METABOLISMO URBANO, INFRAESTRUTURAS VERDES E MICROCLIMAS DE RONDONÓPOLIS (MT) – URBAN METABOLISM, GREEN INFRASTRUCTURES MICROCLIMATES OF RONDONÓPOLIS (Brazil)

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Tenho a alegria de poder divulgar o encontro, cujas informações podem ser encontradas abaixo:

Evento Científico organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Mato Grosso em parceria com a Universidade de Reading-UK (http://www.reading.ac.uk/)

 Local: Anfiteatro da Universidade Federal de Mato Grosso – Campus de Rondonópolis

MESAS REDONDAS

 Dia 11/07/2018 às 19:30 hs

O Papel da Pesquisa Científica na Produção de Cidades Mais Sustentáveis

The Role of Scientific Research in the Production of Sustainable Cities

Palestrantes: Daniela Perroti – Reading-UK, Zhiwen Luo – Reading-UK; Jeater Santos – PPGEO/UFMT, Fábio Angeoletto – PPGEO/UFMT, Normandes Mattos – PPTEC; Ornela Iourio – Leeds-UK e Eugene Mohareb – Reading-UK 

Dia 12/07/2018 AS 19:30 hs

O Papel da Gestão Pública na Qualidade Ambiental de Rondonópolis-MT

             The Role of Public Management in the Environmental Quality of Rondonópolis-MT

Palestrantes: José Carlos Junqueira – Prefeito de Rondonópolis-MT, Nivea Calzolari – Secretária Municipal de Infraestrura, João Bohrer – Secretário Municipal de Meio Ambiente; Marco A. Souza –Ms em Geografia pelo PPGEO; Deleon S. Leandro –  Mestre em Geografia pelo PPGEO;

Apoio Institucional:

Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT – Brasil

University of Reading – UK (http://www.reading.ac.uk/)

University of Leeds – UK (https://www.leeds.ac.uk/)

Ministério Público Estadual de Mato Grosso

Juizado Volante Ambiental de Mato Grosso – JUVAM

Prefeitura Municipal de Rondonópolis

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Mestrado em Geografia – UFMT

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Eis uma excelente notícia para que deseja fazer um mestrado, em uma Universidade Federal.

Eu conheço bem a UFMT, os colegas profissionais que lá atuam e, em especial, o professor e amigo Fábio Angeoletto, do que replico a solicitação e convite.

Palavra do Fábio: Estou buscando um profissional de qualquer área  (humanas, biológicas ou exatas) interessados em cursar o Mestrado em Geografia da UFMT  (campus de Rondonópolis), sob minha orientação, para desenvolver um projeto de pesquisa sobre os temas Agricultura Urbana, Biodiversidade Urbana ou Metabolismo Urbano.

O projeto terá assessoria de professores da Universidade de Reading, na Inglaterra, e há a possibilidade de bolsa de  estudo.

Interessados, contactar o Prof. Fábio Angeoletto  [fabio_angeoletto@yahoo.es] ou pelo Twitter @JupiterFulgor.

Peço aos demais colegas que repassem essa notícia para alunos interessados e outros.

 

MESTRADO: Inscrições para o processo seletivo do PPGCTS IFPR 2018

A coordenação do Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade do IFPR – Campus Paranaguá, torna público o processo seletivo de candidatos(as) a aluno(a) regular do Programa de Pós-graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedade do Instituto Federal do Paraná – Campus Paranaguá (PPGCTS IFPR) para o curso de mestrado, ingresso no 2º semestre de 2018. As inscrições vão ocorrer no período de 14/03/18 até 13/04/18. O processo seletivo é constituído de cinco etapas: Inscrição, Prova, Projeto de Pesquisa, Análise do Currículo Lattes e Entrevista. O edital está disponível em: http://paranagua.ifpr.edu.br/mestrado/mestrado-em-ciencia-tecnologia-e-sociedade-ppgcts-ifpr/processos-sletivos/ .

O Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Sociedadedo IFPR (PPGCTS IFPR), com sede no Campus Paranaguá, tem o foco na formação de profissionais e pesquisadores, com área de concentração interdisciplinar e integração de Ciências Sociais e Humanidades, Engenharia, Tecnologia e Gestão. O Mestrado tem como base epistemológica o enfoque em Ciência, Tecnologia e Sociedade.As linhas de pesquisa são: Linha 1 – Sociedade, Ambiente e Educação; Linha 2 – Desenvolvimento tecnológico, Ciência e Inovação.

Governo da Irlanda oferece bolsas para graduação e pós em qualquer área

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O governo da Irlanda está desenvolvendo um Programa que disponibiliza bolsas de estudo para estrangeiros interessados em completar, inclusive a Graduação, além do Mestrado e Doutorado em Universidades do País.

A iniciativa oferece 60 bolsas de 10.000 Euros (algo em torno de R$ 40 mil) para bancar 1 ano de estadia na Irlanda, além de isentar os selecionados do pagamento de taxa de matrícula e mensalidade das faculdades.

Aos interessados que desejam aplicar para a bolsa, o candidato precisa antes ter completado o processo de candidatura e ter sido aceito em uma Universidade irlandesa. Não há limitação quanto a área do conhecimento do curso.

Para se inscrever, basta preencher um formulário preenchido e uma série de documentos a ser enviados por email para GOI-IES2018@hea.ie até o dia 23 de março do corrente ano. As aulas começas entre setembro e outubro desse ano.

Maiores informações podem ser obtidas acessando o site hea.ie

Os piores cursos de Mestrado e Doutorado do Brasil

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Caros colegas, pensei em fazer um balanço do ano que se finda mas, na qualidade de professor, achei melhor compartilhar uma matéria muito séria na área de Educação / Capacitação, que trata da qualidade dos nossos mestrados e doutorados sintetizando que, se a nossa educação vai mal, todos os demais segmentos têm a tendencia de acompanhar essa “ladeira abaixo”.

No dia 24 de maio de 2017, publiquei nesse blog a matéria Como é feita a avaliação quadrienal da CAPES (https://blogdoprofessorfred.wordpress.com/2017/05/24/como-e-feita-a-avaliacao-quadrienal-da-capes/) e observem os resultados colhidos.

Seis programas de doutorado da Universidade de São Paulo (USP) receberam recomendação de descredenciamento do Conselho Técnico-Científico da Educação Superior (CTC-ES), de acordo com o resultado final da Avaliação Quadrienal 2017 da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).

As notas das instituições acadêmicas para programas de pós-graduação Stricto sensu profissional e acadêmico sensu foram divulgadas nesta semana. Os índices variam de 1 a 7.  Notas 1 e 2 são insuficientes e resultam no descredenciamento do curso; nota 3 corresponde a desempenho médio, que apresenta padrões mínimos de qualidade; notas 4 e 5 significam um desempenho entre bom e muito bom. Cinco é a nota máxima para programas que possuem apenas curso de mestrado. Notas 6 e 7 indicam desempenho equivalente a padrões internacionais de excelência.

Os cursos avaliados com nota igual ou superior a “3” são recomendados pela CAPES ao reconhecimento (cursos novos) ou renovação do reconhecimento (cursos em funcionamento) pelo Conselho Nacional de Educação – CNE/MEC. Vale lembrar que só programas reconhecidos pelo CNE/MEC podem expedir diplomas de mestrado e/ou doutorado com validade nacional.

Da USP, os programas de doutorado que tiveram nota insuficiente são:  medicina/clínica cirúrgica (Medicina III), nutrição humana aplicada (Nutrição), história econômica (História), literatura e cultura russa (Letras/Linguística), estudos judaicos e árabes (Letras/Linguística) e estudos da tradução (Letras/Linguística).

