A tese de Stephen Hawking derrubou o site da Universidade de Cambridge – Step inside the mind of the young Stephen Hawking as his PhD thesis goes online for first time

hawkins

Interessante a notícia que hoje compartilho com os colegas desse blog.

(To read in English, please type: https://www.cam.ac.uk/research/news/step-inside-the-mind-of-the-young-stephen-hawking-as-his-phd-thesis-goes-online-for-first-time).

O que leva a Teoria da Relatividade de Einstein manter-se atual? O que faz o quadro de Monalisa ainda ser o mais procurado? E, hoje, a tese de Stephen Hawking derrubar o site da Universidade inglesa de Cambridge? GENIALIDADE!

Diante do exposto, compartilho hoje essa incrível notícia que, em portugues, dentre vários endereços, a matéria pode ser encontrada na página da UOL (lik abaixo).

Em pleno século 21, uma tese escrita por um jovem físico britânico em 1966 levou ao colapso, dia 23/10/2017, do site de uma das universidades mais prestigiadas do mundo. Tamanha popularidade seria de se estranhar, não fosse o autor do trabalho: Stephen Hawking, então com 24 anos.

Em menos de 12 horas, a tese, intitulada “As propriedades de um Universo em expansão”, foi acessada por mais de 30 mil pessoas no site da Universidade de Cambridge, na Inglaterra (www.cam.ac.u). É o documento mais visitado no site da instituição.

EXPLICADO: a Universidade de Cambridge digitalizou e disponibilizou para todos a tese do Hawkings (Properties of expanding universes’) pela primeira vez, permitindo aos usuários “navegarem” pela mente desse gênio da humanidade.

Dessa forma, a tese do Professor Hawking’s, escrita e defendida em 1966, ‘Properties of expanding universes’ está disponível em https://doi.org/10.17863/CAM.11283 ou em alta resolução na Biblioteca Digital da Universidade de Cambridge em https://cudl.lib.cam.ac.uk/view/MS-PHD-05437/1

Para maiores informações, acessem: www.openaccessweek.org

E, como todo bom gênio, isso somente foi possível pois o  físico, considerado um dos mais respeitados por seu trabalho, que ajuda a entender melhor o Universo em que vivemos, sinalizou que permitiu a publicação da tese, na íntegra para “inspirar as pessoas”.

Fonte 1: https://www.cam.ac.uk/research/news/step-inside-the-mind-of-the-young-stephen-hawking-as-his-phd-thesis-goes-online-for-first-time 

Fonte 2: https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2017/10/23/popularidade-da-tese-de-doutorado-de-stephen-hawking-derruba-site-da-universidade-de-cambridge.htm

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USP produz plástico 100% biodegradável com resíduos da agroindústria

Produto é barato, não compete com mercado de alimentos e contém antioxidantes, permitindo acondicionar hortifrútis.

plástico

Pesquisas da USP em Ribeirão Preto avançam na busca de plástico 100% biodegradável e competitivo com o plástico comum. Testes que reúnem na fórmula resíduos agroindustriais resultaram num produto com qualidades técnicas e econômicas promissoras.

A boa nova saiu dos laboratórios do Departamento de Química da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP. A química Bianca Chieregato Maniglia desenvolveu filmes plásticos biodegradáveis a partir de matrizes de amido presentes em resíduos agroindustriais de cúrcuma, babaçu e urucum.

O fato do novo material ser totalmente desenvolvido a partir de descartes da agroindústria faz toda diferença. Ao mesmo tempo, recicla resíduos; é biodegradável; é produzido com fontes renováveis que não se esgotam como o petróleo (de onde sai o plástico comum) e cultivadas em qualquer lugar do mundo. Bianca lembra de mais predicados de seu produto: matéria-prima barata, que não compete com o mercado alimentício e ainda “contém composição interessante com a presença de ativos antioxidantes”.

Essa fórmula com compostos antioxidantes, lembra a pesquisadora, pode ser ainda mais interessante no desenvolvimento de “embalagens ativas”.

Os estudos parecem indicar o caminho certo para a obtenção de um plástico, ou pelo menos um filme plástico, totalmente biodegradável. Os pesquisadores da FFCLRP conseguiram produzir filmes plásticos com boa aparência, boas propriedades mecânicas, funcionais e ativas, o que os torna mais eficientes na conservação de hortifrútis. O grupo de pesquisa também tem trabalhado com a aplicação de aditivos como a palha de soja tratada, outro resíduo agroindustrial, para melhorar as propriedades destes filmes. A meta é o ganho de maior resistência mecânica e menor capacidade de absorver e reter água.

