Celular / WhatsApp: (11) 99606-5051
Esperamos te ver em um dos nossos programas. Se preferir, estou a disposição na sede do GIMI.
Um cordial Shalom!
Gabriel Eigner
Diretor de Programas Internacionais
+972 4 642 8888
Galilee International Management Institute

Há algo mais rápido do que a velocidade da luz?

lub blog

“A velocidade máxima para tudo no nosso Universo tem um valor: 300 mil quilômetros por segundo”, disse o físico teórico britânico Jim Al-Khalili ao programa de rádio da BBC Os Casos Curiosos de Rutherford e Fry, quando consultado sobre a possibilidade de que algo possa viajar mais rápido que a luz.

“Nada pode ir mais rápido, porque essa é a velocidade do próprio tecido do espaço-tempo. E a luz viaja a essa velocidade. Não é que a luz seja especial nesse sentido, é a própria velocidade que é especial em nosso Universo. Pode haver outros universos nos quais a velocidade máxima seja diferente.”

Mas por que há limite de velocidade?

“Isso nos leva à Teoria da Relatividade Especial de Albert Einstein, de 1905, que diz que a velocidade da luz é o que conecta o tempo e o espaço”, explica.

No século 17, o físico britânico Isaac Newton disse que o tempo e o espaço eram independentes. Einstein afirmou que, na verdade, o tempo e o espaço estão intimamente conectados, e o que os une – e que nos permite observar isso – é a velocidade da luz.

“Se você viaja a uma velocidade o mais próxima possível da luz, coisas estranhas acontecem”, afirma Al-Khalili.

Alongamento do espaço e do tempo

Para entender essas coisas estranhas, o cosmólogo Andrew Pontzen sugere um experimento imaginário em uma viagem de trem.

“Imagine que você está viajando em um trem e joga uma bola dentro do vagão. Você observa o movimento dela e, para você, parece que ela vai na mesma velocidade todas as vezes em que você a joga. Mas suponha que alguém esteja parado fora do trem, na plataforma de uma estação, e essa pessoa também vê a bola”, descreve.

“Essa pessoa verá a bola se movendo não na velocidade na qual você a jogou, mas na velocidade em que o trem viaja combinada à velocidade que você atirou a bola, porque obviamente os dois movimentos estão ocorrendo ao mesmo tempo.”

Tudo isso já pode soar normal para quem conhece a Teoria da Relatividade. Mas os problemas começam quando você aumenta a velocidade do trem.

Quando mais você se aproxima da velocidade da luz, menos a bola deixa de rolar na velocidade combinada. É como se algo a impedisse de ir mais rápido.

“Mesmo que o trem esteja um pouco mais lento que a velocidade da luz, o que é mais realista, e você joga a bola, você não vai mais ter a combinação da velocidade em que a jogou com a velocidade do trem. Fica cada vez mais difícil para a bola acelerar na medida em que o trem se aproxima da velocidade da luz”, afirma Pontzen.

“É um efeito muito estranho, que está ligado ao alongamento do espaço e do tempo.”

E o mais estranho é que, na medida em que você se aproxima da velocidade da luz, o trem começa a ficar meio… mole.

“Para quem está de fora, o trem viajando na velocidade da luz pareceria estar sendo esmagado e ficando menor na direção para onde ele está se movendo. Ao mesmo tempo, parecerá que sua massa está aumentando mais e mais”, explica Ponzen.

“Este é outro motivo pelo qual você não pode andar mais rápido que a velocidade da luz. Se você tentar, parece que sua massa aumenta. Isso faz com que seja mais difícil, por exemplo, que o nosso trem se mova mais rápido.”

Segundo o cosmólogo, isso se deve à extensão da famosa equação de Einstein E = mc² (Energia é igual a massa vezes a velocidade da luz ao quadrado).

Na verdade, a equação completa é E²=(mc²)²+(pc)². A parte final é a que descreve como a massa do objeto muda quando há movimento envolvido, segundo Ponzen.

Mais estranho ainda é o que ocorre com o tempo. Se você pudesse viajar na velocidade da luz, experimentaria toda a história do Universo em um instante. Isso por que todas as leis de causa e efeito se quebrariam, e as noções de passado e de futuro não teriam mais sentido.

Mas, para isso, seria preciso ter massa e energia infinitas. É por isso que o limite universal de velocidade é uma espécie de fundamento da Física.

A luz não tem massa. Por isso, consegue viajar neste limite de velocidade cósmico.

Alarme falso

Até onde sabemos, não há nada que possa viajar mais rápido que a velocidade da luz. Mas, por um breve momento, acreditou-se que sim.

Em 2011, foi anunciada uma descoberta que ameaçou anular tudo o que sabemos sobre a velocidade da luz, a Teoria da Relatividade e toda a física moderna.

Na Suíça, físicos europeus conduziam um experimento chamado Oscillation Project with Emulsion-tRacking Apparatus (Opera, na sigla em inglês), para estudar o fenômeno da oscilação de neutrinos.

Diferentemente das partículas de luz, os neutrinos são partículas que possuem uma pequena quantidade de massa. Por isso, segundo a Teoria da Relatividade Especial de Einstein, deveriam viajar a uma velocidade menor que a da luz.