Quatro cursos de doutorado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) também foram mal avaliados e receberam índice insuficiente: economia política internacional (Ciência Política e Relações Internacionais), produtos bioativos e biociências (Farmácia), história das ciências e das técnicas e epistemologia (Interdisciplinar), Letras/letras clássicas (Letras/Linguística).

Também há programas de mestrado e doutorado de outras instituições renomadas como Universidade de Brasília (UNB), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) com recomendação de descredenciamento.

A lista completa está disponível no site da Capes. Confira na tabela os programas stricto sensu, ou seja, de mestrado e doutorado acadêmicos,  que tiveram as notas mais baixas.

A relação de notas está dividida de acordo com a modalidade dos programas – acadêmica ou profissional –, e organizada em planilhas por IES e por Área de Avaliação.

Resultado por IES – Programas Acadêmicos
Resultado por IES – Programas Profissionais
Resultado por Área de Avaliação – Programas Acadêmicos
Resultado por Área de Avaliação – Programas Profissionais

Os relatórios de avaliação, assim como o “Painel Dinâmico de Consulta” com dados gerais da Avaliação, também estão disponíveis no Hotsite.

As fichas de avaliação com os pareceres das áreas e do CTC-ES encontram-se disponíveis na Plataforma Sucupira para o público em geral.

Fonte: https://exame.abril.com.br/carreira/os-piores-cursos-de-mestrado-e-doutorado-do-brasil-usp-na-lista/ e http://www.capes.gov.br/sala-de-imprensa/noticias/8691-capes-divulga-resultado-final-da-avaliacao-quadrienal-2017

Sobre armas automáticas, natureza, araras e pokémons

araras azuis

Vamos mais uma vez vamos trazer e compartilhar a reflexão do Fábio Angeoletto, amigo, professor e pesquisador da UFMT.

Atualmente vivemos um paradoxo: enquanto que as sociedades tornam-se mais e mais tecnologicamente sofisticadas, elas também quedam crescentemente mais ignorantes, do ponto de vista biológico. Estamos fracassando em prover as pessoas de alfabetização ambiental. Não por acaso, um norte-americano mediano consegue identificar centenas de logotipos de corporações empresariais, mas é incapaz de identificar mais do que 10 espécies da flora nativa do seu entorno, mesmo que por seus nomes populares.

Crianças inglesas de 4 a 11 anos de idade conseguem identificar mais personagens do videogame Pokémon do que espécies da flora e fauna britânicas. Esse analfabetismo ambiental atravessa gerações: metade dos adultos britânicos é incapaz de identificar o onipresente pardal, essa avezinha tão comum nas cidades de ambos os hemisférios.

O botânico Peter H. Raven cunhou a expressão “cegueira vegetal”, para se referir às pessoas – a maioria de nós – que mal notam as plantas, e são incapazes de identificá-las. Raven, em entrevista ao jornal “The New York Times”, declarou não ser incomum que as pessoas não estejam certas sequer de que as plantas são seres vivos.

Vejamos aqui no Brasil, um exemplo de Rondonópolis (MT), uma cidade ainda de cunho rural: uma menina de sete anos perguntou à sua tia (estudante da UFMT) “se as galinhas realmente existem”. Ela só conhece a carne de frango e os nuggets.

Como enfatizaram os ecólogos James R. Miller e Robert Pyle “a ignorância coletiva redunda em indiferença coletiva”.

A bióloga Kathryn L. Hand e colaboradores publicaram recentemente um artigo onde defendem a importância dos quintais como um espaço importante de conexão com a natureza para crianças e adultos. No artigo, intitulado “The importance of urban gardens in supporting children’s biophilia”, os autores corretamente argumentam sobre os benefícios significativos que redundam da exposição e conexão com a natureza. Nas cidades, onde o acesso à vida silvestre nem sempre é fácil, os quintais podem proporcionar esse contato. Por outro lado, os autores lamentam as diferenças na biodiversidade de quintais de famílias de nível socioeconômico mais elevado, e na escassez ou ausência de verde nos quintais dos mais pobres. Hand e seus colegas também exprimem preocupação em relação ao declínio da área dos quintais, uma tendência no estabelecimento de novos bairros.