Bianca, porém, acredita que ainda demande mais pesquisa e teste para os 100% biodegradáveis chegarem ao mercado. Em perspectiva mais recente, comenta, “esse tipo de plástico deve atuar como alternativa ao comum”. Apesar de não substituir o tipo comum, pode ser aplicado a diversos tipos do produto, como já ocorre nas misturas de matérias-primas renováveis com polímeros não renováveis, formando as chamadas “blendas”. “Temos as boas propriedades dos plásticos comuns com parcial biodegradabilidade”, comenta.

Plásticos (não tão) “verdes”

O plástico comum, que é produzido com derivado do petróleo (matéria-prima não renovável, cuja composição não é metabolizada por microrganismos), leva até 500 anos para desaparecer.

Já o plástico biodegradável desenvolvido na USP é feito de material biológico, e por isso é atacado, na natureza, por outros agentes biológicos – bactérias, fungos e algas – e se transformam em água, CO2 e matéria orgânica. Ele se degrada em no máximo 120 dias.

Atualmente, existem no mercado outros tipos de plástico biodegradável. São feitos a partir de fontes renováveis – milho, mandioca, beterraba e cana-de-açúcar. Porém, estas fontes servem como matérias-primas para produzir um composto (ácido láctico) do qual se pode sintetizar o polímero (PLA – ácido polilático). “Devido ao fato destes plásticos não serem produzidos com polímeros naturais, como proteína e carboidratos, por exemplo, o material apresenta estrutura mais complexa e só se biodegrada corretamente em usinas de compostagem, onde há condições adequadas de luz, umidade e temperatura, além da quantidade correta de microrganismos”, lembra Bianca.

Além de caros, os plásticos produzidos por fontes renováveis hoje comercializados ainda deixam a desejar em relação a algumas propriedades mecânicas e funcionais se comparados aos plásticos produzidos com fontes não renováveis, e também demandam outros custos para não poluírem o meio ambiente.

Outro plástico muito divulgado na busca por maior sustentabilidade é o “plástico verde”. No entanto, a pesquisadora faz um alerta sobre este tipo de plástico. É feito de cana-de-açúcar, mas não é biodegradável. A partir da cana, é produzido o polietileno igual ao obtido do petróleo, assim o tempo de decomposição do plástico verde é o mesmo do plástico comum. “Vai continuar a causar problemas nas cidades e na natureza.”

Bianca defende que a aceitação e demanda por plásticos biodegradáveis dependam mais de consciência ambiental, legislação e vontade política que de fatores econômicos. Avalia que, em perspectiva global, quando se incluem custos indiretos, como geração de lixo, poluição e outros impactos à saúde e meio ambiente, “os biodegradáveis assumem posições economicamente mais favoráveis”.

Falando em economia, os custos de produção desses materiais podem ficar bem menores que os atuais. E isso se deve à utilização dos resíduos agroindustriais, como o produto agora desenvolvido na USP, cujos componentes não competem no mercado com a indústria de alimentos.

Os resultados desse estudo foram apresentados em março de 2017 à FFCLRP na tese de doutorado de Bianca, que trabalhou sob orientação da professora Delia Rita Tapia Blácido.


Fontes: Rita Stella e Paulo Henrique Moreno, do Jornal da USP // 

Em um ano, Brasil cai de 27 para 21 universidades no ranking das mil melhores do mundo

universidade ranking

Lista da Times Higher Education é liderada pela Universidade de Oxford. Entre as brasileiras, USP, Unicamp e Unifesp têm melhores avaliações.

Esse é o feito direto da falta de investimento para as universidades pelas quais sofrem as Instituições no Brasil, seja nos cortes em pesquisa, extensão, custeio,  …

No ranking das 1.000 melhores universidades do mundo, divulgado no dia 05/09/2017 pela Times Higher Education, o Brasil ocupa 21 posições. No ano passado, o desempenho das instituições do país foi melhor: eram 27 na lista. São avaliados os critérios de ensino, pesquisa, produção de conhecimento e reputação internacional.

Para compreender o ranking, é preciso saber que, após as 200 primeiras universidades, as demais são organizadas em blocos. A Universidade de São Paulo, por exemplo, foi a que mais se destacou entre as brasileiras: ficou no grupo da 251ª até 300ª. Em seguida, vieram a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), entre 401ª e 500ª, e a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), entre 501ª e 600ª.