No entanto, naquele ano, o projeto chamou a atenção de toda a comunidade internacional quando anunciou a detecção de neutrinos se movimentando em uma velocidade superior à da luz.

“Os pesquisadores que realizaram esse experimento com neutrinos na Suíça e na Itália publicaram os resultados, e todos ficaram muito emocionados: isso ia revolucionar a Física”, relembra Jim Al-Khalili.

“Mas eles conseguiram aquele resultado por causa de um cabo frouxo de um relógio digital em um computador num laboratório italiano. Quando alguém percebeu e o conectou corretamente, tudo voltou à normalidade e ficou comprovado que os neutrinos estavam viajando a uma velocidade mais baixa que a da luz.”

Toda a Física moderna foi questionada, portanto, por causa de um cabo de fibra ótica solto, que fez com que a passagem do tempo fosse registrada de maneira incorreta.

Mas isso foi justamente uma amostra da ciência funcionando como deve funcionar.

“A ciência é cometer erros e aprender com eles. É preciso ter provas muito fortes para derrubar um século de Física, mas isso não significa dizer que nunca acontecerá”, afirma Al-Khalili.

“Desde que Einstein formulou sua teoria tentamos provar que ela está errada e não conseguimos, mas nunca devemos deixar de tentar.”

Fonte: http://www.bbc.com/portuguese/geral-44020392

Importante evento: 8º MCSul / VIII SEMENGO

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O 8º MCSul – Conferência Sul em Modelagem Computacional, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Modelagem Computacional (PPGMC), e o VIII SEMENGO – Seminário e Workshop em Engenharia Oceânica, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia Oceânica (PPGEO), serão realizados nos dias 22, 23 e 24 de outubro de 2018 na Universidade Federal do Rio Grande – FURG, na cidade de Rio Grande – Rio Grande do Sul – Brasil.

O MCSul, com periodicidade bianual, é um congresso de caráter multidisciplinar que reúne pesquisadores das áreas de Computação, Engenharia, Física, Matemática e suas diversas interfaces, através da Modelagem Computacional, envolvendo modelos, algoritmos, ferramentas e tecnologias computacionais para a solução e análise de sistemas complexos.

O SEMENGO, também com periodicidade bianual, é um congresso que reúne pesquisadores e profissionais das áreas de Engenharia Oceânica, Engenharia Civil Costeira e Portuária, Engenharia Mecânica Naval e Energias Renováveis, permitindo a troca de experiências científicas e técnicas.

O 8° MCSul / VIII SEMENGO terá cinco eixos temáticos principais: 1) Mecânica Computacional, 2) Modelagem de Fluidos Geofísicos, 3) Computação Científica e Modelagem Física, Matemática e Estatística, 4) Engenharia Costeira e 5) Engenharia Marítima.

Será aceita a submissão de artigos completos que serão apresentados em Sessões Técnicas. Além disso, Palestras Plenárias serão ministradas por conceituados pesquisadores nacionais e internacionais.

A Comissão Organizadora do 8° MCSul / VIII SEMENGO convida a todos para participarem deste evento conjunto que será um fórum interdisciplinar/multidisciplinar para alunos de graduação e pós-graduação, professores, pesquisadores e profissionais.

Maiores informações podem ser encontradas no sítio eletrônico do evento: https://mcsulsemengo2018.weebly.com/

EMBRAPA oferta curso online sobre irrigação

Hoje eu quero anunciar e replicar um curso na área de irrigação (uso e manejo) ofertado pela EMBRAPA.

curso embrapa

IrrigaWeb – Capacitação online em “Uso e Manejo da Irrigação”

Atenção: Leia todas as orientações abaixo, antes de efetuar a inscrição.
 

Inscrição: até 31 de julho de 2018 (Atenção! Serão ofertadas somente 500 vagas).

Investimento: R$ 500,00. Valor promocional para os 100 primeiros inscritos (R$ 200,00).

FIQUE ATENTO ao prazo de vencimento do seu boleto, pois a cada novo boleto gerado será cobrada uma taxa de renovação de R$ 6,30.

  • Haverá política de desconto para grupos (empresas, instituições, associações e similares). Caso queira inscrever um grupo entre em contato no email irrigaweb@embrapa.br para receber as instruções. Não realize a inscrição individual para os membros do grupo ou então não será possível conceder os descontos.

Público-alvo

Multiplicadores das tecnologias de uso e manejo de irrigação, em especial técnicos, gestores, agentes de assistência técnica, produtores, professores, estudantes de pós-graduação, e demais interessados de áreas afins.

Carga horária: 200 horas.

Dedicação: 1 a 2 horas diárias (cada aluno organiza seu próprio horário).

Realização do curso: Agosto a Dezembro.

Mais informações:

embrapa.br/e-campo

embrapa.br/ead

Dúvidas sobre o curso o curso: irrigaweb@embrapa.br;

Dúvidas sobre inscrição e pagamento: Amanda Dias; eventos1@faped.org.br; (31) 3773-3855

Fonte: http://conveniar.faped.org.br/eventos/Forms/Servicos/EventoDados.aspx?action=151