Eu analisei essas mesmas questões, relativas aos quintais de cidades brasileiras, no artigo “En Maringá el césped del vecino es más verde”, publicado na Revista Rua, da Unicamp. Lamentavelmente, nas cidades brasileiras os quintais são “invisíveis”: pouco ou nada se sabe a respeito de suas características (área média, espécies vegetais existentes) e sobre as famílias que manejam essa vegetação. Mas o potencial dos quintais para a conservação da biodiversidade é imenso.

Ainda em Rondonópolis, com a proposta de “virar a própria mesa”, o “Projeto Araras Urbanas” está mapeando quintais (e outros espaços) que abrigam ninhos de araras-canindé (Ara ararauna), com filhotes. O projeto é desenvolvido pelo meu orientando no Mestrado em Geografia da UFMT, o biólogo João F. C. Bohrer, com o apoio técnico do Instituto Arara Azul e do Grupo de Pesquisas em Biologia Evolutiva e da Conservação, da Universidade Complutense de Madri.

Nosso principal objetivo é gerar dados sobre a biologia das araras na mancha urbana. Convidamos todos os moradores de Rondonópolis a participarem do projeto como cientistas cidadãos, nos informando sobre a presença de araras nos seus bairros. Para isto criamos o grupo de WhatsApp ARARAS URBANAS ROO: 66 – 996 423 528.

Amigos das araras, por favor, unam-se e divulguem esse grupo!

UEM – PROCESSO SELETIVO 2018 – PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGROECOLOGIA – MESTRADO PROFISSIONAL

mestrado

Sou “filho” da UEM – Universidade Estadual de Maringá (Maringá – Paraná), instituição que honro. Foi lá que fiz o meu mestrado e doutorado, além de ter sido professor substituto por mais de dois anos, numa época em que o governador do estado insistia em não abrir concurso para docente efetivo.

Hoje recebo o pedido de colaborar na divulgação do Processo Seletivo de Mestrado em Agroecologia.

DO PÚBLICO-ALVO: Poderão se inscrever no processo seletivo para o Programa de Pós-Graduação em Agroecologia – Mestrado Profissional (PROFAGROEC), candidatos que concluíram curso superior de Graduação em Ciências Agrárias, Biológicas e afins, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), no país e/ou no exterior, e candidatos que comprovem, mediante declaração de Instituição de Ensino Superior, que terão concluído o curso de graduação até o ato de matrícula.

DAS VAGAS: São oferecidas 34 vagas no Programa de Pós-Graduação em Agroecologia – Mestrado Profissional (PROFAGROEC), para ingresso no primeiro semestre de 2018. O preenchimento das vagas existentes fica condicionado à aprovação de candidatos no processo seletivo e à disponibilidade de orientador.

DAS INSCRIÇÕES: As inscrições devem ser realizadas de 03 de outubro a 11 de novembro de 2017, de segunda à sexta-feira, exceto feriados, das 8h às 13h, na Secretaria do Programa de Pós-graduação em Agroecologia – Mestrado Profissional
(PROFAGROEC) no Bloco 115 – Campus Maringá, Paraná, pessoalmente ou por meio
de procuração autenticada.

As aulas serão às sextas e sábados para que os profissionais liberados pelas empresas possas fazer o mestrado.

O curso tem duração de 24 meses e são três áreas (linhas de pesquisa): – Manejo Agroecológico de Solos; Manejo Agroecológico de Doenças e Pragas; e, Sistemas de Cultivos Agroecológicos.

Para maiores informações, favor acessar: http://www.mpa.uem.br/