Veja abaixo a posição das instituições de ensino brasileiras no ranking de 2017-2018: Posição das universidades brasileiras no ranking de mil melhores do mundo

Posição Universidade Estado
251-300 Universidade de São Paulo (USP) SP
401-500 Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) SP
501-600 Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) SP
601-800 Universidade Federal do ABC (UFABC) SP
601-800 Universidade Federal de Itajubá (Unifei) MG
601-800 Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) MG
601-800 Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) RJ
601-800 Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) RS
601-800 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) RJ
601-800 Universidade Estadual Paulista (Unesp) SP
801-1000 Universidade de Brasília (UnB) DF
801-1000 Universidade Federal do Ceará (UFC) CE
801-1000 Universidade Federal de Pelotas (UFPel) RS
801-1000 Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) PE
801-1000 Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) RN
801-1000 Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) SC
801-1000 Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) SP
801-1000 Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) PR
801-1000 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) RS
801-1000 Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) RJ
801-1000 Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) PR

Quem entrou e quem saiu do ranking

Em relação ao mesmo ranking do ano passado, quatro dessas universidades brasileiras listadas acima não estavam entre as 1.000 melhores – e conseguiram conquistar espaço. São elas:

  • Universidade Federal de Itajubá,
  • Universidade de Brasília,
  • Universidade Federal de Pelotas e
  • Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Por outro lado, dez instituições de ensino que integravam o top 1.000 do ano passado sumiram do ranking:

  • Universidade Federal do Paraná,
  • Universidade Federal da Bahia,
  • Universidade Federal de Goiás,
  • Universidade Federal de Santa Maria,
  • Universidade Federal de Viçosa,
  • Universidade Federal de Lavras,
  • Universidade Federal Fluminense,
  • Universidade Estadual de Londrina,
  • Universidade Federal de Ouro Preto e
  • Universidade Estadual de Maringá.

Líderes

Pela primeira vez, o ranking é liderado por duas universidades britânicas: a Universidade de Oxford (pela segunda vez seguida) e a Universidade de Cambridge (que passou de de 4º para 2º lugar).

Os Estados Unidos, apesar de dominarem boa parte das 10 primeiras posições, tiveram queda de 2/5 das universidades que apareciam no ano passado: 29 das 62 foram eliminadas.

Veja a seguir o top 10 (nas posições 3 e 10, há empate): Melhores universidades do mundo

Posição Universidade País
1 Universidade de Oxford Reino Unido
2 Universidade de Cambridge Reino Unido
3 Instituto de Tecnologia da Califórnia EUA
3 Universidade de Stanford EUA
5 Instituto de Tecnologia de Massachusetts EUA
6 Universidade Harvard EUA
7 Universidade de Princeton EUA
8 Imperial College London Reino Unido
9 Universidade de Chicago EUA
10 Instituto Federal de Tecnologia de Zurique Suíça
10 Universidade da Pensilvânia EUA

A China continua chamando atenção, seguindo a tendência de anos anteriores: tem duas universidades no top 30 (Peking e Tsinghua). Quase todas as instituições chinesas subiram no ranking.

Quanto às europeias, elas ocupam metade dos 200 primeiros lugares, com maior representação de instituições da Holanda, da Alemanha e do Reino Unido. As nações que também passaram a se destacar foram Itália, Espanha e Países Baixos.

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/noticia/em-um-ano-brasil-cai-de-27-para-21-universidades-no-ranking-de-mil-melhores-do-mundo.ghtml

Pesquisa da USP descobre como é reação química que transforma açúcar em energia

energia

Mecanismo era mistério há mais de 50 anos. Estudo inédito realizado em São Carlos foi capa de uma das revistas mais respeitadas do mundo na área química.

Pesquisadores do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IQ-USP), em São Carlos, descobriram como é a reação química que transforma o açúcar em energia elétrica. O mecanismo de reação era um mistério para a comunidade científica há mais de 50 anos. A pesquisa inédita é capa deste mês da Royal Society of Chemistry, uma das mais respeitadas revistas científicas do mundo na área química.

A pesquisa

Foram cinco anos de estudo até o resultado inédito. Primeiro, os cientistas colocaram fermento biológico, o mesmo usado para fazer pão, no açúcar refinado. Com a fermentação, o açúcar vira álcool.

Os pesquisadores acrescentaram um eletrodo com uma proteína chamada ADH ou álcool desidrogenase, que é uma enzima encontrada no corpo humano e em alimentos como o tomate.

“A proteína é capaz de extrair os elétrons – que são partículas carregadas – do etanol, gerando então eletricidade. E esse processo é bem rápido. Em cerca de 10 minutos nós já temos corrente elétrica”, disse a doutoranda de química Graziela Sedenho.

Desvendando o mistério

O equipamento mede a intensidade da corrente elétrica. A experiência brasileira desvenda um mistério. Há mais de 50 anos, pesquisadores do mundo inteiro tentavam descobrir de que forma a proteína agia quando entrava em contato com o álcool. Pela primeira vez, os cientistas conseguiram comprovar como é essa reação química, que transforma o açúcar em energia elétrica.

A ação da enzima para produzir energia não é a única descoberta. “A outra novidade foi que no mesmo sistema nós conseguimos realizar duas reações ao mesmo tempo, ou seja, tanto o fungo quanto a proteína atuavam ao mesmo tempo pra gerar o etanol e gerar a eletricidade, o que nunca tinha sido comprovado anteriormente”, disse o professor do Instituto de Química Frank Crespilho.

Meio ambiente

A experiência pode trazer vantagens para o meio ambiente.

Fonte: http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/pesquisa-da-usp-descobre-como-e-reacao-quimica-que-transforma-acucar-em-energia.ghtml

Doutorado COM BOLSA na Europa! A quem interessar possa!

Caros amigos e leitores do Blog, o Dr. Martin Hromada, da Universidade de Presov, Eslováquia, está buscando estudantes para dois projetos de tese doutoral, COM BOLSA:
 
Um, sobre ecologia evolutiva  humana – e neste caso, preferencialmente, ele busca candidatos da América Latina. 
 
O outro é sobre ectoparasitas de aves.
 
E-mail do professor Martin: hromada.martin@gmail.com
 
Página no Research Gate do professor Martin: https://www.researchgate.net/profile/Martin_Hromada
Ajudem a divulgar.
Frederico

Google oferece bolsas para pesquisadores brasileiros; veja como se inscrever

google fotp

O Google vai destinar US$ 600 mil aos selecionados, que receberão valores mensais por um ano, com possibilidade de renovação de mais um ano para estudantes do mestrado e de três anos para alunos do doutorado.

Para participarem do programa, os projetos devem estar enquadrados nos seguintes campos de pesquisa:

  • Geo/Maps;
  • Interação entre humanos e computadores;
  • Recuperação, extração e organização de informações;
  • Internet das Coisas (incluindo cidades inteligentes);
  • Machine learning (aprendizado de máquinas) e data mining (mineração de dados);
  • Dispositivos móveis;
  • Processamento natural de línguas;
  • Interfaces físicas e experiências imersivas;
  • Privacidade;
  • Outros tópicos relacionados a pesquisas na web.

O resultado será divulgado em agosto. Para saber mais e se inscrever, clique aqui.

Fonte: https://olhardigital.uol.com.br/pro/noticia/google-oferece-bolsas-para-pesquisadores-brasileiros-veja-como-se-inscrever/68516

Como é feita a avaliação quadrienal da Capes

Capes

A avaliação dos programas de pós-graduação brasileiros é realizada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) desde 1976. Desde então, foram diversas evoluções.

A mais recente modificação ocorreu em 2014, quando a avaliação dos cursos de mestrado e doutorado passou a ser realizada quadrienalmente, modificando o sistema trienal que acontecia desde 1998. Assim, o período da atual avaliação da Capes corresponde aos anos entre 2013 a 2016.

Mas essa não foi a única alteração. De acordo com a professora Rita Barata, diretora de avaliação da Capes, as avaliações serão mais voltadas para a boa formação de alunos. Por isso, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), organização social que atua com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), irá cruzar os dados dos titulados em universidades entre 1996 e 2014 com a Relação Anual de Informações (RAIS) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para avaliar indicadores como índice de empregabilidade e a área de atuação correspondente à da formação universitária, entre outros.

Outra diferença nesta avaliação quadrienal da Capes é que, neste período de análise, a internacionalização dos programas terá um destaque especial – apesar de ainda não se configurar como um dos cinco pilares de avaliação. Esse item faz parte do Plano Nacional de Pós-Graduação 2011-2020 e visa a expandir o intercâmbio de alunos estrangeiros em universidades brasileiras e a participação de pesquisadores e estudantes brasileiros em eventos e estudos em outros países.

Fonte: http://site.stelaexperta.com.br/avaliacao-quadrienal-da-capes/?utm_campaign=fluxo_manual_maio_-_como_e_feita_a_avaliacao_quadrienal_da_capes&utm_medium=email&utm_source=RD+Station